terça-feira, 23 de julho de 2013

Dez perguntas chatas de se escutar

Fuçando na net como faço todas as manhãs, achei esse texto no site do Igual.
O texto em questão, fala sobre algumas perguntas que héteros fazem as lésbicas e que deixam as sapas P da vida. A ideia de duas mulheres juntas, pode encher a cabeça dos homens de fantasias e pontos de interrogação. Ainda mais quando uma delas, ou as duas, não parece nada com o protótipo de lésbica que a maioria tem em mente.
São perguntas que denotam o quanto as pessoas tem preconceito, ou o quanto são ignorantes no assunto ou simplesmente demonstra o quanto a pessoa pode ser irritante.

1. Você tem certeza de que é lésbica? Não parece.
Como assim? Lésbicas são mulheres e como tanto elas podem ser bonitas, feias, altas, baixas, gordas, magras, simpáticas, antipáticas, chatas, interessantes, tatuadas, caretas, masculinizadas, femininas. Nem todas têm cabelo curto e vestem jeans largões e camisa xadrez. Ninguém é menos lésbica porque se parece menos com a ideia de lésbica que você tem.

2. Quando você virou lésbica?
Essa pergunta simplesmente não faz sentido. Ninguém vira gay, da mesma maneira que ninguém vira hetero. A sexualidade é um processo, e a identidade sexual vem com ele. Não é algo que a pessoa vira, mas algo que ela é.

3. Quem é o homem e quem é a mulher da relação?
O homem da relação não é ninguém, esse é o ponto. Preferências sexuais não fazem de nenhuma lésbica um homem. E mesmo atitudes mais masculinas, roupas mais masculinas, um papel no casal que é considerado mais masculino não faz de mulher nenhuma um homem. As mulheres podem se relacionar sem uma figura ou influência masculina, da mesma maneira como um casal de homens não necessita de alguém que seja “a mulher” da relação.

4. Aconteceu alguma coisa para  você ficar com medo dos homens?
Essa é outra pergunta simplista, como se uma mulher encontrasse conforto ao lado de outra depois de ter passado por alguma experiência sexual ruim ou amedrontadora. Lesbianismo não tem a ver com abuso sexual e nem com medo dos homens ou de pênis, da mesma maneira que os homens gays não têm medo das mulheres e nem de vaginas.

5. E como vocês fazem sexo?
O sexo entre duas mulheres é tratado como um mistério por causa da ausência do pênis. Sem um pênis, como ter prazer da mesma maneira que um homem e uma mulher têm? Não imagine que duas mulheres juntas serão como aquelas dos filmes pornô: elas estão lá para deixar os homens com tesão. Mas, realmente, alguma vez alguém perguntou para um casal hétero o que é que exatamente eles fazem na cama? Isso é da conta de cada um.

6. Ao menos vocês não têm que se preocupar com doenças sexualmente transmissíveis e nem com gravidez, certo?
Bem, mulheres podem pegar e transmitir doenças como qualquer casal, e também precisam tomar precauções. E na hora em que decidem ter um bebê, um casal de lésbicas tem que enfrentar um processo longo, caro, exaustivo e muitas vezes frustrante. Então não vale a pena citar a impossibilidade de engravidar como se fosse um bônus.

7. Duas mulheres juntas não é demais do mesmo: TPM dupla e uma discussão de relação sem fim?
Duas mulheres podem ser intensas, podem falar demais, podem ser dramáticas. E ao mesmo tempo uma cuida da outra, ajuda, se preocupa, escuta os problemas, participa da vida, sabe o que a outra está passando na maior parte do tempo. Nenhum relacionamento é perfeito, mas a ideia de que duas mulheres juntas serão mais turbulentas que qualquer outro casal é no mínimo ofensivo.

8. Você tentou encontrar o homem certo antes de ficar com uma mulher?
Essa pergunta é a pior de todas. Ela assume que uma lésbica foi aquela que não teve chance com o homem que seria o ideal para ela, então se conformou com uma mulher. A mulher é o prêmio de consolação? Não! A mulher é a medalha de ouro da lésbica. É no mínimo muita prepotência masculina achar que a lésbica mudaria sua orientação sexual se fosse “bem comida”.

9. O clássico “ah, posso participar?”, vindo sempre daquele cara mala, bêbado e que acha que duas mulheres vão querer companhia.
A pergunta já responde: o cara que vier com essa é mala ou está bêbado. Como é que alguém se atreve a se meter no meio de um casal para saber se pode entrar na roda? Fora dos filmes pornô, isso não existe. No lugar de uma resposta positiva é possível que o sujeito leve uma porrada.

10.  E se aparecer um homem que te encante muito, você se tornaria hétero?
Essa pergunta denota, além de ignorância, preconceito. Ela pressupõe que a mulher tenha decidido ficar com outra mulher porque não apareceu o tal “príncipe encantado”. E que, se por acaso ele ainda aparecer, vai acabar com o feitiço que faz uma mulher ficar com a outra e as coisas voltam para o seu curso natural. De uma vez por todas: o natural, para uma lésbica, é estar com outra mulher. Claro que a vida nos surpreende com paixões inesperadas, quem sabe até por algum homem encantador que aparecer.  Mas é a mesma coisa que perguntar: “Se você perdesse as duas mãos, ia aprender a pintar com os dedos do pé?” Quem é que pode saber?
(Esse post foi inspirado em matéria de Marissa Higgins para o Gay Voices: “10 Things Lesbians Hate to Hear”)

Fonte: Igual

Primeira feira de games para público LGBT acontece em São Francisco

Após se sentir deslocado pela comunidade gamer por ser homossexual, o americano Matt Conn, junto com
o sócio Kayce Brown, decidiu organizar a primeira feira de games para o público LGBT. Chamada de GaymerX, o evento acontece entre os dias 3 e 4 de agosto, em São Francisco.
O projeto ganhou força em 2012, quando a dupla abriu uma campanha no site de crowdfunding Kickstarter. Em três dias, eles bateram a meta de US$ 25 mil e ao fim da campanha arrecadaram US$ 91 mil, com patrocinadores como EA, Xbox, The Trevor Project (ONG que tenta prevenir o suicídio entre os jovens homossexuais), dot429 e a Straight But Not Narrow.
"Não é fácil crescer como uma gay geek gamer", disse Coon ao site Mashable. "Eu sofri muito bullying. Ser um gay geek é duplamente difícil de lidar".
Segundo Conn, o objetivo do evento é levar a discussão para um patamar maior. "Há muito bullying e homofobia na comunidade gamer. Parte de nossa missão é ajudar nessa mudança", explicou. "Estamos fazendo quase tudo que uma convenção normal faz. "Quando começamos, não tínhamos nem ideia se o Kickstarter funcionaria".
​Até o momento, a GaymerX já vendeu cerca de 2 mil entradas. A EA e a Xbox Live já publicaram vídeos em apoio ao evento, e um documentário, chamado Gaming in Color, será focado em entrevistar os visitantes. 

Os ingressos custam US$ 45, US$ 60 (na porta) e US$ 135. Esse último inclui camiseta, kit com presentes e acesso às festas do evento. Entradas também podem ser adquiridas pelo site gaymerconnect.com.

Fonte: Terra

Católicos gays vão à Jornada na esperança de mensagem positiva do papa sobre os homossexuais

Homossexuais católicos têm fé de que o Papa Francisco faça algum pronunciamento sobre a relação entre
os gays e a igreja durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que será realizada no Rio de Janeiro na próxima semana. Alguns irão ao encontro do pontífice em Aparecida (SP) e outros realizarão atividades paralelas como encontros e debates.
O filósofo Luiz Ramires Neto, 53 anos, conhecido como Lula, integra a Pastoral da Diversidade. Católico, ele assumiu ser gay quando ainda estava na universidade, onde estudava filosofia como preparação para ser padre. "Acabei me afastando da igreja. Ninguém me disse para sair, mas achei que seria mais coerente me afastar um pouco. Não que eu tenha perdido a fé, tenha deixado de fazer minhas orações e ir à missa com meus pais."
Em entrevista ao G1, Dom Geraldo Majella explicou que a igreja não proíbe a participação de homossexuais e que não exigirá de ninguém o abandono imediato das práticas homossexuais, já que considera "não ser fácil passar de um caminho para outro sem que haja uma conversão interior".
A vinda do Papa Francisco para a JMJ trouxe o assunto à tona, apesar do debate ser antigo e da Igreja Católica sempre se posicionar contrária a esse comportamento, há uma expectativa de que o pontífice trate do tema em um de seus pronunciamentos no Brasil.
Essa é a opinião do padre Roberto Francisco Daniel, que foi excomungado depois de declarar apoio aos homossexuais, em Bauru (SP). "Acho que será difícil a Igreja Católica rever questões morais e anunciar mudanças significativas durante um evento como a Jornada Mundial da Juventude. Não acho que este seja momento para ele apresentar alguma mudança essencial. Ele vai apoiar as manifestações que aconteceram no Brasil, mas não vai mudar nada em termos de regras morais da igreja."
Daniel disse ainda que o Papa "foi voto vencido quando a Igreja Católica argentina discutiu o casamento igualitário. Ele votou a favor do casamento [homossexual], mas ele tem uma cabeça com pé no chão, é realista. Ele tem outros desafios como arrumar a casa do Vaticano."

O padre afirmou ainda que "ele [Papa Francisco] tem um discurso parecido com o da Igreja Católica da década de 1960, 1970 e 1980, sobre a teologia da libertação. Enquanto isso, os jovens pertencem a movimentos mais espiritualistas, de renovação carismática. Não sei como eles receberão a mensagem dele."

Fonte: G1

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Ativistas discordam sobre beijaço durante visita do papa

A Jornada Mundial da Juventude que acontece no Rio de Janeiro na semana que vem será marcada também por protestos da militância lgbt.
Um grupo de "jovens sem ligação com partidos, entidades ou movimentos" anunciou que vai promover um beijaço gay para protestar contra a postura da Igreja Católica que consideram contrária aos direitos humanos de gays, lésbicas e transexuais. Um grupo fala em promover "desbatismo". Luiz Mott, fundador do Grupo gay da Bahia apóia a manifestação, por considerar o papa um inimigo do movimento lgbt.
Mas não há unanimidade na militância. Julio Moreira presidente do Grupo Arco-íris do Rio diz que prefere não entrar em confronto com o papa nesse momento. "Nossa postura é de observação. Até agora a postura do papa Francisco com relação a direitos lgbt tem sido diferente das opiniões do cardeal de Buenos Aires. O Vaticano mudou sua postura e não tem se manifestado frente avanços dos direitos de homossexuais na Europa. Acreditamos que o confronto nesse momento deve ser evitado". 

Fonte: Mix Brasil

Elizabeth Banks sonha em beijar a atriz Emma Stone em cena

Elizabeth Banks está acostumada a viver cenas quentes com outras mulheres, como no filme Wet Hot American Summer e na série Wainy Days. Porém, a estrela de Jogos Vorazes afirmou que adoraria viver um papel de uma lésbica e ainda beijar Emma Stone.
“Angelina Jolie é gostosa e Christina Hendricks é linda, mas acho que eu me divertiria muito mais com Emma Stone”, afirmou a estrela à revista The Advocate. Elizabeth,  que é casada e mãe de dois filhos, disse que gosta de beijar mulheres, porque é “delicado”.



Fonte: Terra

Militantes percorrem bibliotecas e livrarias para mudar o conceito de "casamento" nos dicionários

Um grupo de militantes lgbt autointitulado Hack Marriage está alterando o significado do vocábulo 'casamento'. Eles criaram adesivos com uma nova definição para a instituição: "mar•riage /’marij/ n.1 the formal union of two people by which they become partners for life."


Ou em bom português, “casamento: união formal de duas pessoas, pela qual elas se tornam parceiras para a vida”. Os ativistas percorrem bibliotecas e livrarias colando os adesivos com a alteração em exemplares do Oxford American Dictionary e outros dicionários.

Fonte: Mix Brasil

“A Liga” mostrará mundos opostos de uma drag queen e um pastor ex-gay

Sucesso absoluto de audiência em seu episódio de estreia, “A Liga” volta ao ar na próxima terça-feira (22)
pela Band trazendo mais um tema polêmico e repleto de controvérsias.
No quadro “Mundos Opostos”, novidade desta temporada da atração, pessoas com vidas completamente distintas terão que conviver juntos por vários dias. Na estreia, Róbson, um pastor evangélico que deixou de ser homossexual, passará longas horas ao lado de Valber, que atua como drag queen e tem orgulho de sua homossexualidade.
As visões paradoxais que cada um possui acerca da orientação sexual darão o tom do programa, que debaterá o tema em suas mais variadas vertentes.

“A Liga” vai ao ar às 22h30.


Fonte: RD1

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Atrás do Candelabro recebe 15 indicações ao Emmy

O longa “Atrás do Candelabro”, considerado gay demais pelos estúdios de cinema e que por isso foi
produzido pela HBO e lançado diretamente na TV, recebeu 15 indicações ao prêmio máximo da televisão norte-americana, o Emmy.
Michael Douglas, que interpreta o pianista Liberace, e Matt Damon, que faz seu amante, Scott Thorson, concorrem a melhor ator por minissérie ou telefilme. Dentre outras categorias, o longa ainda disputa com “American Horror Story” – adorada pelos gays – o prêmio de melhor minissérie ou telefilme.
Outros concorrentes arco-íris são a comédia “Modern Family”, que disputa melhor série cômica, além de cinco prêmios de atuação (incluindo Jesse Tyler Fergusson, um dos componentes do casal gay da trama), os assumidos Jane Lynch, como melhor atriz coadjuvante de série cômica por “Glee” e Dan Bucatinsky, como melhor ator convidado por série dramática por “Scandal”, além do enrustido Kevin Spacey, como melhor ator de série dramática por “House of Cards”.


Fonte: Parou tudo

Humor: Hospital Feliciano Maravilha

Olá meninas...
Esse vídeo é de um humor e contém algumas palavras e imagens para maiores de 18 anos ok?
Grande beijo...
Angie...


São Paulo terá guia turístico oficial voltado para o público gay

A São Paulo Turismo (SPTuris) está preparando um guia turístico para o público LGBT (lésbicas, gays,
bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros).
Segundo a empresa municipal de turismo e eventos, o material trará sugestão de bares, shopping, feiras, baladas, restaurantes e atrativos culturais "gay friendly", além de roteiros com os principais pontos turísticos da cidade e um calendário de eventos.
A previsão é que o material seja distribuído na 41ª ABAV - Feira de Turismo das Américas, que será realizada entre os dias 4 e 8 de setembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi.
A publicação também deve ficar disponível nas Centrais de Informação Turística da cidade, nos estabelecimentos parceiros e no site oficial de turismo da capital paulista.
Segundo o presidente da SPTuris, Marcelo Rehder, o turista LGBT é sofisticado, apreciador da cultura e das compras e um dos que mais gastam em viagens.


Fonte: G1