quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Em São Paulo cartórios terão que oficializar união gay


Nesta sexta-feira,  1 de março, entra em vigor a nova Norma de Serviço da Corregedoria-Geral que obriga os cartórios do estado de São Paulo a celebrar o casamento homossexual. Agora, os casais não precisam mais registrar primeiro a união estável para depois solicitar a conversão em casamento nem terão de recorrer à Justiça. Basta ir diretamente ao cartório de registro de pessoas naturais e solicitar a habilitação para o casamento.
A norma foi publicada em dezembro do ano passado e entraria em vigor no último dia 18, mas foi adiada para sexta-feira.
Segundo a Arpen-SP (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo), isso aconteceu  porque as entidades que reúnem os cartórios propuseram  aperfeiçoamentos à norma.
As propostas ainda estão em   análise pela Corregedoria-Geral da Justiça, mas, segundo a entidade, as novas proposições não estão relacionadas à  determinação de casamentos homoafetivos.
De acordo com  a Anoreg-SP (Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo), a maioria dos cartórios já registra a união homoafetiva. Mas há casos de juízes mais conservadores que não autorizavam o casamento gay.
Para o advogado Rogério Silva Fonseca, especialista em direito civil, a norma impede qualquer dúvida dos cartórios e evita que os juízes confundam questões religiosas com o direito civil do cidadão. “O que a corregedoria determina os cartórios devem seguir”, diz.
O primeiro casamento gay no estado ocorreu no dia 28 de junho de 2011, em Jacareí, cidade a cerca de 80 km da capital.

Avó é madrinha de neta que casou com analista

Eram 10h de sábado, dia 16,  quando as analistas de sistemas Aline Silva Roveran, de 27 anos, e Sandra Regina Roveran, de 40, chegaram sorridentes e de mãos dadas ao 2 Cartório de Registro Civil, na Rua Tamandaré, bairro da Liberdade, Centro da capital.
Elas são o primeiro casal de mulheres que casaram naquele cartório desde dezembro, quando foi publicada a nova Norma da Corregedoria-Geral, que torna obrigatório o registro da união entre pessoas do mesmo sexo.
Como madrinha para a cerimônia, as duas optaram pela avó de Sandra, a aposentada Araci Dalva Nista Roveran, de 85 anos. Era difícil de dizer qual das três estava mais feliz no momento de assinar a documentação que oficializava o casamento. “Tenho muito orgulho de ser a madrinha e quero que elas sejam muito felizes”, garante Araci, abraçando o casal.
Aline e Sandra estão juntas há três anos e já tinham o documento de união estável há dois. Mas consegui-lo não foi tão fácil. “Nós somos de Campinas, mas lá os cartórios não tinham a orientação correta. Então viemos para São Paulo para isso”, diz Aline. O próximo passo das duas é oficializar o sobrenome comum.
As analistas de sistema consideram muito positiva a resolução da Justiça de garantir o direito do casamento gay, mas Aline ressalta a necessidade, agora, da aceitação pela sociedade.
“Por um lado é muito bom esse apoio da Justiça, mas, por outro, a gente ainda precisa mostrar que o preconceito existe. Só assim vamos  combatê-lo”, completa a recém-casada.

Fonte: DIÁRIO DE S.PAULO, por Carol Rocha e Filipe Sansone

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Bom dia...

Uma ótima terça-feira a todas...
Na arte de bom dia, os dizeres foram uma sugestão da Ninha...
Muito obrigada pela dica flor e apareça sempre que quiser...
Beijos a todas...
Angie...

Traição: perdoar é difícil


Encarar a infidelidade nunca é fácil, pois entram em jogo fatores como autoestima, confiança, cumplicidade, vida sexual e muito mais. É claro que é possível superar o sofrimento inicial, perdoar e dar continuidade à relação. 
O problema é que, frequentemente, o perdão não faz com que a pessoa traída se esqueça por completo do ocorrido, e passa a esconder sentimentos de dúvida, ciúme e um medo terrível de que uma nova traição aconteça.
Essa paranoia oferece o risco de colocar a perder um relacionamento que pode e vale a pena ser reconstruído. Para acabar com a insegurança ou, pelo menos, mantê-la em um nível saudável e menos dolorosos, confira três orientações básicas:


Perdoe de fato, não da boca pra fora

Segundo Thiago de Almeida, mestre pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), não são poucas as pessoas que tentam evitar os conflitos para preservar a relação em momentos difíceis como uma traição.
"Há quem tente simplesmente colocar uma pedra sobre o assunto, em vez de esmiuçá-lo, o que transforma o perdão em algo superficial. Por fora, a pessoa quer mostrar que tudo está bem, mas internamente fica analisando o tempo todo o comportamento do parceiro, em busca de pistas sobre uma nova infidelidade", diz.

O psicólogo diz que quem foi traído e não consegue desculpar de verdade, em vez de gastar energia e se concentrar nos novos rumos do romance, começa a perseguir o outro, vasculhar suas coisas, seguir seus passos nas redes sociais. Por isso, discutir a relação é necessário para superar o problema. E isso não significa apontar os erros de cada um, mas assumir responsabilidades e novos comprometimentos.

Não se apegue detalhes

Questionar alguns pontos sensíveis do relacionamento para tentar elaborar ou até mesmo explicar a traição é uma coisa. Tentar descobrir os detalhes, inclusive os mais sórdidos, sobre em que circunstâncias ela aconteceu é outra bem diferente (e muito nociva). O que importa se o sujeito que a fez perder a cabeça é careca e tatuado? Faz diferença saber como é o carro da mulher com quem ele foi para a cama? Evite alimentar ainda mais a paranoia.
"Pior ainda é forçar o traidor a contar os pormenores sobre as relações sexuais que tiveram. Isso só serve para se machucar ainda mais, e em um momento em que é preciso ser uma pessoa inteira para reconstruir a autoestima e ter um olhar diferente sobre a relação", conta a psicóloga Raquel Fernandes Marques. Ela afirma, ainda, que em muitos casos o sexo só funcionou como uma válvula de escape, não como a motivação principal para a infidelidade. "É claro que é preciso conversar sobre o que houve, senão o tema vira tabu. Mas certas particularidades não têm a ver com a história do casal, e é ela que merece ser analisada", declara Raquel.
Dê um voto de confiança

Você perdoou a infidelidade, a convivência vai bem, seu parceiro parece realmente arrependido, mas a insegurança volta e meia marca presença na sua cabeça. Abra o jogo sobre seus sentimentos; afinal, o diálogo sempre é o melhor caminho para solucionar qualquer crise na vida de um casal. No entanto, não transforme as confissões em um mecanismo de cobrança e de vingança.

"Agir dessa forma é condenar ao fracasso um relacionamento com chances de dar certo, de se restabelecer", afirma a terapeuta sexual e de casal Carmen Janssen. Por mais que doa, ela explica que é preciso ter consciência de que, se a traição aconteceu, é porque houve espaço para a entrada de uma terceira pessoa.

Assumir a parcela de responsabilidade sobre o que houve é sinal de maturidade e ajuda a enxergar o parceiro como ele de fato é, e não sob a visão distorcida da mágoa e da raiva. "E é necessário dar um voto de confiança, acreditar na palavra alheia. Afinal, vocês construíram uma história juntos. Em vez de se concentrar nos erros, que tal pensar nas coisas positivas do relacionamento e, assim, seguir mesmo em frente?", diz Carmen.

Fonte: Heloísa Noronha/Do UOL, em São Paulo

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Bom dia...

Olá meninas, bom dia...
estamos iniciando mais uma semana, que ela nos traga muitas alegrias...
Beijos...
Angie...


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Relembrando...


Fuçando na rede encontrei um texto falando sobre a novela Vale Tudo de 1988, na época eu tinha 14 anos e mais marcou pelo menos para mim, foi o assassinato da vilã Odete Roitman (Beatriz Segall). Lembro que todos perguntavam quem matou Odete Roitman?
Para minha surpresa, a novela trazia um casal lés, Cecília (Lala Deheinzelin) e Laís (Cristina Prochaska). Confesso que pouco me lembro desse relacionamento, mas resgatei algumas cenas no You Tube e postei aqui, para a galera mais experiente relembrar e para que todas possam comentar.
Ah, detalhe, a Cecília acaba sofrendo um acidente e morre na trama, era uma participação especial. Na época a novela trouxe a tona uma questão que ainda não foi totalmente resolvida no Brasil: quem tem direito à herança quando um dos integrantes de uma relação homossexual morre? Na novela, Laís acabou herdando a pousada, embora Marco Aurélio, irmão de Cicília, quisesse tomar conta da herança que, por lei, lhe era de direito.

Fonte de pesquisa: You Tube/Um Outro Olhar







Músicas

Olá meninas, bom dia...
Hoje sexta-feira, vou postar aqui algumas musicas e clips que tem tudo a ver conosco...
Grande beijo!
Angie...



I don´t do boys – Elektra




Te amo – Rihanna





Oshen – “en miettes”





I kiss a girl – Katy Perry


Lana Del Rey – Summertime Sadness





Ana Carolina - Problemas



Iguais - Isabella Taviani


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Bom dia...


Meninas bom dia...
Hoje quinta-feira, o dia será com certeza corrido por aqui. (sempre é nas quintas-feiras)...
Estou passando para desejar a todas, um ótimo dia e agradecer a visita. 
Nos últimos dias, o blog tem tido um número de visitas acima da média. 
Obrigada por prestigiarem e sintam-se a vontade para comentar e sugerir mudanças...
Grande beijo...
Angie...



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Boa musíca...

E para fazer com que essa quarta-feira seja ainda melhor, aí vai esse vídeo de Nando Reis com Ana Canas, adoooro essa música...
Beijos...
Angie...







Bom dia

Olá meninas...
Uma ótima quarta-feira todas nós..
Beijos..
Angie...



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Saindo do armário para os amigos.

Olá meninas, bom dia...
Estamos aqui para mais um post.
Hoje trago para vocês, a reação de algumas amigas que ficaram sabendo sobre a minha homossexualidade.
Após a minha versão dos fatos, duas delas, Beth e Gabi, também escreveram o que elas pensaram e pensam em relação a nova Angie. kkkk
Espero que vocês gostem.

Eu sempre fui rodeada de amigos; tenho facilidade em me comunicar, sou sociável e estou sempre pronta a ajudar. Mas quando eu me deparei com essa nova fase da minha vida, eu simplesmente acabei me retraindo e não encontrando coragem para me abrir com nenhum deles.
Eu tinha medo. Eu amo minhas amizades, a hipótese deles não aceitarem, me deixava insegura e apreensiva, mesmo que intimamente eu reafirmava que o fato deles me amarem faria com que a aceitação fosse mais fácil. Mas quem disse que eu conseguia colocar em prática tantos discursos treinados em frente ao espelho?
Pois bem, a primeira amiga que ficou sabendo da minha nova fase foi a Beth. Ela era a minha instrutora na academia e todos os dias pela manhã nos encontrávamos. Depois que o meu relacionamento com a Edi se transformou em namoro, começamos a conversar pela manhã. Ela me ligava todos os dias e claro que com isso, a Beth começou a desconfiar.
Mas o que levou mesmo a Beth a descobrir minha homossexualidade, não foi o meu jeito de falar, andar ou vestir e sim uma sms que enviei para ela e que na verdade era para a Edi.

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