terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Estamos com fome de amor...


O que temos visto por ai ??? 

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer mas... chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não! Se fosse, era resolvido fácil, alguém tem dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem a ver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Texto escrito por Arnaldo Jabor

10 Dicas sobre Namoro Lésbico


Lésbicas adoram um namoro/noivado/casamento. Como todas as lésbicas que conheço, meu primeiro namoro com outra mulher foi maravilhoso, avassalador e incrivelmente confuso. Aqui vão algumas dicas testadas e aprovadas por alguém que já viveu isso algumas vezes. 

1. Você não precisa sofrer por amor
Não, sofrer por amor não é romântico, é apenas um caminho rápido para a infelicidade. Em nossos primeiros namoros com outras meninas, muitas vezes nos machucamos porque achamos que essa é a única maneira de vivenciar o "amor que não ousa dizer seu nome". Pode esquecer os filmes em que a lésbica se mata no final: na vida real, dá pra ser muito feliz no amor. É só querer!

2. Você pode ter um relacionamento saudável
Lésbicas costumam ir aos extremos: ou a paixão e a possessividade são tão grandes que sufocam, ou a vontade de quebrar barreiras ultrapassa o amor próprio e o relacionamento aberto vira obrigação. Se a sua relação caminhar para algum extremo que te deixe insatisfeita, converse com sua namorada e seja sincera. O segredo de todo relacionamento está na comunicação.

3. Você não precisa sair do armário
Eu acho que é bom ficar no armário? Não. Não é nada agradável esconder parte significa da sua vida; é horrível fingir que a pessoa mais linda da face da Terra é só uma colega; e tem ainda aquela solidão tremenda ao ver um casal hétero passar de mãos dadas e se beijar na sua frente. Armário oprime e deprime. Sair do armário, contudo, não é a coisa mais fácil do mundo e é uma decisão que precisa ser muito bem pensada. Pese os prós e os contras, leia (muito!) sobre o assunto, comece a observar a opinião das pessoas próximas de você. Quando estiver segura, dê os primeiros passos para fora do armário. Até lá, vá no seu ritmo.

4. Seu corpo não é igual ao dela
Ter os mesmos órgãos não significa que todas as mulheres reajam igualzinho aos mesmos estímulos. Essa história de "sexo entre lésbicas é mais fácil porque ela gosta do que eu gosto" não é tão verdade assim não. Tire um tempo pra aprender como sua namorada funciona, onde ela gosta de ser tocada e de que maneira.

5. Você não precisa mudar seu guarda-roupa
Uma amiga minha me contou que, assim que se descobriu lésbica, passou a se vestir de forma mais masculina. Também já vi menina mudar de estilo para "contrabalancear" o estilo da namorada, como se todo casal precisasse de um polo masculino e um feminino (não precisa!). Às vezes, a gente demora pra perceber que orientação sexual não tem nada a ver com estilo pessoal. O mundo está repleto de sapatilhas, escarpins, botinhas e todo tipo de sapatão. Você não precisa mudar, a graça está na diversidade!

6. Pense bem antes de morar junto
Ah, as mulheres! Nós adoramos a companhia da namorada, queremos ter um cachorro/gato/filho/hamster juntas, imaginamos acordar com ela depois de uma noite fantástica de sexo e tomar um belo café da manhã na cama... Aí a gente começa a namorar e, no dia seguinte, o casal está morando junto. Calma lá! Casamento não é um mar de rosas, mesmo quando a namorada é a alma gêmea. Muitas vezes essa situação acaba acontecendo por problemas familiares, mas se esse não for o seu caso, tire um tempo para pensar bem antes de juntar as escovas de dente. Vale a pena.

7. Não abandone seus amigos
Essa é uma regra tão básica nos relacionamento héteros que é até engraçado a gente não lembrar disso. Algumas vezes os antigos amigos não nos apoiam quando nos descobrimos lésbicas; em outras, nós ficamos encantadas com o frisson da primeira paixão por outra mulher e paramos de andar com eles. Qualquer que seja a razão, o resultado é o mesmo: abandonamos o convívio social para viver apenas para o grande amor. Grande erro! Sobrecarregar sua namorada com as funções de amante, amiga, família, psicóloga e guru espiritualé um dos ingredientes da fórmula mágica para desgastar o namoro.

8. Ande sempre com lenços umedecidos
Sabe aqueles lenços de limpar bebê? Eles são ótimos pra limpar as mãos e tirar certos cheiros depois de uma diversão rápida. Você nunca sabe quando vai precisar deles!

9. Esteja preparada para rir quando usar um strap-on pela primeira vez
Strap-ons são ótimos, mas colocar um pela primeira vez pode ser meio estranho. Converse com sua namorada e transforme esse evento em um momento descontraído e divertido até vocês se acostumarem com o novo amigo e ele vire super sexy. Não estou falando que precise, é apenas uma dica.

10. Esqueça o que os outros dizem
Nem sempre o que vale para uma pessoa vale para a outra. Principalmente no mundo gay, onde há todo tipo de opinião. Viva sua vida, aprenda com suas experiências e não deixe ninguém lhe dizer como se comportar. Seja feliz!

Bônus: Só é eterno quando já tiver sido eterno. Dizer que é seu amor eterno é lindo, agora nunca acredite nisso. Porque as coisas acabam ou são lançadas para um outro momento. Porque todos sabemos que o futuro nos reserva muitas surpresas e nos pouparmos de vive-las, não é só desperdício como é impossível. Lutar por um amor é lindo, mas sofrer por alguém não.

Texto escrito por: Akemi Yasu

Na net...

Estava eu no youtube, fuçando como sempre e achei esse vídeo interessante sobre os tipos de lés e achei legal postar aqui... Dando o devido crédito esse vídeo é da galera Vlogueiras n´O Brejo... Como a menina irá falar no vídeo as informações contidas são em tom de brincadeira...
Espero que vcs gostem...



Beijos e uma ótima terça-feira...
Angie...

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

“Não sejas demasiado justo”



Essa encruzilhada simples entre o certo e o errado, entre o lado da vida e o da morte, só acontece nos textos de lógica








ERA UM DEBATE sobre o aborto na TV. A questão não era “ser a favor”ou “contra o aborto”. O que se buscava eram diretrizes éticas para se pensar sobre o assunto.
Será que existe um princípio ético absoluto que proíba todos os tipos de aborto? Ou será que o aborto não pode ser pensado “em geral”, tendo de ser pensado “caso a caso”? Por exemplo: um feto sem cérebro. É certo que ele morrerá ao nascer. Esse não seria um caso para se permitir o aborto, para poupar a mulher do sofrimento de gerar uma coisa morta por nove meses?
Um dos debatedores era um teólogo católico. Como se sabe, a ética católica é a ética dos absolutos. Ela não discrimina abortos. Todos os abortos são iguais. Todos os abortos são assassinatos.
Terminando o debate, o teólogo concluiu com esta afirmação: “Nós ficamos com a vida!”
O mais contundente nessa afirmação está não naquilo que ela diz claramente, mas naquilo que ela diz sem dizer: “Nós ficamos com a vida. Os outros, que não concordam conosco, ficam com a morte…”
Mas eu não concordo com a posição teológica da igreja -sou favorável, por razões de amor, ao aborto de um feto sem cérebro- e sustento que o princípio ético supremo é a reverência pela vida.
Lembrei-me do filme a “Escolha de Sofia”. Sofia, mãe com seus dois filhos, numa estação ferroviária da Alemanha nazista. Um trem aguardava aqueles que nele seriam embarcados para a morte nas câmaras de gás. O guarda que fazia a separação olha para Sofia e lhe diz: “Apenas um filho irá com você. O outro embarcará nesse trem…” E apontou para o trem da morte.
Já me imaginei vivendo essa situação: meus dois filhos -como os amo-, eu os seguro pela mão, seus olhos nos meus. A alternativa à minha frente é: ou morre um ou morrem os dois. Tenho de tomar a decisão. Se eu me recusasse a decidir pela morte de um, alegando que eu fico com a vida, os dois seriam embarcados no trem da morte… Qual deles escolherei para morrer? Acho que a ética do teólogo católico não ajudaria Sofia.
Você é médico, diretor de uma UTI que, naquele momento, está lotada, todos os leitos tomados, todos os recursos esgotados. Chega um acidentado grave que deve ser socorrido imediatamente para não morrer. Para aceitá-lo, um paciente deverá ser desligado das máquinas que o mantém vivo. Qual seria a sua decisão? Qual princípio ético o ajudaria na sua decisão? Qualquer que fosse a sua decisão, por causa dela uma pessoa morreria.
Lembro-me do incêndio do edifício Joelma. Na janela de um andar alto, via-se uma pessoa presa entre as chamas que se aproximavam e o vazio à sua frente. Em poucos minutos as chamas a transformariam numa fogueira. Para ela, o que significa dizer “eu fico com a vida”? Ela ficou com a vida: lançou-se para a morte.
Ah! Como seria simples se as situações da vida pudessem ser assim colocadas com tanta simplicidade: de um lado a vida e do outro a morte. Se assim fosse, seria fácil optar pela vida. Mas essa encruzilhada simples entre o certo e o errado só acontece nos textos de lógica. O escritor sagrado tinha consciência das armadilhas da justiça em excesso e escreveu: “Não sejas demasiado justo porque te destruirás a ti mesmo…”

Texto escrito por Rubem Alves

Iniciando mais uma semana


Olá meninas...



Desculpe a falta de posts, mas na última semana problemas de saúde me deixaram impossibilitada de estar mais presente aqui no blog. No entanto, essa semana começo super bem e, portanto teremos várias postagens nos próximos dias.
Grande beijo a todas e que a semana seja ótima
Angie...



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Bom dia...




Que essa quinta-feira seja maravilhosa...
Beijos
Angie...

Orgasmo feminino


Duplo, múltiplo e até com ejaculação: toda mulher precisa tentar alcançar o orgasmo
Pega aqui, esfrega dali. Na hora da transa não deve haver pudores, muito menos insatisfação. A idéia de que o orgasmo feminino é quase uma lenda já foi derrubada há muito tempo pela ciência – e por elas também. Com a prática sexual e a confiança no companheiro, tem mulher que vai à loucura. “Eu não fico criando caso. O homem tem que saber fazer direito e eu ajudo”, conta Daniela*, de 23 anos. “Não tenho dificuldade para alcançar o orgasmo. O mais fácil para mim é o por fora (da vagina, no clitóris) com qualquer tipo de estímulo. Dedos, língua, massageadores”, completa.

Por que é mais difícil para elas?

A maioria das mulheres encontra dificuldades para atingir o clímax. “Existem duas causas principais, a questão cultural, de ter uma criação rígida, e a falta de conhecimento do próprio corpo”, explica a terapeuta sexual do Instituto Kaplan, Sandra Vasques. “A mulher deve aprender a se entregar a ela mesma, não ao homem. Não tem que ficar preocupada em agradar.”

Descobrindo o prazer

“A mulher pode começar no banho, tocando o próprio corpo, descobrindo quais sensações são as melhores”, diz Sandra. Aos poucos, ela pode alternar o ritmo, a intensidade e a pressão desse toque para se descobrir. O prazer pode estar em qualquer parte do corpo, desde as mais comuns, como seios, pescoço e coxas, até outras como pés e braços. “O importante é que a mulher se solte, não fique apenas mexendo no corpo. Quando ela estiver com o parceiro, precisa ser um jogo lento, curtido, até ela realmente sentir algo”. “Faço um exercício em casa, levantando e descendo as pernas”, relata a estudante Cláudia*, de 23 anos. Esse tipo de atividade reforça a musculatura pélvica. Cláudia também faz exercícios para contrair a musculatura interna da vagina, usando uma técnica conhecida como pompoarismo, que firma a musculatura e dá mais prazer durante a transa. Ela garante que fica excitada até durante o exercício. “Uma vez eu tive um orgasmo fazendo abdominal”.

Dentro e fora ao mesmo tempo?

Tem mulher que vai além e consegue atingir o orgasmo clitoriano e vaginal (Ponto G) ao mesmo tempo! “Já tive orgasmos duplos. É mais raro, mas acontece.”, relata Cláudia. “Tem que estar muito excitada”. O ponto G é uma região do tamanho de uma moeda que fica na parte de trás do osso pélvico, a 2 ou 3 cm da entrada da vagina. Pesquisas científicas divergem em relação à existência ou não dessa zona erógena, associando o clímax feminino a um prazer psicológico. De qualquer forma, a estimulação dessa região pode causar resultados incríveis.

A busca ao cálice sagrado do sexo

Comece estimulando o seu clitóris com o dedo. Use um gel lubrificante para aumentar a sensação de calor e facilitar o toque. Quando estiver começando a se excitar – o ponto G aumenta quando a mulher fica excitada - procure a região com um ou dois dedos, como se estivesse tentando tocar o umbigo por dentro da vagina. Uma dica: a pele desse local é mais enrugada. Encontrado o tal do ponto G, é só tocar, tocar, tocar, enfim, praticar. Quando estiver com o seu parceiro, mostre para ele o caminho. Existem vibradores e massageadores que estimulam tanto o ponto G quanto o clitóris e podem ajudar nessa tarefa e ainda deixar a relação mais quente.

Ejaculação feminina

Sim, a mulher pode ejacular no momento do orgasmo, assim como o homem. Mas, isso varia do organismo de cada uma. O líquido é diferente do masculino: é claro e sem cheiro. “Algumas mulheres têm glândulas extras que produzem o líquido, é diferente de um corrimento”, explica a terapeuta Sandra Vasques. “Nem toda mulher ejacula e isso é absolutamente normal”. 

Texto de Ana Paula Rodrigues e Mariana Zafalon

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O Amor no Terceiro Milênio


Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início desde milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossas felicidades, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.

O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização (…). A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso - o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe/princesa ou salvador(a) de coisa alguma. É apenas um(a) companheiro(a) de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria, ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se toma menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo…

Texto escrito por Dr. Flávio Gikovate 

E as férias acabaram...


Pois é meninas, depois de 18 dias sem postar absolutamente nadinha estou de volta.
As férias foram maravilhosas... Queria mais, muito mais... No entanto, como menina responsável que sou, estou aqui... Ainda com um pouco de preguiça, mas com grandes ideias para esse novo ano que iniciou e para tanto é hora de começar a mexer as “cadeiras”.
Nesta semana estarei postando mais uma parte das minhas experiências. A reação de alguns amigos mais íntimos e também do resto dos familiares. Agora é fato: toda a família sabe que sou lés e que tenho uma namorada. 
Na verdade grande parte da família conheceu a Edi nessas férias, pois ficamos 15 dias juntinhas e claro com toda a família ao redor kkk.
Meninas, que esse ano seja fabuloso, repleto de muitas alegrias para todas nós...
Grande beijo e uma ótima semana.
Angie...

Bom dia...

É isso aí...
Estou de volta...



Angie...