quinta-feira, 20 de março de 2014

Ouvir Adele faz você virar gay, diz médico

Influências de todos os tipos são apontadas como causas da homossexualidade, até a música pop. Um terapeuta aposentado disse em um programa de TV que homens que querem “se manter héteros” devem parar de ouvir Adele.
A bobagem foi ouvida no documentário “Cure Me, I’m Gay” (Cure-me, eu sou gay) do médico abertamente homossexual Christian Jessen apresentado no canal Channel 4.
O terapeuta Jon Smid, do Texas, Estados Unidos, que já ofereceu cura para homossexuais, disse a Jenssen: “Adele é muito popular dentro da comunidade gay. Você tem que ouvir música cristã.” Observações como essa vindas de qualquer pessoa já chocam, mas, de um médico? Seria cômico se não fosse trágico.

Fonte: Parou Tudo

 

PSOL caminha para defender LGBT em campanha presidencial

Sem essa de que anular o voto ou não escolher candidatos em outubro é a solução. Primeiro, que
quem se omite dá poder aos pleiteantes homofóbicos. Segundo, que há alternativas sim! O Psol caminha fortemente para ser essa esperança progressista, por exemplo.
Na terça-feira 18, em Brasília, foi dado início a um total de 12 seminários que o partido fará para construir o programa de governo a ser apresentado nas eleições para presidente da República. A boa notícia é que o próprio pré-candidato, Randolfe Rodrigues, afirmou no evento que a cidadania LGBT será defendida integralmente por ele e pelo partido.
Lembrando que a defesa de LGBT está no estatuto do PSOL e que o deputado federal Jean Wyllys pertence à agremiação socialista.
 
Fonte: Parou Tudo

quarta-feira, 19 de março de 2014

Conheça 10 espécies de animais com registros “gays”


 

No reino animal, a homossexualidade é bastante “difundida” e, em alguns casos, é até predominante. A homossexualidade já foi documentada em mais de 450 espécies de vertebrados, sinalizando que a preferência sexual é determinada biologicamente em animais. De chimpanzés masculinos que pendem em árvores e se envolvem em um “esgrima de pênis”, até peixe-boi e golfinhos, o reino animal tolera todos os estilos de vida. Confira:

1 – Chimpanzé pigmeu

Considerado o parente vivo mais próximo aos seres humanos, os chimpanzés (conhecidos como bonobos) não têm vergonha de buscar o prazer sexual. Quase todos estes macacos amantes da paz são bissexuais e muitas vezes resolvem o conflito pelo princípio de “fazer amor, não a guerra”. Eles copulam frequentemente, gritam de prazer ao fazê-lo e muitas vezes se envolvem em atividades homossexuais. Cerca de dois terços dessas atividades são entre as fêmeas.

 

2 – Macacos


Macacas formam laços intensos com os outros e são seriamente monogâmicas, o que significa que elas só têm um parceiro sexual por vez. No entanto, elas têm várias dessas relações durante cada estação. As macacas também se envolvem em atividades sexuais como a estimulação genital e vocalizam seu prazer em forma de sons parecidos com um cacarejar. Os machos também fazem jogos homossexuais, mas tendem a deixar o seu parceiro logo depois, tornando-se o que chamamos no mundo humano de “companheiro de uma noite só” (famosa “ficada”).


3 – Girafas


Namoros masculinos são frequentes entre estes mamíferos de pescoço comprido. Muitas vezes, eles começam a acariciar um ao outro antes de prosseguir. Este jogo carinhoso pode levar até uma hora. De acordo com um estudo, um em cada 20 girafas machos é encontrado em plena carícia com outro macho em qualquer instante. Em muitos casos, a atividade homossexual parece ser mais comum do que a heterossexual.

 
4 – Golfinhos nariz de garrafa


Golfinhos machos geralmente são bissexuais, mas eles passam por períodos exclusivamente homossexuais. As atividades homossexuais destes mamíferos incluem o sexo oral durante o qual um golfinho estimula o outro com seu focinho. Os machos também esfregam o pênis ereto contra o corpo de seu parceiro.

 
 
 5 – Bisão


A relação homossexual entre machos tende a ser mais comum do que a cópula heterossexual entre o bisão americano, especialmente porque as fêmeas copulam com os touros apenas uma vez por ano. Durante a época de acasalamento, os machos se envolvem em atividades com o mesmo sexo várias vezes ao dia. Mais de 55% dessas relações em machos jovens são com parceiros do mesmo sexo.

 
 
6 – Antílopes


Em média, as fêmeas se relacionam com outras fêmeas cerca de duas vezes por hora durante a temporada de acasalamento. Essas relações abrangem quase 9% de todas as atividades sexuais nesses mamíferos. Durante o namoro, uma perseguidora se insinua por trás de uma amiga e levanta a pata dianteira, tocando-a entre as pernas. Estas preliminares acabam por conduzir a relação.

 

 
 7 – Cisnes


Casais homossexuais são responsáveis por até 20% de todos os pares de cisnes anualmente. Quase um quarto de todas as famílias são aproximadas por casais homossexuais que permanecem juntos por anos. Às vezes, os casais homossexuais masculinos cruzam com fêmeas para ter filhos. Depois que ela estabelece uma ninhada de ovos, os pais afastam ela para longe e chocam os ovos. Outras vezes, eles simplesmente expulsam casais heterossexuais de seus ninhos e adotam seus ovos.

 
 

8 – Morsas


Os machos não alcançam a maturidade sexual antes dos quatro anos de idade. Durante esse tempo, eles se mantém envolvidos em relações com o mesmo sexo. Os machos mais velhos são normalmente bissexuais, acasalam com as fêmeas durante a época de reprodução e copulam com outros machos o resto do ano. Machos esfregam seus corpos juntos, abraçam uns aos outros e até dormem juntos na água.

 
 9 – Baleias cinzentas


Espirrar água tem um significado completamente diferente para baleias cinzentas, onde as interações homossexuais são bastante comuns. Em escorregões e orgias, mais de cinco machos rolam, espirrando água e esfregando a barriga uns contra os outros, para que seus órgãos genitais se toquem.

 
 
 
   10 – Galo-da-serra

Os machos dessa espécie de ave se deliciam na homossexualidade. Quase 40% da população masculina se engaja em uma forma de atividade homossexual e uma pequena porcentagem nunca copula com as fêmeas.

 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: HypesCience
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Banco Mundial avalia os impactos econômicos em países que colaboram com a homofobia

 “Excluir minorias sexuais não é só uma tragédia humana, mas também um custo econômico que as sociedades impõem para si mesmas.” Esta é a afirmação do presidente do Banco Mundial, o sul-coreano Jim Yong Kim, e serviu como largada para o evento “O custo econômico da homofobia”, organizado na última quarta-feira, 12 de março, na sede da instituição em Washington DC, nos Estados Unidos.

Como exemplo, foi citado o caso da Índia, que recentemente aprovou uma lei criminalizando a homossexualidade no país, gerando uma verdadeira caça aos gays em todo o seu território. Lá, o prejuízo fica entre 0,1% e 1,7% do PIB - em valores, algo entre US$ 1,25 bi e US$ 7,7 bi. A estimativa varia bastante porque é difícil conseguir dados sólidos sobre o real tamanho e situação das minorias sociais: “A invisibilidade é uma estratégia de sobrevivência”, diz a professora da Universidade de Massachusetts Lee Badgett, que apresentou os dados durante a conferência.

O analista econômico do Google, Qing Wu, diz que uma dos maiores problemas é a falta de estatísticas. Ele apresentou formas inusitadas de medir a prevalência da homossexualidade – como os números de busca por material pornográfico gay ou de perguntas como “meu marido é gay?” – que possam ajudar quantificar a população gay no mundo.

No feto do problema
De acordo com a conferência, os efeitos econômicos começam com o assédio na escola, que diminui o potencial da educação. Posteriormente, o preconceito no ambiente de trabalho leva a menores salários e produtividade.

Lee revelou que homens gays nos EUA e na Europa ganham em média 11% menos do que homens heterossexuais, controladas todas as outras variáveis. Não está claro até que ponto isso é resultado da discriminação direta ou das expectativas mais baixas que eles próprios se colocam por causa da sociedade.

No caso das lésbicas, a pressão para se casar faz com que elas tenham mais incentivos para parar de trabalhar, por exemplo. Todos esses fatores contribuem para uma menor participação na força de trabalho, o que também prejudica o crescimento econômico.

Futuro
Outros impactos econômicos da homofobia são reais, mas ainda mais difíceis de medir. Já que até o Turismo pode ser afetado quando existe receptividade de homossexuais. Até o presidente do Banco Mundial reconhece que o tema enfrenta resistência dentro da própria instituição que preside. “Precisamos perceber que ainda estamos usando modelos tradicionais de família e de sexualidade nos nossos modelos de política pública para o mundo em desenvolvimento. O debate sobre a homofobia deve ser levado ao mainstream porque é uma questão do mainstream.”


Fonte: Mix Brasil

Maior clube gay de Moscou fecha as portas

Uma triste notícia que, infelizmente, não é surpresa. O maior clube gay de Moscou, Central Station,
encerrou as atividades após três anos, segundo a imprensa local.
O dono da boate, Andrei Lischinsky, já havia pedido asilo político nos Estados Unidos, no início do ano, temendo por sua segurança. Era esperado que o local fosse para as mãos de outros donos.
O clube foi alvo de cerca de 20 ataques só em 2013. Dentre eles, um atentado com gás venenoso, um tiroteio na porta do estabelecimento, além de uma ocasião em que um grupo de 100 pessoas entraram pelo telhado e roubaram equipamentos.
Lischinky acreditava que o dono do prédio estava jogando sujo para ter o imóvel de volta – o contrato iria até 2017.
Ser homossexual ou ter um local gay friendly na Rússia ficou bastante difícil depois que o presidente Vladimir Putin aprovou, em meados do ano passado, a lei que pune “propaganda gay” em frente a menores de idade. A homofobia só cresce no país e o governo está de braços cruzados.
 
Fonte: Parou Tudo

Rede Globo estuda criar programa gay

O arco-íris da logomarca da Rede Globo pode tomar maiores proporções. A emissora, que é a emissora de tevê aberta que já retratou vários homossexuais em suas novelas, agora estuda ter um programa dedicado a nós.
De acordo com o jornalista Ricardo Feltrin, do UOL, a proposta é caminhar aos poucos até chegar ao programa em 2015 ou 2016. E, inicialmente, no Rio e São Paulo. Se a audiência se mostrar interessada, aí a empreitada ganha mais praças.
Pode ser tanto um reality show com casais gays, quanto um espaço em que figuras públicas brasileiras e anônimos se assumiriam. A linha mais possível de ser adotada é a de uma variação gay do programa “Amor & Sexo”, que já teve quadro com homossexuais.
Uma nova revolução pode estar vindo aí!

 Fonte: Parou Tudo

 

terça-feira, 18 de março de 2014

Personagens de Giovanna Antonelli e Tainá Müller também terão beijo na novela ‘Em família’

Já está decidido! Giovanna Antonelli e Tainá Müller vão se beijar na novela “Em família”. A cena ainda não foi escrita por Manoel Carlos, mas as atrizes já foram avisadas de que o beijo gay é só uma questão de tempo. A previsão é de que aconteça somente depois do 50º capítulo, quando engrenar de vez o romance das personagens Clara e Marina.

 O autor e a direção da trama foram orientados a não fazer alarde sobre a decisão, mas, depois do beijo entre Mateus Solano e Thiago Fragoso em “Amor à vida”, ninguém tem mais medo de polêmica. O beijo dado pelos atores, no último capítulo da história de Walcyr Carrasco, foi bem recebido pelo público.
Fonte: Extra

Empresas e políticos repudiam posição homofóbica da organização da Parada de St. Patrick de NY

Uma das tradicionais marcas de cerveja da Irlanda, a Guinness torceu o nariz à Parada de comemoração do St. Patrick’s Day de Nova York, nos Estados Unidos, após saber que a organização do evento vetou a presença de grupos de gays e lésbicas durante a festa. Em resposta à posição homofóbica dos organizadores das festas, os prefeitos de Nova York e de Boston, Bill Blasio e Marty Walsh, respectivamente, também decidiram não comparecer aos desfiles.
Em um comunicado oficial a marca diz que “tem um longo histórico de apoio à diversidade e da defesa da igualdade para todos. Tínhamos a esperança de que a política de exclusão seria revista no desfile deste ano e como isso não aconteceu, a Guinness não participará. Continuaremos a trabalhar juntos aos líderes comunitários para que as futuras paradas tenham uma política inclusiva”.
A marca irlandesa de cerveja é a terceira grande cervejaria a retirar o apoio a eventos nos Estados Unidos relacionados ao Dia de St. Patrick. Na última semana, sob a mesma alegação de exclusão ao público gay, a Boston Beer optou por não participar da festa em Boston, enquanto a Heineken anunciou que não mais patrocinaria o evento em Nova York.
 
Fonte: Mix Brasil

Renato Gaúcho diz que ajudaria a sacanear gays assumidos no futebol

O técnico do Fluminense, Renato Gaúcho, afirmou que não tem preconceito quanto a homossexuais
no futebol, masque ajudaria a sacanear “no bom sentido” se eles se assumissem.
“Eu acho estranho quando se fala em homossexual no futebol. Toda profissão tem, mas quando se fala de futebol, é uma noticia mundial. Por quê? Não vejo nada demais nisso”, disse em entrevista a TV Globo.
E continuou: “O cara que é assumido – que eu não tenha nada contra – sofre no vestiário. Eles (jogadores) vão sacanear, e eu vou ajudar. No bom sentido. Na brincadeira”, declarou. Depois, ele ainda “não sabe” porque a homossexualidade ainda é tabu no esporte e quase ninguém se assume no futebol.

Fonte: Parou Tudo

segunda-feira, 17 de março de 2014

HQ ‘Luluzinha Teen’ tem 'beijo gay' e exemplo de intolerância

Depois do beijo entre Félix e Nico na novela “Amor à vida”, da TV Globo, chegou a vez dos quadrinhos “Luluzinha Teen e sua turma” ganharem um casal de personagens do mesmo sexo.

Na edição 57 do gibi, o personagem Edgar (da turma da Lulu) namora Fábio, que está passando por maus momentos com seus pais devido à sua orientação sexual. O problema aumenta quando eles decidem ir atrás do filho no evento “Anime Festa 2014”, organizado pelos amigos da Lulu na escola em que estudam. Para a tristeza de Fábio, seus pais são irredutíveis e não admitem que ele se relacione com outro garoto. Ainda bem que seus amigos irão aconselhá-lo.

O diretor da escola dos jovens, Vicente, também intercede a favor da relação dos meninos e conversa com os pais de Fábio para alertá-los quanto aos verdadeiros valores e atitudes que deveriam transmitir a seu filho, em vez de simplesmente discriminá-lo.

A intenção da história é mostrar que ainda existe preconceito nos dias atuais, apesar dos avanços da sociedade para reconhecer os direitos LGBT, mas que a nova geração representa uma esperança para todos aqueles que sofrem com a discriminação no dia a dia.


Fonte: Gay1