quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Michelle Rodriguez assume namoro com Cara Delevingne

Michelle Rodriguez, de 35 anos, confirmou que está namorando a modelo Cara Delevingne, 14 anos mais nova do que ela. A atriz, famosa por filmes de ação como "Avatar", falou sobre o relacionamento das duas em entrevista ao tabloide britânico The Mirror.
Segundo Michelle, as duas estão juntas há seis semanas e estão muito bem. "Está tudo indo muito bem. Ela é muito legal. Quando começamos a sair, achei ela incrível e nós nos divertimos muito. Mas ela é difícil. Você não gostaria de entrar em uma briga com ela", contou a atriz.
Questionada pelo jornal sobre o porquê de não estar acompanhada pela namorada no BAFTA, que aconteceu no último domingo (16), Michelle disse que Cara estava em outro lugar. "Cara está em uma festa dela na semana de moda", contou.
Uma fonte próxima ao casal disse ao tabloide que as duas estão muito felizes juntas: "Ainda é tudo muito novo e animador para elas. Elas estão muito felizes e apaixonadas, passando o máximo de tempo juntas. Elas também ficam muito tempo trocando mensagens".
Ainda segundo essa fonte, a família de Cara aprova o relacionamento e Michelle já recebeu um convite até para despedida de solteira de Poppy, a irmã mais velha de Cara. "Michelle foi convidada para a despedida de Poppy em Los Angeles, o que é muito importante, e mostra como os parentes e amigos de Cara são abertos e acolhedores. Ninguém se chocou".
Pouco após assumir o romance, Cara e Michelle foram vistas deixando juntas um show do cantor Prince, em Londres. As duas foram escoltadas por seguranças e tentaram esconder o rosto dos fotógrafos, enquanto andavam sem os sapatos.

Fonte: UOL

 

Na última hora, PT escolhe presidir Comissão de Direitos Humanos

Depois de muitas idas e vindas, o PT escolheu presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias
(CDHM) da Câmara dos Deputados. A decisão foi feita na terça-feira 18. A pressão dos movimentos sociais, especialmente de LGBT, sobre o Partido dos Trabalhadores foi grande porque havia o receio de Jair Bolsonaro (PP-RJ), retrógrado, assumisse a comissão. Entidades nacionais arco-íris, a exemplo da ABGLT, passaram a manhã em reuniões com parlamentares.
A negociação deu-se no Colégio de Líderes dos partidos. Por alguns instantes, a Comissão de Direitos Humanos ficou nas mãos do PTB. Como forma de evitar esse cenário, o PT deu àquela agremiação a Comissão de Viação e Transportes.
Afastado o perigo de a Comissão de Direitos Humanos ficar nas mãos de um homofóbico tal como Marco Feliciano (PSC-SP), que a presidiu em 2013, o ponto agora é quem vai presidi-la. No páreo estão a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), que conta até com abaixo-assinado na internet a seu favor, e Nilmário Miranda (PT-MG), um dos parlamentares com mais atuação em direitos humanos no Brasil.

Fonte: Parou Tudo

Jogadores da NFL aceitariam gays em seus times, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada com 51 jogadores da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL, na sigla em inglês) aponta que a tolerância está em alta dentre os atletas.
Ao todo, 44 responderam que não se importam com a orientação sexual do outro atleta e 39 disseram que não vêem problemas em tomar banho junto a um jogador gay.
No entanto, 32 assumiram que ouviram comentários homofóbicos na última temporada vindos de outros colegas ou técnicos. E cerca de metade, 25, acreditam que um atleta assumido se sentiria confortável no ambiente do esporte.
A pesquisa vem a calhar, claro, já que Michael Sam, jogador universitário, assumiu-se homossexual na semana passada e pode ser escolhido em maio para a liga profissional norte-americana. Se depender de seus colegas, Michael, seja bem-vindo.

Fonte: Parou Tudo

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

'Em família': Clara dorme com Marina


A relação entre Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) vai começar a esquentar, e as duas dormirão juntas na novela das nove. Mas a princípio não acontece nada demais entre elas. A fotógrafa chama Clara para ir a Angra com ela, e o flerte começa logo no helicóptero. “Que sorte a minha. Te vi pela primeira vez e já no mesmo momento falei para mim mesma: é ela. Encontrei!”, diz Marina. Clara ri e faz que não entende. “Como me encontrou?”, pergunta Clara. Olhos nos olhos, agora bem próximas, Marina responde: “Porque sempre te procurei. Em todas as mulheres que eu conheci”.

A mulher de Cadu (Reynaldo Gianecchini) fica sem graça e muda de assunto. Elas brincam no mar como um casal de namoradas e bebem vinho no jantar. Meio de pilequinho, elas decidem se pesar na balança do banheiro de Marina e, tontas, acabam caindo na cama da fotógrafa. “Posso dormir no sofá”, diz Clara, sonolenta. “Esta cama dá muito bem para nós duas”, diz Marina. Elas ficam muito próximas uma da outra. A fotógrafa estende o braço e apaga a luz. No dia seguinte, Marina entra com uma bandeja de café. “Dormiu bem, não dormiu?”, pergunta Marina. “Muito bem”, responde Clara. "Isso é que importa", fala Marina, sedutora.
 
Fonte: Extra
 

Defensora de LGBT, Arlete Sampaio não vai se candidatar




A deputada distrital Arlete Sampaio (PT) não disputará mais cargos eletivos. A notícia é ruim para nós LGBT. A parlamentar é uma das principais defensoras da causa arco-íris na Câmara Legislativa.

Em entrevista ao jornal Alô Brasília, Arlete afirmou que sua missão a partir de 2015 será formar jovens para a política e resgatar a ligação do PT com os movimentos sociais.
 
 
Fonte: Parou Tudo

Ex-deputada transexual é detida com 'faixa gay' em Sochi: 'Na cara do Putin'

Doze dias. Foi esse o tempo que demorou até que a polêmica lei antigay russa fosse colocada em prática em Sochi, durante os Jogos Olímpicos de Inverno. Nesta segunda-feira, de acordo com as agências internacionais, foi detida a primeira pessoa por suposta apologia gay.
Defensora dos direitos homossexuais e ex-deputada italiana, a transexual Vladimir Luxuria foi detida
pela polícia no Parque Olímpico das Olimpíadas de Inverno de Sochi, no domingo, após ser vista vestindo as cores da bandeira gay e carregando uma faixa que dizia, em russo, "gay é ok". Ela protestava, principalmente, contra uma lei russa que proíbe a "propaganda homossexual".

- Estou em Sochi! Saudações com as cores do arco-íris na cara do Putin - relatou Luxuria em sua conta, publicando também uma foto em que usa uma saia colorida e um guarda-chuva de arco-íris.

Ela pediu ajuda de organizações de defesa dos direitos LGBT de Roma após o incidente e acabou sendo liberada, segundo o periódico "Daily News".

- Ela foi presa pela polícia em Sochi enquanto assistia aos Jogos Olímpicos - comentou a presidente honorária do "Di’Gay Project Imma Battaglia" em entrevista ao site italiano "Corriere".

Segundo ela, Luxuria enviou uma mensagem pedindo ajuda. A equipe da Ministra de Relações Exteriores italiana Emma Bonino publicou na internet que uma unidade de crises estaria atuando após a prisão. Mais tarde, eles divulgaram que a ex-deputada foi liberada. Contudo, o diretor de comunicação do Comitê Olímpico Internacional (COI), Mark Adams, minimizou o incidente. Ele disse que Luxuria apenas foi solicitada a deixar o Parque Olímpico.
- Nós pediríamos a qualquer um para fazer isso em qualquer outro lugar fora do Parque Olímpico e de arenas olímpicas. Para ser honesto, o que aconteceu ainda não está claro. Eu entendo que ela estava no local por uma, duas horas, andando, conversando com espectadores. Alguns a favor, alguns contra, alguns muito contra, mas sei que ela queria fazer sua demonstração por lá, e penso que, após algumas horas, ela finalmente foi escoltada de maneira pacífica da área, não detida, e eu acho que ela mesma postou em uma rede social que tudo foi muito educado - relatou.

Chefe das comunicação de Sochi 2014, Aleksandra Kosterina afirmou que os organizadores conversaram com a polícia sobre o ocorrido, e os agentes responderam que não havia registros de nenhuma prisão. 

Fonte: Globo/Esporte

 

Banda Pussy Riot é detida em Sochi e acusa a polícia de violência excessiva

Integrantes da banda Pussy Riot, Maria Alyokhina e Nadezhda Tolokonnikova foram detidas nesta terça-feira enquanto caminhavam por Sochi, que recebe as Olimpíadas de Inverno até o dia 23 de fevereiro, disseram elas em suas contas em uma rede social. A agência Reuters afirma que procurou a polícia, mas ela não estava disponível para comentar.
As mulheres afirmaram que a ação não fez sentido, que elas estariam "apenas caminhando" e que os policiais usaram força excessiva e as jogaram em uma van da polícia. Alyokhina disse que foi presa suspeita de cometer um crime, mas não entrou em mais detalhes. De acordo com o marido de Tolokonnikova, as duas mulheres estavam em Sochi para gravar um filme musical chamado "Putin, vamos ensiná-lo a amar sua terra natal".
- No momento da nossa detenção, não estávamos fazendo protestos, estávamos apenas andando em Sochi. Estávamos apenas andando - disse Tolokonnikova em sua conta em uma rede social.
As duas retornaram recentemente à Rússia depois de fazerem um tour pela Europa e pelos Estados Unidos. Antes disso, em dezembro, elas foram liberadas da prisão por conta de uma anistia que Tolokonnikova garante ter sido uma forma do presidente Vladimir Putin melhorar a imagem do país antes dos Jogos.
A dupla e uma outra integrante do Pussy Riot, Yekaterina Samutsevich, tinha sido presa da primeira vez por "vandalismo" motivado por ódio religioso após cantarem uma "oração punk" no altar da catedral de Cristo Salvador em fevereiro de 2012, pedindo para que a Virgem Maria "livrasse" a Rússia de Vladimir Putin, o então primeiro-ministro e hoje presidente.


Fonte: Globo/Esporte

Obama dá aviso a presidente de Uganda para ele não assinar lei anti-gay

Se o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, assinar a lei anti-gay, como deu sinais de que fará, ele terá problemas com os Estados Unidos. O recado do presidente norte-americano, Barack Obama, foi claro.
“Como já transmitimos ao presidente Museveni, promulgar esta legislação vai complicar o nosso valorizado relacionamento com Uganda”, disse Obama, em comunicado no domingo, 16.
A conselheira de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Susan Rice, ligou para o presidente ugandense, no sábado, para protestar sobre a lei após saber que Museveni teria dito a membros de seu partido que iria assiná-la.
“O Projeto Anti-Homossexualidade em Uganda, uma vez lei, será mais do que uma afronta e um perigo para a comunidade gay em Uganda. Será um passo para trás para todos os ugandeses e irá refletir negativamente o compromisso da Uganda de proteger os direitos humanos de seu povo”, disse Obama.
Há um mês, Museveni disse que não assinaria a lei porque homossexuais são doentes e “você não pode matar uma pessoa doente”, mas parece que ele teria mudado de ideia. Dentre outros pontos, a lei prevê prisão perpétua ao homossexual que for considerado reincidente.


Fonte: Parou Tudo

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Coisa boa o amor...




Abrir a caixa de e-mail e encontrar um vídeo, feito especialmente para mim, não tem preço..

Te amo minha flor...

Saudades...

Angie...

Facebook deixa usuário definir gênero além do masculino e feminino

O Facebook, pelo menos na versão em inglês, permitirá que os usuários escolham, além dos gêneros masculino e feminino, definirem a si mesmos como andrógeno, transgênero, gay, lésbica e outras cerca de 50 opções. Ah! Mesmo com a vasta opção você não se encontrou? Existe um modo personalizado para você se definir. Esta novidade foi lançada pela sede da empresa em Menlo Park, na Califórnia (EUA), na última quinta-feira, 13 de fevereiro.No perfil do Facebook, a rede social escreveu que “quando você acessa o Facebook para se conectar com pessoas, causas e organização com que se importa, nós queremos que você se sinta confortável sendo quem você realmente é”.A rede também informa que também vai “oferecer uma nova opção de customização de gênero para ajudar você a expressar melhor sua própria identidade no Facebook”. Quem escolhe pelo gênero personalizável também pode selecionar de que forma vai ser tratado pelo público: no masculino (ele, seu), no feminino (ela, sua) ou de forma neutra (ele, dele).Dentro das novidades, o usuário também poderá optar a quem seu gênero sexual será exibido. “Nós reconhecemos que algumas pessoas enfrentam desafios ao compartilhar seu verdadeiro gênero com usuários e essa configuração permitirá a elas expressarem-se de uma forma única.”

Fonte: Mix Brasil