terça-feira, 4 de novembro de 2014

Starburcks lança seu primeiro comercial com LGBTs


Estamos acompanhando timidamente empresas e grandes marcas se posicionarem através de sua publicidade sobre lésbicas e gays, a fim de conquistar esse público. Porém, é muito raro vermos as propagandas alcançando as outras letras de nosso alfabeto LGBT, como trans e drag queens. Porém, a Starburcks americana nos surpreendeu com um comercial onde as estrelas são as drag queens Bianca Del Rio e Adore Delano Star, ex-participantes do reality show RuPaul’s Drag Race.

O vídeo mostra as duas discutindo para ver quem está na frente da fila, e o barista prepara o café das duas ao mesmo tempo salvando a amizade


 
 
Fonte:

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

“Se gostássemos de mulher, poderíamos namorar”, diz Ivete sobre Xuxa

“Mesmo que eu fosse lésbica e ela [Xuxa] também, não ficaríamos por sermos amigas. E se não fôssemos tão amigas e gostássemos de mulher poderíamos ser namoradas”, disse a baiana, segundo o jornal “Extra”.

No livro, a baiana ainda comentou sobre o lado ruim da fama. “O que mais me incomoda do sucesso é ter que esclarecer as intrigas, as fofocas. A sua verdade se sobrepõe à mentira de qualquer outra pessoa, mas o chato é que qualquer resposta dada não será a verdade absoluta porque não convém a outras pessoas.”

Fonte: Fatimanews

Regina Duarte diz que TV não deve exagerar com papéis gays: “Perde credibilidade”

A atriz Regina Duarte que celebrou seus 50 anos de carreira na TV, falou sobre seu novo personagem, uma lésbica que irá interpretar na novela das 18h, Sete Vidas, da TV Globo. E de acordo com a atriz, ela já está apaixonada pelo papel. “Estou feliz de estar voltando para a televisão com uma personagem que eu amo. Ela é uma viúva, mãe de dois filhos, frutos de uma inseminação artificial. É uma mulher que vive só”, afirmou ela ao TV Fama, da Rede TV!.

 Apesar do luto da personagem, a artista deixou escapar que ela deve encontrar um novo amor na novela. E que esse amor pode ser um homem ou mulher. “Ela está aberta para o amor, seja ele masculino ou feminino. E vai surgir alguma coisa na vida dela”, solta.
Ao comentar sobre a presença de vários papeis LGBT na televisão, Regina declarou que não é a favor do exagero. “É normal, só que o exagero nunca é bom. Até certo ponto é bem saudável (papéis gays), mas a partir do momento que se torna exagero perde a credibilidade”.
Ao ser questionada qual é o tipo de exagero que ela se refere, a “namoradinha do Brasil” diz: “De ficar excessivamente batendo na mesma tecla. Por exemplo: ficar dizendo ‘ser gay é legal, ser gay é legal, ser gay é legal’. Caramba, já sei, eu já estou cansada de saber que é legal, por qual motivo não seria? Parece até que nem a pessoa acredita no que está falando”, resumiu.

Anteriormente, a atriz afirmou que autores estão investindo no público LGBT por uma “questão de marketing” e que “não gosta muito disso”.
 
Fonte: Dois Terços

 

Globo esconde beijo trans entre Dorothy e Cidão em 'Geração Brasil'


A Globo escondeu pela segunda vez um beijo gay em Geração Brasil, que termina nesta sexta-feira (31). No capítulo desta quinta (30) da novela das sete, o beijo entre a transgênero Dorothy (Luis Miranda) e o bandido Cidão (André Gonçalves) ficou oculto por uma garota carregando balões de festa. Em 24 de setembro, os dois se beijaram atrás de uma moita.

Cidão dedicou uma música para Dorothy e, em seguida, declarou-se para a transgênero, a quem chamou de "milha chulapa de mulher". Quando o casal se beijou, uma garota segurando balões de gás apareceu na frente dos dois, tapando a visão do telespectador que queria ver o beijo.
Nas redes sociais, o público ficou revoltado. "Por que esconderam o beijo da Dorothy? Já teve beijo gay, mas beijo entre mulher trans e homem cis hétero não pode?" escreveu Veronica Rocha no Twitter. "Mostra o beijo da Dorothy com o Cidão, Globo", comentou Bruno Bolgari.
Antes de a cena ir ao ar, Luis Miranda revelou ao Notícias da TV ter feito cenas em que beija André Gonçalves e disse que, desta vez, seria na frente das câmeras. "Gravei beijo. Vai ser um beijo que  vocês vão ver", afirmou o ator.
 Luis Miranda lamenta, mas compreende que ainda não é possível veicular em novelas um beijo apaixonado entre personagens homossexuais ou entre um homem e uma transgênero.

"A Dorothy está em um lugar tão poético que qualquer coisa com ela vai ser respeitada. Mas quem é que vê televisão? A família. Temos que entender que uma televisão vai seguir os costumes. Tradição, família e propriedade (risos). A TV é muito conservadora", critica.

 
Fonte: Fatimanews

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Isabel e Cristina

O seriado Tierra del Lobos é uma série de televisão espanhola produzida pela Multipark Ficción e pela Boomerang TV para o canal Tele cinco. Estreou no dia 29 de setembro de 2010 com uma boa recepção, sendo o seriado mais assistido na Espanha , país onde está sendo gravado.
As atrizes Adriana Torrebejano como Isabel Lobo e Berta Hernández como Cristina, formam o casal lésbico da série.

Para quem curtiu e curte a série e as beldades, aí vão dois clipes contendo alguns momentos do casal que ficou conhecido como CRISABEL.
 
 
 
 
 


Filme gay com Robin Williams pode não ser lançado por causa do tema

Um dos últimos filmes deixados prontos por Robin Williams, que se suicidou em agosto passado, pode não ser lançado por causa do tema.
No longa “Boulevard”, dirigido por Dito Montiel, Williams interpreta um homem que está em um casamento por conveniência e se apaixona por um garoto de programa.

“É muito triste, mas parece que ‘Boulevard’ nunca verá a luz do dia. Já se provou ser uma luta para encontrar o apoio necessário para que o filme seja lançado. O elenco tentou, assim como a equipe, mas por diversas razões, parece muito improvável [a estreia nos cinemas]“, disse uma fonte ligada à produção do longa ao jornal The Mirror.
 
Fonte: Parou Tudo

 

Veterana da Marinha é autorizada a enterrar esposa em cemitério militar dos EUA

A veterna com 74 anos só conseguiu a autorização depois da aprovação da igualdade no casamento para gays e lésbicas no Idaho.

Para Madelynn Lee Taylor foi a realização de um sonho de longa data ter a possibilidade de ficar junta para sempre com o amor da sua vida e com quem casou tanto a nível religioso como a nível legal.
E era justo que uma veterana que serviu o seu país tivesse a possibilidade de usufruir de uma regalia militar disponível para todos os militares.

No entanto o cemitério militar do estado do Idaho é gerido pelo estado, e só após a alteração da constituição para permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo é que foi possível realizar o sonho de Taylor.
Logo após a entrada em vigor da alteração da lei, Taylor dirigiu-se ao escritório de gestão do cemitério para preencher a documentação necessária para o processo que teve inicio o ano passado, e pedir também uma placa de granito com o seu nome e o nome da sua esposa, Jean Mixner. A placa também terá escrito “Together Forever” (Juntas Para Sempre).

 Fonte: Portugal Gay

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Beijaço no DF protesta contra lesbofobia e racismo neste sábado





Contra a lesbofobia e o racismo vai rolar um beijaço neste sábado, 1º, no Riacho Fundo 1. A razão foi a discriminação e violência sofrida por um casal de moças no bar Bike Roby.
No evento criado no Facebook, elas relatam terem sido xingadas e expulsas de lá, não antes terem tido cerveja derrubada nas cabeças pela própria dona do estabelecimento. O motivo? Porque se beijaram no local.
O ponto de encontro será no posto de gasolina BR, Área Central 02, às 16h. Para chegar: entrar no Riacho 1 pelo balão do Corpo de Bombeiros. Esse posto (que não é o único posto BR) fica perto da Wizard Idiomas.
As organizadoras clamam pela presença de moças negras ou não, apitos, latas e objetos para fazer barulho, roupas coloridas e bandeiras arco-íris. Participe!

Fonte: Parou Tudo
 

Tim Cook assume homossexualidade: 'Tenho orgulho de ser gay'


Tim Cook escreveu um artigo para a Bloomberg nesta quinta-feira, 30, no qual trata abertamente sobre sua sexualidade pela primeira vez. "Tenho orgulho de ser gay, e eu considero que ser gay está entre os maiores presentes que Deus me deu", afirmou.
O CEO da Apple ressaltou nunca ter escondido esse fato e, ainda que muitos de seus colegas na empresa tenham conhecimento sobre isso, não há um tratamento diferenciado. "Claro, eu tive a sorte de trabalhar para uma companhia que adora criatividade e inovação e sabe que isso só pode aflorar quando se abraça as diferenças das pessoas."

"Sair do armário" publicamente, segundo Cook, foi uma decisão pensada nos que não têm essa sorte. Ser gay deu ao CEO da empresa que detém o título de marca mais valiosa do mundo a percepção do que é estar na pele de uma minoria. Ele compreendeu que deixar isso claro poderia ajudar a sociedade a entender que não há diferenças entre brancos, negros, homens, mulheres, heterossexuais e homossexuais.
Há muitos lugares, comentou Cook, em que os chefes podem demitir empregados por serem gays. Essas pessoas podem ser impedidas de visitar os parceiros quando estão doentes e até de compartilhar heranças.

"Eu não me considero um ativista, mas percebo o quanto tenho me beneficiado pelo sacrifício dos outros", escreveu o executivo. "Então, se ouvir que o CEO da Apple é gay puder ajudar alguém que esteja lutando para chegar aos termos com quem ele ou ela é, ou trazer conforto para qualquer um que se sinta sozinho, ou inspirar pessoas a insistir em sua igualdade, então vale a pena compensar com a minha própria privacidade."

 Fonte: Olhar Digital

 

Dilma defende criminalização da homofobia em entrevista ao SBT


A criminalização da homofobia e a união de casais homoafetivos apareceram pela primeira vez na série de entrevistas que a presidenta Dilma Rousseff tem dado para quatro emissoras de tevê aberta nesta segunda e terça.
 
“Darei integral apoio a isso [a criminalização da homofobia]. Acho que essa é uma medida civilizatória. O Brasil tem que ser contra a violência que vitima a mulher, a violência que, de forma aberta ou escondida, fere os negros, que são maioria da população. E contra a homofobia, porque isso é, de fato, uma barbárie”, afirmou a presidenta em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar gravada e exibida na noite desta terça-feira, 28, no SBT.

Sobre a união de casais homoafetivos, Dilma afirmou que, quanto ao casamento religioso, cada igreja deve decidir sua posição. “Apoio a decisão tomada na suprema corte que reconheceu todas as características do casamento civil”, completou.
 
Ao final da conversa, o jornalista listou esse e outros temas que apareceram durante a campanha, pedindo que a presidenta as comentasse. O primeiro deles seria um possível retorno do ex-presidente Lula à corrida presidencial em 2018. “Já disse uma vez e volto a dizer: o que o Lula quiser ser, eu apoiarei.”
 
Fonte: Carta Capital