sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo



Feliz Ano Novo meninas...
Volto na terça-feira, dia primeiro...
Beijos..

Gozando muitíssimo...

A ciência nos diz que orgasmos são contrações musculares involuntárias que acompanham a liberação da tensão sexual. Essa definição nem de perto descreve a variedade de experiências orgásticas possíveis e disponíveis para quem busca o prazer… Com um pouco de persistência, cada uma de nós pode descobrir mais sobre nosso potencial orgástico.
Orgasmos podem variar de uma doce tremulação na área genital até uma feroz e arrebatadora onda de energia que atravessa todo o corpo, e a mesma mulher pode experimentar diferentes tipos de gozo dependendo da hora, companhia, estado emocional, grau de excitação… Há um número enorme de mulheres que tem problemas em alcançar o orgasmo, e muitas outras nem mesmo tem certeza se já tiveram um… Se você nunca teve um orgasmo ou deseja experimentar orgasmos mais fortes, aqui vão algumas sugestões para começar:
- Conheça seus genitais! Essa é básica, mas muitas meninas negligenciam esse primeiro passo importante. Olhar para sua vagina e desenvolver uma admiração genuína por ela vai ajudar a te liberar de vergonhas e acanhamentos sexuais. E para identificar os orgasmos, conheça seus músculos genitais! Contraia os seus músculos PC, como se você fosse prender a urina e depois solte. Ao fazer esse exercício você estará trabalhando os mesmos músculos que involuntariamente se contraem e relaxam quando você goza.

- Reserve tempo e priorize seu auto-prazer e faça disso uma prática regular (ninguém pode fazer isso por você!). A masturbação nos ensina como gostamos de ser tocadas, o que nos deixa “molhadinhas”, e o que mais facilmente nos leva ao orgasmo (não há uma formula única…cada mulher, um caso). Praticar a excitação é a maneira mais garantida para aprender as técnicas que nos ajudam a alcançar novas conquistas de prazer sexual, seja sozinha ou acompanhada. A masturbação constrói nossa auto-confiança sexual.

- Relaxamento corporal total ajuda bastante no início - se você está buscando alcançar a tensão sexual é preciso colocar de lado as outras tensões do dia-a-dia. Tente apagar os pensamentos sobre a louça que você ainda tem que lavar, o trabalho da faculdade que você não terminou de escrever, a crise mundial… Faça qualquer coisa que seja necessário para sentir-se completamente a vontade. O relaxamento da mente e do corpo vai te ajudar a estar completamente presente e alerta as respostas do seu corpo. Um bom começo é deitar de barriga pra cima, olhos fechados, música suave, sentido a respiração no abdômen, devagar. (PS: Yoga é um excelente reforço para esse processo…e nem precisa ser Tantra.)

- Experimente se masturbar em momentos diferentes do dia. As chances de você conhecer as nuances do seu desejo serão bem menores se você sempre tentar gozar à noite, depois de um longo e estressante dia.- Excite-se! Explore sua eroticidade lendo textos sensuais (o uvanavulva por ex…rs…), assistindo filmes eróticos e até escrevendo suas próprias fantasias_sem censura!

Pergunte-se: “O que me deixa molhadinha?”, e viaje nos pensamentos!

- Que tal adicionar um vibrador ao seu repertório sexual? Um vibrador também pode ser usado tanto no sexo solitário quanto para o sexo a 2. A vibração constante do aparelho em cima ou em volta do clitóris pode ajudar a resolver um problema comum: a estimulação insuficiente do clitóris. Para algumas mulheres, ou para todas nós, dependendo do momento, a fricção com as mãos é insuficiente. Há vários modelos disponíveis nas sex shops por aí. E até aquele massageador de costas da mamãe funciona super bem…
- Não tenha medo de mexer-se, balançar-se, gemer, rugir, gritar, chorar, rir ou fazer com qualquer tipo de movimento ou ruído durante a masturbação e o sexo. Se o que você busca é a liberação total, acostume-se a reações tipo “perder o controle”. Não tenha medo de pagar “micos”, faça barulho! Solte-se! Aliás, exercite fazer essas coisas mesmo que não sinta uma vontade (consciente)…no começo é SUPER artificial, mas depois você surpreende com as reações que estão escondidas e reprimidas lá no fundo…

- Brinque com seu corpo e o seu desejo. Quando você estiver chegando ao auge da sua tensão sexual, pare tudo, respire fundo e recomece. A energia sexual pode ser aumentada em ciclos, cada um mais intenso que o outro. Faça tudo sem pressa, observando sua respiração. A respiração cadenciada e profunda ajuda a alcançar um maior relaxamento. Prender a respiração pode frustrar o gozo.

- A visão negativa e deturpada do sexo e do prazer em nossa cultura especialmente em relação a mulher pode inibir nosso desenvolvimento como seres sexuais e o entendimento da nossa própria sexualidade. Felizmente, nós temos a liberdade de questionar a visão de sexo que nos é imposta e ensinada… E também temos o direito e a capacidade de curar os traumas que começamos a revelar no processo de exploração do nosso desejo. Reflita, leia, procure ajuda profissional se necessário. Quando optamos por nos abrir para a sexualidade através de nossas vidas, não há limites para o crescimento e o prazer que podemos alcançar.

Portanto… GOZAI MUITÍSSIMO!!!

Texto by Femme C.

Aprendendo a arte de gozar kkkk 
Aproveitem meninas...
Beijos..
Angie...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Bom dia...



Beijos...
Angie...

Parole, parole, parole!*


Dizer e ouvir Eu te Amo é bom sim; mas nem sempre.


Em uma conversa com o pai de um amigo, casado há 40 anos, ouvi sábios conselhos e ensinamentos dentre eles, um ficou marcado:

 “Minha mulher reclamava no começo do nosso casamento que eu sou bruto, que não dizia "eu te amo", mas com o tempo ela viu que eu era um bom pai, um bom marido, que nunca deixei faltar nada em casa. Aí ela falou que o que importa mesmo é dia-a-dia".

Quantos "eu te amos" são necessários para se construir uma relação?

Já dizia minha mãe:

- Filha, nunca pergunte para alguém "você me ama?". Essa pergunta coloca a pessoa em uma situação difícil, caso ela não ame, entende?

Conheço inúmeras pessoas que se escondem atrás do "eu te amo" diário, que vem quase como uma obrigação matrimonial e que de amor raramente tem alguma coisa. São "eu te amos" vazios, mecânicos, que mantém a falta de cuidado, de carinho, de atenção, a preocupação sincera sob segundo plano.
- Eu não te dou carinho, mas eu digo eu te amo. 
- Eu não me importo se você está bem ou não, mas eu digo eu te amo.
- Eu sequer lembro que você existe durante o dia, mas eu digo eu te amo.

Pior do que o "eu te amo" banal, é o "eu também" osmótico, que faz ainda menos sentido que o primeiro.

- Eu te amo.
- Eu também. Me passa o sal?

O mais incrível é que para algumas pessoas o amor só existe se for dito. Elas não conseguem enxergar sentimento nos pequenos detalhes.

- Fiz aquela comidinha que você tanto adora! – Em outras palavras: fiquei duas horas no fogão preparando algo que irá te agradar, porque gosto de te ver feliz.
- Passei na frente da vitrine e tive que comprar essa blusinha para você! – Traduzindo: sempre tem algo que me faz pensar em você, onde quer que eu esteja.
- Sei que você não está bem. O que eu posso fazer para te ajudar?

O amor verdadeiro está naquele abraço que te conforta, no olhar cúmplice, nos mimos, nas noites sem dormir preocupada com ela (e), em apertar o orçamento pra levá-la (o) pra jantar, em rir juntos das dificuldades, em procurar juntos as soluções, em fazer qualquer coisa para vê-la (o) sorrindo, em doar o coração se ela (e) precisar de transplante.  É claro que "eu te amo" também está na verbalização, mas ele é complemento das atitudes.

Cuidado para não deixar de ver o amor onde ele realmente existe. Ouça o "eu te amo" que vai além das palavras. Se sua companheira (o) for "bruta" (o) como o pai do meu amigo e raramente disser "eu te amo", observe o dia-a-dia de vocês, veja como ela (e) te trata, se ela (e) cuida de você, se faria qualquer coisa para te ver bem.

"Eu te amo" sem atitude é como parlava mia nonna vecchia:

- Parole, parole, parole!*

Texto escrito por Nina Lopes

* Apenas palavras – Falação, falação, falação.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Queer ou Não-Queer?


A polêmica normalização da homossexualidade

Você se acha normal? Obviamente, teríamos antes que definir o que isso significa. Afinal, o que é normal para uns pode ser completamente estranho para outros. O dicionário define "normal" como o que está em conformidade com a norma. E então: você age de acordo com a regra? Mais uma vez, é preciso definir que regra é essa.
Vamos tomar como exemplo as normas que ditam o comportamento sexual. Uma leitora deixou um comentário, afirmando que nós, homossexuais, não somos normais. E você, o que acha? Ser homossexual é normal?

Alguns acreditam que é perfeitamente normal ser gay, mesmo que a homossexualidade não seja a regra seguida pela maioria em nossa sociedade. Isso porque o dicionário também define "normal" como um "comportamento considerado aceitável". Ou seja: para um comportamento ser considerado normal não é preciso estar de acordo com a regra geral ou com a maioria. Basta ser aceitável. Novamente, caímos num outro dilema. Afinal, a aceitabilidade de determinado comportamento varia muito de pessoa para pessoa. Há pessoas que aceitam a homossexualidade e existem aqueles que não a admitem de jeito nenhum.

Enfim, normalidade ou não da homossexualidade é uma questão de difícil resolução. Além da problemática envolvendo definições sobre o que é normal ou aceitável, há um outro ponto: será que é bom ser normal? Na verdade, nem todos querem ser normais. Conheço heterossexuais que não se acham e nem querem seguir a norma. Conheço muitos homossexuais que lamentam a "normalização da homossexualidade" pois a transgressão é muito mais valiosa (e gostosa) que a conformidade à norma. Mas se, por um lado, dizemos "We´re here, we´re queer" ("estamos aqui, somos esquisitos"), fazemos questão também de dizer: "get used to it!" ("vá se acostumando!"). Ou seja: não é por sermos uma minoria (esquisitos ou não) que aceitaremos ser violentados, discriminados ou silenciados.

Eu, pessoalmente, não tenho nada contra a normalização da homossexualidade (o que não quer dizer que eu me ache ou queira ser normal – muito pelo contrário). Acredito que devemos, enquanto sociedade organizada, garantir o direito de "normalização" a gays e lésbicas. Aqueles que quiserem ser "normais" devem ter à sua disposição toda série de direitos e deveres de gente "normal": casar, adotar filhos, partilhar planos de saúde, unir fundos de garantia para comprar apartamentos etc.

Assim como heterossexuais podem escolher entre transgredir e se conformar, os homossexuais também devem dispor de ambas opções. Podemos lutar pelo direito ao "casamento gay", mas isso não quer dizer que tenhamos, necessariamente (ou por obrigação à regra), que subir ao altar. O importante é podermos escolher entre nos casarmos ou não, como qualquer heterossexual.

Enfim, homos podem ser normais, heteros podem ser queers e vice-versa. A liberdade de ser o que se é deve ser nossa maior conquista.

Texto de Vange Leonel

Amores rapidinhos


Onde foi parar a tolerância nos relacionamentos?

Você já reparou como andamos com a tolerância abaixo de zero? No supermercado, se a fila ao lado anda dois milímetros a mais do que a que estamos, mudamos imediatamente para ela. No banco, na estrada, na padaria, na farmácia. Estamos absolutamente intolerantes a espera. Fila? Nem pensar! E atendimento ao cliente então? Qualquer dia, alguém enfarta com aquela musiqueta cretina do caminhão de gás que toca incessantemente até que alguém resolva nos atender. Na TV, o efeito "zapping*" rege absoluto. Ninguém assiste propagandas. Os coitados dos publicitários são obrigados a criar peças geniais para atraírem a atenção de quem muda de canal a cada cinco segundos. É a era do dinamismo, do imediatismo. Ruim mesmo é quando transportamos essa ânsia para o relacionamento.

Infelizmente, hoje em dia, ninguém mais luta para manter uma relação.
- A fila anda! - É o que se ouve ultimamente.
Ao primeiro sinal de desgaste, a retórica é sempre a mesma:
- Olha, acho que a gente já não dá mais certo, melhor cada uma seguir o seu caminho.
São os "fast loves" ou "amores rapidinhos". Onde foi parar a paciência para compreender que relacionamentos precisam passar pela maturação e adaptação?
Os casais separam-se porque a outra deixa a toalha molhada em cima da cama, porque uma quer pintar a parede da sala de azul e a outra de verde, porque uma gosta de gato e a outra de cachorro, porque uma gosta de dormir com edredon e a outra de lençol etc etc etc. As desculpas para a separação são tão banais e fúteis que são quase desnecessárias. Mais franco seria dizer "estou perdendo tempo com você".
A disposição para encontrar um novo amor é imensa, mas para manter a chama da paixão da relação na qual a pessoa já está é praticamente nula. É muito mais fácil ficar solteira e encontrar outra pessoa do que valorizar o que vocês já construíram juntas. O que esquecemos nessa fase de "me deixa que eu quero ser feliz" é que todos os relacionamentos passam pelos mesmíssimos estágios. Inevitavelmente, uma nova relação passará pelo desgaste, pelas controvérsias, pelas discussões, pelas calcinhas penduradas na torneira do chuveiro, pelas toalhas molhadas em cima da cama, pelo ciúme, pela insegurança e por todos os outros impasses que você já vivenciou ao longo da sua vida romântica. A ilusão que uma nova relação trará desafios distintos é uma luz no final do túnel para quem quer sair à caça de uma nova namorada. O que diferencia os relacionamentos, na verdade, é que vamos amadurecendo e aprendendo a lidar com as dificuldades que se repetem ao longo das nossas vidas a duas.
Ao se deparar com uma encruzilhada em sua relação, antes de "jogar a toalha", observe atentamente a sua parceira. Enumere suas qualidades, reviva sua vida conjugal e calcule o quanto você está realmente disposta a abrir mão de tudo para "partir para uma outra". É conquista que falta? Aprenda a reconquistá-la e permita-se ser reconquistada. É delicioso apaixonar-se novamente por alguém que já está ao seu lado há anos. Somos seres multifacetados, encontre nela uma faceta pela qual ainda não se apaixonou.
Deixe os "fast" para os "foods" e o "zapping" para a sua TV por assinatura. Viva a sua relação com a paciência de um yogue e seja muito feliz.


Texto de  Nina Lopes 


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal




Meninas que todas tenham um ótimo Natal..
Beijos..
Angie..

A PEDIDO


“É preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado” 
Guimarães Rosa

Uma amiga pediu para postar esse vídeo...
Grande beijo Ninha...



A hora certa...


Existe somente uma idade para a gente ser feliz...
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar...
Fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. 
Uma só idade para a gente se encantar com a vida...
Viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade...
Sem medo nem culpa de sentir prazer...
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança...
Vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores...
Entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor...
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. 
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa...
Aproveite cada momento, pois ele é único...

Grande beijo...
Um bom dia...
Angie...








sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Bom dia

Que maravilha, hoje é sexta-feira, dia 21 de 12 de 2012 e o mundo não acabou kkkk.. Sendo assim, vamos aproveitar ao máximo...





Beijos
Angie..