terça-feira, 16 de setembro de 2014

Vereador sugere que homossexuais sejam 'colocados em uma ilha'

O vereador Sérgio Nogueira (PSB), da cidade de Dourados (MS), fez discurso inflamado na Câmara
local nesta segunda-feira (15) e propôs que os homossexuais fossem colocados todos em uma ilha por 50 anos. As informações são da rádio 94FM Dourados.

 "Não podemos passar a ideia de que o anormal é normal. Bota (sic) as pessoas que pensam assim numa ilha por 50 anos. Coloca essas pessoas numa ilha e depois de 50 anos volta para ver; não vai ter mais ninguém”, afirmou ele em seu discurso. Na sequência, Nogueira afirmou não ser homofóbico.
O vereador iniciou seu discurso por conta de um convite para que assistisse palestras contra a homofobia que a Secretaria Municipal de Assistência Social organiza. Ele é presidente da Comissão de Assistência Social da Câmara.

 “Perguntaria para qualquer vereador se podendo ser adotado se optaria por ser adotado por uma família de homossexuais. Não sou a favor da homofobia. Quero colocar a população para refletir. Isso é contra os nossos princípios”, concluiu ele, que é pastor evangélico.
 
Fonte: Yahoo

 

Brasileiro se casa com príncipe italiano

 
 
Um carioca ganhará títulos de realeza após ter se casado com um príncipe italiano, no último dia 3 de agosto, no Rio de Janeiro. Henrique Mollica formalizou a união civil com o pintor Giulio Durini di Monza, príncipe de Fabbrica (ele também é marquês, barão e conde di Monza), numa cerimônia intimista para apenas 14 convidados, na mansão da família do nobre, no bairro da Glória, na Zona Sul da cidade.

O casal se conheceu há três anos, durante uma festa na casa de amigos do brasileiro, na Europa. Na ocasião, Henrique não sabia que o italiano era um príncipe.

- O Giulio é artista plástico. No jantar em que nos conhecemos tinham alguns quadros pintados por ele. Como eu estudei História da Arte, e Giulio é um grande conhecedor de história antiga, acabamos passando a noite inteira falando sobre arte -, lembra o brasileiro, em entrevista ao EXTRA.

Logo, eles começaram a namorar. Henrique diz que o relacionamento dos dois sempre foi apoiado pela família de ambos. Para o jovem, namorar um membro da realeza nunca trouxe preocupação.

- Vivemos juntos há três anos. Já estou acostumado com a responsabilidade de viver ao lado de uma pessoa que tem grandes tradições -, diz.

O pedido de casamento aconteceu, então, como num conto de fadas. - Uma noite estávamos na torre do castelo, onde moramos, olhando a lua e as estrelas, e naquele momento o Giulio me pediu em casamento -, ele conta.

Após o “sim”, o casal decidiu oficializar o relacionamento aqui no Brasil, uma vez que na Itália a união civil gay ainda não é permitida. Segundo a madrinha do casamento, a colunista brasileira Hildegard Angel, a família de italiano é guardiã de uma coroa usada por Napoleão Bonaparte, quando ele se consagrou rei da Itália, em 1805. Com isso, após o casamento com Giulio, o brasileiro não só conquistou os sobrenomes do companheiro, passando a ser também um Durini di Monza, como garantiu para si os mesmo títulos de nobreza que ele.

 - Em breve, retornaremos para a Itália porque temos muito trabalho lá. Giulio preside uma fundação criada pela família Durini há 100 anos, que se ocupa em dar bolsas de estudo para jovens artistas plásticos de talento e pianistas estudantes do Conservatório de Música Giuseppe Verdi de Milão -, diz Henrique
Atualmente, Giulio também é curador da fundação italiana de artes Alessandro Durini. O casal divide o tempo no eixo Brasil-Itália-Nova York. Sobre a possibilidade de se tornarem pais, Henrique revela:

- Quem sabe no futuro?

 Fonte: Extra

Criança terá nome do pai e de duas mães em documento


A Justiça de Santa Maria (RS) assegurou a uma menina nascida no último dia 27 de agosto o direito de ter em sua certidão de nascimento o nome do pai e de duas mães. A sentença é inédita e abre precedentes para situações semelhantes no restante do País. A decisão foi tomada pelo juiz de Direito Rafael Pagnon Cunha na quinta-feira, 11.

A ação de suprimento de registro civil com multimaternidade foi movida pelos genitores e pela parceira da gestante em comum acordo, segundo descrição contida no despacho do magistrado. "Narraram que a gestação foi concertada pelos três, com concepção natural, intentando fazer constar no registro civil do nascituro os nomes do pai e das duas mães, bem como de seus ascendentes", descreve o magistrado.

As mães da menina são companheiras há quatro anos e casadas formalmente há dois meses. O pai biológico é um amigo das duas que concordou em ser o genitor, desde que isso constasse nos documentos. O Cartório do Registro Civil teve de adaptar seus sistemas para poder fazer constar todos os nomes, inclusive dos três pares de avós, um paterno e dois maternos.

Na sentença, o juiz destaca que "o que intentam Fernanda, Mariani e Luís Guilherme, admiravelmente, é assegurar à sua filha uma rede de afetos. E ao Judiciário, guardador das promessas do Constituinte de uma sociedade fraterna, igualitária, afetiva, nada mais resta que dar guarida à pretensão - por maior desacomodação que o novo e o diferente despertem".

Fonte: UOL

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Homofobia é crime!


Jovem gay pegou carona com cliente de bar antes de ser morto, em Goiás


 
Os donos do bar onde trabalhava o jovem João Antônio Donati, 18 anos, que foi encontrado morto em um terreno baldio em Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia, disseram ao G1 que pediram a um cliente que levasse a vítima para casa na madrugada em que o crime ocorreu, na quarta-feira (10). “Quando foi por volta da 1 hora, fechamos o bar e meu marido pediu que um cliente desse carona ao João. Essa foi a última vez que o vimos com vida”, lamentou a comerciante Graça de Maria, na manhã desta sexta-feira (12).

Segundo os proprietários, o cliente do bar já prestou depoimento à Polícia Civil. "Ele disse que levou o João até a esquina da rua onde ele morava e que ele estava muito apressado, como se fosse encontrar alguém. No entanto, não o viu com ninguém", relatou Graça. O jovem era homossexual e a polícia acredita que ele tenha sido vítima de homofobia.

O G1 procurou o delegado Humberto Teófilo, responsável pelo caso, mas ele não pôde atender a reportagem nesta manhã.

João começou a trabalhar como garçom no bar há duas semanas. Apesar de cumprir expediente de sexta-feira a domingo, o jovem foi ao local na noite de terça-feira (9). "Ele veio trazer umas roupas do meu marido que a mãe dele lavou e ficou aqui ajudando”, contou Graça.

Mesmo trabalhando no bar há pouco tempo, João era um velho conhecido dos proprietários. "Ele sempre vinha ao bar acompanhado da mãe e ficamos amigos. Meu marido é espanhol e o fato do João ter morado lá na Espanha por dois ou três anos nos aproximou ainda mais. Aí a gente precisava de ajuda no bar e o contratamos", explicou a dona do estabelecimento.

Revolta
Segundo a comerciante, todos sabiam que o rapaz era homossexual, mas isso nunca foi um problema para ele. "Ele falava abertamente sobre isso, mas era muito respeitoso. Assim, todos os respeitavam também. Estamos chocados com essa barbaridade".
O dono do bar, Jesus Hermínio, diz que a vitima era uma pessoa "excepcional" e que não mereceria sofrer com tamanha violência. "Ele era um bom menino, de extrema confiança. Muito educado e trabalhador. É muito triste sequer imaginar que ele tenha sido vitima de homofobia", destacou.

O casal diz que agora espera que justiça seja feita. "Ninguém imagina a dor que essa família está sentindo. E todos nós, pois ele fará muita falta. Era um menino alegre demais para terminar assim, com tanta tristeza. Imagino o quanto ele implorou antes de ser morto. Só espero que as autoridades encontrem os responsáveis", disse Graça. "Que prendam esse monstro que tirou a vida do João", completou Jesus.


Crime
Laudo do Instituto Médico Legal (IML), concluído na quinta-feira (11) aponta que a vítima lutou com o agressor antes de morrer e que ele possuía diversas marcas de hematoma pelo corpo. O documento concluiu também que a vítima morreu asfixiada e que não havia nenhuma fratura no corpo.
“Ele tinha diversos hematomas pelo corpo, no olho, no nariz. E como não tinha nenhuma fratura, pode indicar que alguém ficou segurando o rapaz enquanto ele não conseguia respirar. Mas só as investigações podem esclarecer certinho como se deu toda essa dinâmica do crime”, disse o delegado ao G1, na quinta-feira.  Ele afirmou que não foi pedido nenhum outro laudo em relação ao corpo da vítima.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e causou revolta em internautas de várias partes do país, que já marcaram protestos em cidades como Inhumas, Belo Horizonte e São Paulo no próximo sábado (13).
Teófilo informou que a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República entrou em contato para pedir informações sobre o caso e cobrar atenção à investigação. Em nota, o órgão também manifestou “suas mais profundas condolências à família e aos amigos de João Antônio, apelando às autoridades do estado para que deem ao caso a devida atenção”.
 
Fonte: G1

Juíza de Santana do Livramento tenta tirar do ar perfil falso no Facebook


 
Figura central da polêmica a respeito do casamento entre duas mulheres dentro de um CTG em Santana do Livramento, a magistrada Carine Labres tenta tirar do ar um perfil falso atribuído a ela no Facebook. A página mostra frases como "Aqui no Rio Grande do Sul só tem bambi" e "Gaúcho é tudo baitola?".
Para buscar os responsáveis por criar o perfil, o núcleo de inteligência do Tribunal de Justiça foi acionado.

— Estamos entrando com uma ação judicial para tirar a página do ar e responsabilizar os culpados. O perfil tem ataques homofóbicos e informações erradas sobre o casamento — afirma a juíza, ressaltando que o número de ameaças a ela cresceu. — Mas isso tem de ser enfrentado com serenidade — acrescenta.
Segundo a magistrada, são grupos minoritários da cidade que promovem este tipo de ataque. Na quinta-feira, Carine revelou que há semanas vem sendo escoltada por policiais devido a ameaças, mas não havia revelado nada para não tirar o foco do casamento.

Com a bandeira do arco-íris, símbolo do movimento gay, posta sobre os ombros, ela chegou ao CTG por volta das 9h para acompanhar os trabalhos de reconstrução de parte do prédio, destruída pelas chamas da madrugada de quinta-feira. Pouco mais de 10 voluntários desmontavam a parte atingida pelo fogo — a intenção é que o galpão possa ser reerguido até a tarde deste sábado, para quando está marcada a cerimônia.
— Mas se não tiver condições de segurança, o casamento será realizado em outro local — ponderou a juíza.

Fonte: Zero Hora

Com mais de 90 anos, casal gay se casa após 72 anos junto


 
Mais de sete décadas depois de começar seu relacionamento, Vivian Boyack e Alice "Nonie" Dubes se casaram. Boyack, 91, e Dubes, 90, sentou-se ao lado do outro durante a cerimônia de sábado, o Quad City Times relata .
"Esta é uma celebração de algo que deveria ter acontecido há muito tempo atrás", o Rev Linda Hunsaker disse ao pequeno grupo de amigos próximos e familiares que compareceram.

As mulheres reuniram-se em sua cidade natal de Yale, Iowa, enquanto crescia. Em seguida, eles se mudaram para Davenport, em 1947, onde ensinou Boyack escola e Dubes fez um trabalho de folha de pagamento. Dubes disse que as duas têm desfrutado de suas vidas em conjunto e que ao longo dos anos, eles viajaram para todos os 50 estados, todas as províncias do Canadá, e para a Inglaterra duas vezes.
"Tivemos um bom tempo", disse Dubes. Boyack disse que tem um monte de amor e de trabalhar para manter um relacionamento indo para 72 anos.

Amigo de longa data Jerry fermento, 73, disse que conheceu o casal quando ele trabalhava em seu quintal como um adolescente. "Eu conheço essas duas mulheres em minha vida, e eu posso te dizer, eles são especiais", disse levedura. Iowa começou a permitir o casamento gay em 2009 As duas mulheres dizem que nunca é tarde demais para um novo capítulo na vida.

FONTE: theguardian.com

Jovem criado por duas mães faz discurso surpreendente e mostra o que família realmente significa

 
O jovem Zach Wahls, 23 anos, foi criado por duas mães, por isso ele sabe exatamente as consequências da lei que permitiu o casamento igualitário no estado de Iowa, nos Estados Unidos, onde mora. Ele tomou coragem e fez um discurso contando sua experiência e o verdadeiro significado de família num vídeo que se espalhou pelo mundo.
Zach fez o surpreendente depoimento no dia 11 de janeiro de 2011, para a câmara legislativa do Estado de Iowa, EUA. O vídeo a seguir já foi visualizado por mais de 19 milhões de pessoas.

"Vamos cumprir nossa palavra e realizar o casamento", garante patrão do CTG incendiado


As primeiras labaredas que atingiam o galpão do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Sentinelas do Planalto, na madrugada desta quinta-feira, puderam ser vistas pelo patrão Gilbert Gisler, o Xepa, da janela de sua própria casa, cerca de cinco minutos após ter deixar o local (confira entrevista abaixo).

A noite havia sido de comemoração no galpão. Até por volta da meia-noite, integrantes do CTG celebravam com um churrasco a conquista do alvará do Corpo de Bombeiros do município — necessário para a realização de um casamento gay e de outros 28 casais heterossexuais no sábado. 


Ainda bastante abalado, Xepa conversou com Zero Hora na manhã desta quinta. Ele não sabia dimensionar os estragos causados pelo incêndio e informar a possibilidade de a cerimônia ocorrer no galpão, na data e horário previstos. Porém, garantiu:

— A palavra de um homem, de um gaúcho, é como um tiro. Depois que sai, não volta mais. E nós vamos cumprir a nossa palavra. Vamos realizar os 29 casamentos. Vamos realizar o sonho dessas pessoas. Se hetero ou homossexuais não me interessa.

Xepa é vereador em Santana do Livramento. Há um mês, ele havia recebido uma ligação anônima em seu gabinete. Do outro lado, uma mulher denunciava que um grupo estava se preparando para "acabar" com a cerimônia — "nem que para isso tivessem que dar um pau nesse tal de Xepa, dar um jeito na juíza e botar fogo no CTG". A ameaça foi registrada na Polícia Civil.

Confira a entrevista com o patrão do CTG:

O senhor havia recebido ameaças há cerca de um mês. Imaginavam que isso pudesse realmente acontecer?

A gente recebeu algumas ameaças, mas acreditávamos que fossem só boatos. Mas infelizmente essa barbaridade se concretizou. O pior de tudo é a discriminação. O ser humano discriminar outro por sexo, por credo, por qualquer coisa. Temos que acabar com isso. Isso não pode existir mais.

O senhor mora na frente do CTG. Foi possível ver alguma coisa?

Nós estávamos festejando o alvará do Corpo dos Bombeiros. Além do alvará, também o elogio dos bombeiros, por termos cumprido todas as metas, conseguido o PPCI (Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndio). Estava tudo ok, fazíamos um churrasco para festejar. Lá por meia-noite fechei o CTG e fui para casa. Não deu cinco minutos, minha esposa olhou pela janela e viu a labareda. Mas não deu para ver o que realmente ocorreu. A perícia agora trabalha nisso.

E já se sabe a dimensão do prejuízo?

Não tenho ideia. Imagino que tenha sido grande. Pelo comentário das pessoas que tiveram acesso lá, foi grave. Vamos ver até onde foi comprometida a estrutura do CTG.

O casamento sai?

A palavra de um homem, de um gaúcho, é como um tiro. Depois que sai, não volta mais. E nós vamos cumprir a nossa palavra. Vamos realizar o casamento gay e os outros 28 casamentos. Vamos realizar o sonho dessas pessoas. Se hetero ou homossexuais não me interessa, são todos pessoas. Se a estrutura permitir, vamos realizá-lo ainda na Semana Farroupilha. Se pudermos manter tudo como o combinado, vamos manter: a data, o horário, o local, tudo. Não vai ser por esse fato que nós vamos desistir. O Sentinelas do Planalto vai voltar mais forte ainda.

O coordenador do Movimento Tradicionalista Gaúcho da 18ª região do MTG, Rui Rodrigues, se manifestou contra o casamento gay dentro do CTG. Na sua opinião, isso contribuiu para o aumento da hostilidade?

Eu não me refiro a nada do que diz respeito a esse cidadão. Nada a declarar com relação a ele.
 
Fonte: Zero Hora

 

CTG que vai sediar casamento gay é incendiado no Rio Grande do Sul



O Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Sentinelas do Planalto foi atingido por um incêndio na madrugada desta quinta-feira em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. O fogo atingiu o palco do espaço, exatamente o local que vai receber um casamento gay e de outros 28 casais heterossexuais no sábado.

Uma moradora conta ter visto quatro homens — três brancos e um negro de chapéu — em um Gol branco em um bar próximo do CTG, cerca de 400 metros da agremiação. Os homens teriam esperado o patrão do CTG, Gilbert Gisler, o Xepa, sair do local. Após a saída do patrão, que mora ao lado do CTG, os homens teriam ido até o local com garrafas pet contendo uma mistura que acredita-se ser coquetel molotov. Eles saíram do bar rindo e em seguida começou o fogo.
Um outro morador também viu o fogo. Ele conta ter visto um carro parado com os faróis acesos no alto do morro um pouco acima do CTG. Os faróis teriam se apagado e, em seguida, iniciado o fogo, visto primeiramente na altura do telhado.

Os homens teriam atirado as garrafas por trás do CTG. O incêndio atingiu o palco do espaço, o que reforça as suspeitas de que o fogo foi provocado. Aparentemente, o incêndio não danificou a estrutura do galpão. Segundo Loner Baron, que fez a instalação elétrica no CTG, os danos foram leves.

Pouco depois das 2h, o patrão do CTG entrou no local e encontrou a bandeira da agremiação intacta (foto abaixo). Ela foi colocada em cima de uma roda de carreta na frente do galpão. A bandeira tem a figura de uma ferradura e um quero-quero, que é o chamado Sentinela do Planalto.

O patrão não quis dar entrevista, mas pediu, abalado e consolando pessoas chocadas com o incêndio, ajuda para reconstruir o CTG. Pessoas que trabalharam na decoração, limpeza e com os enfeites no CTG eram as mais abaladas com o incêndio.

Até por volta das 2h30min, os bombeiros fizeram o rescaldo do incêndio, ainda com fumaça saindo do CTG. Além dos bombeiros, equipes da Polícia Civil, perícia e do 2º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar estiveram no local.


Solange Ramires, 24 anos, e Sabriny Benites, 26 anos formam o primeiro par de lésbicas do país a se casar dentro de um centro de tradições gaúchas (CTG). As duas irão se somar a mais 28 casais heterossexuais que trocarão alianças na cerimônia marcada para sábado. O evento tem repercussão internacional, a se julgar pelo interesse demonstrado por jornalistas de outros países. Estão convidadas autoridades do governo do Estado, do Poder Judiciário e do Ministério Público.
Para Solange e Sabriny, é a oportunidade de formalizar uma paixão iniciada há cinco anos. Com o documento de casadas, pretendem contrair um empréstimo para comprar a casa própria.
Fonte: DC