quinta-feira, 25 de julho de 2013

28 escolas de ensino médio de Pernambuco combatem o machismo e a homofobia

As discussões sobre machismo e homofobia estão nas redes sociais, na TV, nos jornais e não poderiam
ficar muito tempo longe da escola. Com o objetivo de promover ações de formação e pesquisa em gênero e educação e incentivar alunos e professores a debaterem estes temas, Escolas Referência de Ensino Médio (Erems) de Pernambuco implementaram, desde o ano passado, Núcleos de Estudos de Gênero e Enfrentamento da Violência Contra a Mulher. Fruto da articulação entre a Secretaria da Mulher e a Secretaria de Educação com as escolas de nível médio, a iniciativa já alcança 28 instituições de ensino do Estado.

Localizada em Jardim São Paulo, na zona oeste do Recife, a Erem Professor Trajano de Mendonça é uma das participantes do projeto. Professores e alunos de diferentes séries e disciplinas formaram o Grupo Margarida Maria Alves de Estudos de Gênero. Coordenadora do grupo e professora de português da instituição, Rosário Leite explica que a escola já tinha um projeto que tratava do tema desde 2011 e, por conta disso, recebeu o convite da Secretaria da Mulher para implantar o núcleo ainda no ano passado. "Ele nasceu com a proposta de discutir a violência contra a mulher, já que o Estado de Pernambuco tem um alto número de casos de agressão contra mulheres, inclusive com mortes. Conforme fomos angariando parceiros, ampliamos o debate para questões de outros gêneros", conta.

Segundo Rosário, o núcleo ainda está em fase inicial. As reuniões ocorrem quinzenalmente, em contraturno, e não são obrigatórias. "É uma atividade voluntária", comenta. Nos encontros, os alunos debatem temas como machismo e homofobia a partir de filmes, notícias, leituras e relatos de experiência. A temática não fica restrita aos debates. "A ideia é trazer essa discussão de gênero para a sala de aula também de forma que perpasse todas as disciplinas, fazendo pontos de intersecção. Queremos trazer para o dia a dia mesmo, pois quanto mais presente a discussão, mais fácil combater a violência", afirma.

A escola também incentiva que os alunos participem de concursos de redação sobre temáticas de gênero. "É muito importante participar de eventos escolares, fazer debates nas salas, oficinas, seminários e palestras", diz Rosário. O marco das discussões, de acordo com ela, é março, na Semana da Mulher, um período especial, com atividades envolvendo toda a escola. "Ampliamos o foco, saímos da questão da violência doméstica e passamos a abordar a diversidade sexual e a questão da igualdade de gêneros. Com o núcleo, os alunos passam a ser sujeitos dessa ação, a ideia é que se transformem em multiplicadores dessa questão contra a violência", completa.

Na Trajano de Mendonça, este período ficou conhecido como Semana Rosa e Lilás, na qual alunos e professores usam peças de roupa nestas cores, além de decorar a escola com balões e cartazes. "Também é realizada uma série de encontros. Nós trazemos voluntários para darem palestras. Neste ano, por exemplo, a semana foi aberta com a discussão sobre homofobia, e finalizamos discutindo violência de gênero no mundo inteiro", diz.

Dos cerca de 700 alunos da escola, entre turmas do nono ano e do ensino médio, participam regularmente dos encontros quinzenais em torno de 20. "Nem sempre são os mesmos. O grupo todo trabalhando chega a 90 alunos diretamente engajados, fora os professores", afirma Rosário. Além disso, a escola mantém um grupo de discussões no Facebook, onde os alunos postam e comentam sobre temas relacionados.

A mudança no tratamento entre os colegas, bem como a conscientização e a formação de multiplicadores contra a violência de gênero, são o resultado da implantação do núcleo. "Isso se reflete até nas famílias, muitos pais passaram a apoiar o projeto", diz. As reuniões auxiliam no desenvolvimento dos alunos e na formação social. "É muito importante para nós que todos participem. Os professores, por exemplo, vão sempre vestidos de rosa na Semana Rosa e Lilás. Ver outros homens usando esta cor, já faz esses alunos enxergarem a questão de outra forma", relata. 

Rosário conta que ainda há brincadeiras e provocações eventualmente na sala de aula ou no intervalo. "Isso acaba repercutindo entre os alunos e vira debate. Os estudantes tornam-se vigilantes. E queremos isso: que conversem sobre o tema, que não seja necessário uma advertência do professor", aponta.

Futuro com menos preconceito

Hoje aos 18 anos, Emanuela Sibalde participou do núcleo desde sua implantação. "Adquiri conhecimento sobre o assunto. A violência contra a mulher é uma realidade que muita gente desconhece. Com o núcleo, debatemos isso e formamos nossa opinião", avalia. A jovem nota que os meninos passaram a respeitar mais as mulheres e as próprias meninas após a discussão em sala de aula. Também acredita que incentivar o debate irá diminuir o preconceito. "Para o futuro, vai ser melhor. Tendo consciência de que somos todos iguais, acredito que vai diminuir o preconceito e a violência contra a mulher", opina.


Os números que indicam o preconceito contra homossexuais, porém, ainda assustam, conforme as estatísticas do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN). Levantamento realizado em 26 escolas públicas, em junho, mostrou que mais da metade dos entrevistados, com entre 14 e 20 anos, não são favoráveis à união homossexual, enquanto 30,9% são a favor e 14,8% são indiferentes ao tema.

Dicionário Oxford vai mudar definição de 'casamento' para incluir gays

O mais importante dicionário da língua inglesa, Oxford, pode mudar a definição da palavra “casamento”
para se atualizar com as recentes conquistas LGBT.
Segundo a porta-voz da Oxford University Press contou ao site “Gay Star News”, os responsáveis pelo dicionário estão constantemente monitorando as definições das palavras para poderem se atualizar. “Prestamos atenção especial a essas palavras cujo uso está mudando, então, sim, isso vai acontecer com o casamento”.
Hoje, o dicionário define casamento como sendo uma “união formal de um homem e uma mulher, geralmente reconhecida por lei, pela qual eles se tornam marido e mulher.”
Há uma referência aos LGBT quando diz que o casamento também pode ser “em algumas jurisdições, uma união entre parceiros do mesmo sexo.”.
O mais celebrado dicionário francês, Larousse, mudou a definição da mesma palavra antes mesmo da aprovação do casamento gay no país. Atualmente, o dicionário define casamento como um “ato solene entre duas pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente que decidem estabelecer uma união”.


Fonte: Parou Tudo

Mariela Castro, a sobrinha gay friendly de Fidel

Mariela Castro Espín (nascida em 27/7/1962, Havana,Cuba), filha do atual presidente Raul Castro e de
A sobrinha de Fidel Castro, heterossexual, divorciada de um chileno e casada pela segunda vez com italiano, mãe de três filhos é, atualmente, a voz da comunidade na Ilha. 
Vilma Espín é a executiva do Centro Nacional Cubano de Educação Sexual e uma ativista pelos direitos da comunidade LGBT.
A partir desta constatação, a imprensa internacional começou a repercutir com frequência o seu trabalho

Ovelha negra

Rentemente falecida, a mãe de Mariela, engenheira química de origem francesa era a primeira dama oficial de Cuba, já que Dalia Sotto del Valle, mãe de cinco dos filhos de Fidel Castro sempre esteve e afastada do cenário político. Vilma também foi a poderosa presidente da FMC (Fundação das Mulheres Cubanas) e teve enterro de chefe de Estado. A filha seguiu e aperfeiçoou o trabalho da mãe

Mariela Castro, sexóloga e psicóloga, lidera campanhas de prevenção contra AIDS e milita pela aceitação da homossexualidade, bissexualidade, travestismo e transexualidade.

Em 2005, apresentou um outro projeto que permitirá mudança de gênero com assistência total em cirurgias de reconstrução genital, e todo o tratamento hormonal e estético que vem no pacote, finalizando com emissão de novos papéis e documentos.
Publicou 13 artigos acadêmicos e nove livros.

Preside a Comissão Nacional para o tratamento de distúrbios de identidade sexual, é membro do Grupo de Ação Direta para Prevenir Aids, que encara a doença de frente se já estiver instalada e acelera meios para combatê-la.

A propósito dessa transgressora do primeiríssimo escalão, Norberto Fuentes - escritor e jornalista e uma espécie de porta voz da família Castro - declarou em entrevista que Mariela é considerada uma ovelha negra porque "com o espírito livre que tem, atuou num filme dos anos 80 fazendo topless" e "chocou todo mundo ao se declarar a favor da Perestroika .
Perestroika= reconstrução, reestruturação- uma tentativa de reforma nas bases do comunismo, introduzida na União Soviética  por Mikhail Gorbachev, em 1985.


Fonte: Mix Brasil

Morre o primeiro campeão mundial de boxe a assumir sua bissexualidade

O ex-boxeador Emile Griffith, campeão mundial em duas categorias de peso (meio-médio e médio), morreu
nesta terça (23/07) aos 75 anos em Hempstead, Nova York, informou nesta quarta-feira o Hall da Fama do Boxe ao canal ‘CNN'.
Griffith, além da fama alcançada dentro dos ringues - 85 vitórias (23 por nocaute) e 24 derrotas -, foi o primeiro campeão mundial de boxe a assumir sua bissexualidade. O ex-boxeador fez essa afirmação no livro "Nine... Ten... And Out!", do amigo e biógrafo Ron Ross, publicado em março de 2008.
O Conselho Mundial de Boxe (CMB) decretou três dias de luto pela morte de Griffith, que sofria de demência pugilística, uma doença neurodegenerativa que pode afetar pugilistas amadores ou profissionais, e não era mais visto publicamente.


Fonte: ESPN

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Wanessa será estrela da 8ª Parada Gay de Taguatinga

Adorada pelos LGBT, a cantora Wanessa participará da 8ª Parada Gay de Taguatinga, no DF, no
domingo, 25 de agosto, a partir das 14h.
A concentração dos trios elétricos será na avenida Comercial Norte, Quadra QNE 27 e o tema desta edição será “Vamos mostrar que não há cura para quem não está doente”, lembrando o polêmico projeto da “cura gay”, aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias e engavetado pela Câmara dos Deputados.
“A Parada Gay de Taguatinga começa este ano com o pé direito. No ano anterior, tentaram proibir o movimento. Porém, com persistência e luta, a comunidade gay e seus apoiadores foram às ruas e fizeram um grande evento”, lembra Fabinho Dias, idealizador da parada, sobre a edição de 2012.

Os organizadores esperam 40 mil pessoas e o evento conta com apoio da PMDF, brigadistas e segurança privada, além de banheiros químicos, artistas locais, dois trios elétricos e voluntários. A previsão é que ele vá até 22h e se encerre na área externa do Taguá Parque.

Fonte: Parou Tudo

Jéssica Andrade levanta bandeira gay antes de luta histórica

No próximo sábado, Jéssica Andrade proporcionará um momento único para o País e para o UFC. Ela
será a primeira brasileira a lutar no octógono e fará parte da primeira luta protagonizada por duas lésbicas.
Jéssica enfrenta a também homossexual assumida Liz Carmouche. Ambas têm orgulho de suas orientações sexuais e Jéssica falou sobre a esposa, ao “UOL”.

“Nós estamos juntas há dois anos. Ela foi uma das que mais me apoiou em toda a minha carreira. Várias vezes, pelas dificuldades, eu quis parar. Mas ela nunca deixou. Falava: ‘você chegou tão longe, vai parar agora? Continua! Você tem futuro!’. Sem ela, eu teria parado, estaria trabalhando na roça, no sítio com o meu pai, ou em uma farmácia… Ela foi crucial”, contou a lutadora, que é paranaense de Umuarama.

Fonte: Parou Tudo

Homossexuais casados obtêm direito de serem enterrados no mesmo jazigo nos EUA

Juntos há 20 anos e casados há duas semanas, Jonh Arthur e James Obergefell obtiveram o direito de serem
enterrado juntos (quando vierem a falecer) em Ohio, nos EUA. A decisão foi anunciada depois que um juiz decretou inconstitucional a recusa do estado  em reconhecer o casamento dos dois americanos.

Anunciada um mês depois da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos (que rejeitou uma lei federal que definia o casamento como a união apenas entre um homem e uma mulher), esta nova decisão representa uma esperança para os defensores dos direitos dos homossexuais de obter a igualdade total perante a lei.

Em 2011, John foi diagnosticado com uma esclerose lateral amiotrófica, chamada de Mal de Charcot, uma doença neurodegenerativa e fatal. Atualmente ele se encontra internado. O marido, James, não possui nenhuma doença fatal, mas compartilha da mesma vontade do companheiro. Os dois querem ser enterrados no mesmo jazigo quando vierem a falecer. E para ter esse direito, os dois precisavam ter reconhecida essa união antes da morte de qualquer um dos dois.

No início do mês, os amigos e familiares do casal ajudaram a pagar um jato particular com equipamento médico para que os dois pudessem ir para um estado onde o casamento fosse reconhecido. A união oficial aconteceu em 11 de julho, no aeroporto de Maryland, e no mesmo dia os dois voltaram para Ohio.

O casal quer ser enterrado junto no jazigo da família de Arthur, mas o cemitério só permitia que os descendentes ou cônjuges sejam enterrados no local. Por isso recorreram à justiça.

"Não se trata de um caso muito complicado", escreveu o juiz Timothy Black. "Ao longo da história de Ohio, a lei tem sido clara: um casamento realizado fora de Ohio é válido em Ohio se for válido no local onde foi realizado".

Black afirmou ainda que a proibição do casamento gay no estado viola a garantia constitucional da igualdade de todos os cidadãos ante a lei.




Fonte: France Presse e WTSP

Romance lésbico com Glória Pires no cinema ganha mais um prêmio internacional

Um dos mais aguardados filmes brasileiros de 2013 pela comunidade LGBT, o longa de amor lésbico
“Flores Raras” (leia crítica aqui), do diretor Bruno Barreto, continua papando prêmios em festivais mundo afora. Com estreia no Brasil prevista para o dia 16 de agosto, o filme recebeu o prêmio do público para melhor drama no The Outfest Festival, realizado no último fim de semana na cidade californiana de Los Angeles, Estados Unidos.
O público do The Outfest Festival escolheu o filme de Barreto como o melhor drama do festival. Em festivais no solo brasileiro, “Flores Raras” será o filme de abertura do Festival de Gramado de 2013. A carreira internacional de ‘Flores Raras’ está sendo marcada por passagens em alguns dos principais festivais de cinema do mundo, em que o filme vem sendo recebido com entusiasmo por críticos, público e sendo agraciado com diversas premiações
Na última edição do Festival Framelime, realizado na cidade californiana de São Francisco, “Flores Raras” recebeu o Frameline37 AT&T Audience Award, prêmio dado pelo público para o melhor filme do festival. A carreira internacional do longa começou no Festival de Berlim, no último mês de janeiro.
Em suas exibições no festival alemão, um dos mais importantes e prestigiosos do mundo, teve recepção entusiasmada do público em todas as sessões, e foi um dos filmes mais aplaudidos do evento esse ano. Na votação realizada com cerca de 30 mil pessoas, “Flores Raras” obteve a segunda maior nota entre os 58 filmes da Sessão Panorama, mostra paralela em que o longa de Bruno Barreto foi exibido.
Após Berlim, “Flores Raras” foi selecionado para o Festival Tribeca, em Nova York, um dos mais renomados eventos cinematográficos dos Estados Unidos. A carreira em festivais internacionais do filme teve sequência com participações no Festival Inside Out Toronto LGBT, em Toronto no Canadá, no Festival de Edimburgo, na Escócia, no Festival de Provincetown, nos Estados Unidos e no Festival de Taipei, em Taiwan.


Fonte: Mix Brasil

terça-feira, 23 de julho de 2013

Homens e mulheres que se assumiram homossexuais e viraram amigos dos ex-parceiros héteros

Meu namorado se assumiu gay e virou meu melhor amigo

Famosa no Brasil por interpretar uma babá de voz esganiçada no seriado “The Nanny”, a comediante Fran Drescher levou uma curiosa história de sua vida para a ficção, na série “Happily Divorced”, exibida no Brasil pelo Comedy Central. A personagem autobiográfica dela é uma florista que tem como melhor amigo o ex-marido, que se assumiu como homossexual com o fim do casamento.
A história de Fran não é tão incomum como muitas pessoas possam imaginar. Quem comprava isso são os ex-casais ouvidos pelo iGay, que viveram a mesma dinâmica da relação da atriz. 

Os estilistas Daniela Rosário , 27, e Dieferson Gomes, 24, por exemplo, foram namorados antes de ele se dar conta de sua verdadeira orientação sexual. Desta maneira, a relação que era romântica se transformou em uma profunda amizade.
“Quando ele me contou, eu falei: ‘qual a novidade?’. Eu sempre soube que ele era gay, desde a época que namorávamos. Sempre gostei dele como pessoa, a orientação sexual não fazia diferença na época e não faz hoje”, observa Daniela.

A maneira receptiva com a qual a amiga recebeu a notícia só fez a cumplicidade entre os dois aumentar. “A Dani vai estar sempre junto de mim, não sei se no mesmo bairro ou no mesmo prédio, mas vai estar”, projeta Dieferson. Atualmente, os dois vivem e trabalham juntos num apartamento no centro São Paulo, no qual eles produzem vestidos de noiva.

Daniela se relaciona bem com atual namorado de Dieferson, mas confessa que ainda sente ciúmes das mulheres que se aproximam dele. “Cada mulher com o seu gay, já estou cultivando esse tem sete anos, fico fula da vida quando a mulherada chega nele, mesmo que elas queiram só amizade”, brinca a estilista.

Nos planos do casal, ou melhor, dos amigos Dieferson e Daniela há um projeto importante. “Quero um filho, e se tudo der certo vai ser com a Dani. Não sabemos como, mas acho que nada seria mais perfeito do que ter um filho dela”, constata o estilista.


Divórcio não acabou com amizade

A dona de casa Emanuela da Ponte , 37, e o designer de interiores Gláucio Veiga , 38, ficaram casados por 11 anos e tiveram dois filhos. “Nós nos dávamos muito bem, tínhamos uma cumplicidade muito grande, um casamento sólido. Vivíamos para as crianças, sempre curtindo a vida e viajando”, conta ela.

Mas quando o casamento se desgastou, o designer passou a conversar com outros homens na internet, conhecendo um rapaz com quem teve um encontro. “Logo depois, voltei pra casa, peguei minhas coisas e me separei, não foi pra ficar com ele nem nada, só achei que ela não merecia a traição”, lembra Glauco.

Como era de se esperar, a separação causou turbulência na vida de ambos, mas aos poucos eles conseguiram se recuperar, mantendo inclusive a amizade. Ela se casou novamente e teve outro filho. O designer fez questão de dar apoio à ex-mulher e amiga. “Foi um parto muito arriscado, passei muito tempo abraçando o Gláucio, ele ficou ao meu lado até a hora de ir para a sala de cirurgia”.

“Transformamos o amor de homem e mulher numa relação de amizade, qualquer problema de relacionamento nos abrimos um com o outro. Temos uma compreensão mútua que não acabou com o divórcio”, pontua Gláucio.


Amigo de todas as horas

No caso do ex-casal Camila Scatolini, 21, eRicardo Virginilli , 24, foi ela quem se assumiu gay e depois
acabou virando a melhor amiga do antigo parceiro, com quem namorou por quatro anos. Camila se descobriu lésbica ao se apaixonar por uma colega da faculdade de Engenharia.

Camila recorda que foi difícil falar sobre assunto com Ricardo, que estuda Enfermagem. “Eu expliquei que precisava terminar com ele e me assumir lésbica. Ele ficou triste e chocado. E eu fiquei triste por magoá-lo, mas ele venceu a dor da separação ficando próximo a mim e continuando meu amigo. Ele sabia que se continuássemos eu estaria mentindo tanto para ele quanto pra mim”, observa a estudante.

Ricardo não nega que ficou realmente chocado. “Eu queria que ela voltasse atrás, chorei”, admite o estudante, que acabou aceitando a situação posteriormente. “Vi que estava sendo um idiota no começo”, constata.

Hoje, dois anos depois do rompimento, Camila e Ricardo continuam com uma amizade intensa, apesar da distância, já que amiga dele mudou para a França com a namorada.

“O Ricardo é meu companheiro, amigo para todas as horas. É alguém com quem eu posso conversar de tudo, que gosta das mesmas coisas que eu. Do mesmo modo como ele quer me ver feliz, eu quero vê-lo feliz, nunca conseguiríamos deixar de ser amigos”, conclui Camila.



Fonte: IG

Malu nega separação e fala sobre livro

Malu Verçosa, namorada de Daniela Mercury, pediu demissão do trabalho na manhã desta segunda-feira
(22) para investir em um sonho antigo: escrever um livro. A decisão foi tomada após a jornalista e a cantora serem convidadas por uma editora de Portugal para contar a história de amor das duas.
“Pedi demissão para poder me dedicar totalmente a esse projeto. Era um sonho antigo, que só agora tive a oportunidade de realizar. Eu e Daniela fomos convidadas por uma editora portuguesa para contar a nossa história. Estamos felizes pelo convite. Vamos falar do nosso amor. Escreveremos juntas tudo o que aconteceu desde a primeira vez que nos conhecemos”.
Após a notícia da demissão, vários sites relacionaram o pedido de desligamento de Malu com uma suposta separação com Daniela. Fato negado tanto pela própria jornalista, quanto pela assessoria de imprensa da cantora. “Elas estão juntas e felizes. Qualquer notícia que fale sobre uma possível separação, é pura especulação”, disse a assessora de Mercury. ”São notícias levianas. Já estou de saco cheio disso. Estamos bem e felizes. Nada mudou após a minha demissão. Se estivéssemos separadas, como escreveríamos um livro juntas? Vamos casar este ano e mostrar a todo mundo que nós nos amamos”, explicou a jornalista.
Para quem não acompanhou, na semana passada, a cantora Daniela Mercury e a sua mulher, a jornalista Malu Vercosa, tiveram seus nomes envolvidos em uma polêmica. Isso porque, a colunista Fabíola Reipert, do ‘R7′, afirmou que Malu teria dado entrada em um hospital de Salvador com o nariz machucado, arranhões pelo corpo e ainda teve que engessar o tornozelo. Segundo a colunista, a versão contada oficialmente foi que Daniela e Malu estavam brincando em frente a piscina, quando a jornalista caiu e se feriu.
Ao ver a publicação, Daniela usou seu perfil no Twitter para dizer que tudo não passava de mentira de Fabíola e faz alguns questionamentos à colunista. “O R7 mais uma vez mente sobre uma traição que nunca aconteceu e insinua que Malu sofreu agressão. Isso é imprensa? E quem copia é o que?”, escreveu a cantora.
Após toda polêmica, Malu decidiu se pronunciar, através de sua conta no Instagram. Na rede social, a jornalista postou uma foto onde aparece sorridente ao lado da rainha do axé. Já em seu comentário, Malu afastou todos os boatos sobre um possível desentendimento com a artista. “Foto saindo do forno: Estou aqui dando palpite no novo show (se chama ‘Pelada’) de Daniela. Para quem se preocupou: estou ótima!!!!”, contou ela.

Em abril desse ano Daniela assumiu sua relação com Malu ao publicar uma montagem de fotos dela acompanhada da jornalista. Na ocasião, a artista disse: “Malu agora é minha esposa, minha família,minha inspiração pra cantar”.

Fonte: Ibahia