terça-feira, 16 de abril de 2013

O futebol contra a homofobia

Ainda falando de futebol, aí vai um comercial que incentiva jogadores a declarar a homossexualidade...

Com o  slogan  "Gay? Não há nada de estranho nisso", da campanha desenvolvida pela agência Delight que foi oferecida à Federação Holandesa de Futebol, o objetivo é incentivar jogadores a declarar a homossexualidade. Além disso, também busca a combater a homofobia no futebol e questiona: “Por que não sair? Seu time está ao seu lado”.






Campanha contra homofobia iniciada em BH ganha novas adesões pelo país


Todos sabem que o meio futebolístico é um dos mais preconceituosos, tanto é que dificilmente atletas gays saem do armário por medo de sofrerem ações homofóbicas. Quando decidem falar sobre o assunto e
assumir, eles também decidem terminar a carreira, como foi o caso do Robbie Rogers. O atleta da seleção dos Estados Unidos,  aos 25 anos, tomou a decisão de se assumir gay, encerrando assim, sua carreira nos gramados.
No entanto, começa a existir um movimento que parte das torcidas dos times de futebol, claro que está gerando muita conversa, mas o movimento vem crescendo dia a dia.
Esse movimento das torcidas de futebol do Brasil, via redes sociais,
contra a homofobia, teve o Atlético-MG como pioneiro. O nome escolhido, “Galo Queer”, página que foi criada na terça-feira da semana passada, faz referência ao termo inglês que significa algo estranho, fora do comum ou padrões. Mas é utilizado erroneamente no Brasil para se referir a homossexuais. Na última quinta-feira, inspirados na ideia atleticana, cruzeirenses também criaram uma página semelhante, chamada “Cruzeiro/Anti-homofobia”.
A campanha continua ganhando adesões de torcedores de outros clubes e segue unindo rivais históricos.
Depois dos clubes mineiros, foi a vez dos paulistas, Palmeiras e Corinthians também criarem páginas no facebook, e até a dupla Grêmio e Internacional rivais de tradição se uniram a favor da diversidade, além disso, torcedores do Bahia se juntarem à campanha, que começa a se tornar nacional.
Assim como os outros times do futebol brasileiro, a dupla GreNal entrou na luta contra a homofobia. Torcedores dos dois times criaram páginas
chamadas “Queerlorado” e “Grêmio Queer no Facebook”. Parte da torcida do Bahia, por sua vez, adotou a medida e também divulgou a página.
“Gremistas também estão pelo respeito à diversidade no futebol! Vamos usar este espaço para debater o respeito às diferenças por um futebol sem homofobia, machismo, racismo e sexismo”, escreveu o administrador da página “Grêmio Queer”.
A página da dupla de times do Sul do Brasil tem recebido apoio. Ao todo, são mais de 700 curtidas de torcedores do Internacional e também do Grêmio. Porém, como aconteceu com os outros movimentos, as
críticas também foram grandes por meio do Facebook.
“Neste exato momento estou inclinado a deixar todas estas postagens absurdas que temos recebido, de torcedores do NOSSO TIME”, escreveu o idealizador da página “Queerlorado”, referindo-se aos xingamentos à iniciativa.
O dono da página do Bahia, que não se identificou, publicou o seguinte:  “Essa página foi idealizada por torcedores/as do EC BAHIA no intuito de dizer BASTA ao machismo, homofobia sexismo e racismo no
futebol brasileiro. Nosso amor pelo EC BAHIA e por futebol não combina com nenhuma forma de preconceito e violência”.
Como falei no início as críticas serão grandes e faz parte, mas pelo menos é o início para uma inclusão a diversidade também nos campos de futebol.

Fonte: UOL Esportes

Secretário nacional do PSC é favorável ao casamento gay


A cada dia que passa, o coro contra o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, Marco Feliciano (PSC-SP), ganha força. Dessa vez foi o Secretário Nacional do PSC (partido de
Feliciano) que veio a público dizer ser favorável ao casamento gay e revela que partido tem gays .
Não bastassem as polêmicas geradas pelo pastor e deputado Marco Feliciano frente à opinião pública, deputados e ministros, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal começa a encontrar posições e opiniões contrárias às suas dentro do próprio Partido Social Cristão (PSC)
O secretário nacional do partido, membro da executiva e presidente do diretório em Minas, onde foi fundada a legenda cristã, Antonio Oliboni revelou que é a favor do casamento gay e que o PSC tem homossexuais assumidos em seus quadros no Rio, Bahia e Paraná. Diz ter "muitos amigos gays", mas frisou que pessoalmente é contra a adoção de crianças por casais gays. "A criança tem que ter a presença das figuras paterna e materna". O secretário afirmou ainda que se fosse deputado, votaria a favor da união homoafetiva.
As declarações, no entanto, não indicam que o PSC vai pressionar Feliciano, em respeito à ideologia pessoal do deputado. "Marco Feliciano é um bom rapaz e sua atuação como pastor tem sido confundida com sua atuação como político", comentou.
Perguntado sobre o fato de Feliciano ter dito em pregações ser o negro "amaldiçoado", Oliboni o defendeu com o argumento de que isto poderia ter sido "uma afirmação que ele fez num culto, talvez para explicar alguma mensagem específica a alguns de seus fiéis naquele momento".
Disse que, a exemplo de outros partidos, o PSC grava filmes para inserções permitidas por lei na televisão em rede nacional e que partido não vai fugir à polêmica da presença do deputado Feliciano na Comissão de Direitos Humanos.

Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Senado francês aprova adoção por casais do mesmo sexo


As sucessivas marchas contra os direitos LGBT não estão surtindo efeito na França. O Senado do país
aprovou, na quarta-feira, 10, a adoção de crianças por casais homossexuais.
Este foi o segundo artigo da lei conhecida como “Casamento para Todos”. O primeiro deles – o casamento gay – foi aprovado na terça-feira, 09.
Na próxima etapa, o Senado fará uma revisão da legislação. Se aprovado, o projeto de lei volta para a Câmara, em maio, e depois vai para a sanção do presidente François Hollande. O casamento gay e adoção por casais homos na França estão chegando!

Fonte: Parou Tudo

Feliciano não fala por nós, diz líder da Assembleia de Deus


O presidente do Conselho Eleitoral da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil), pastor Antonio Carlos Lorenzetti, diz que as declarações tidas como homofóbicas e racistas do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não refletem e não representam o pensamento geral dos fiéis e pastores da Assembleia de Deus, à qual o parlamentar é vinculado.
"Ele não espelha o pensamento geral dos evangélicos. Ele espelha o pensamento dele. Ele não fala por mim. Se ele quer pensar assim, eu respeito a opinião dele como respeito a de todos."

Nesta quinta, o pastor José Wellington, 78, confirmou o favoritismo e foi reeleito presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, principal entidade da maior denominação evangélica do país.
Apesar da presença do parlamentar no evento da CGADB em mais de uma ocasião nesta semana, o pastor afirma o poder de influência de Feliciano é "nenhum" entre os 24.200 pastores inscritos na convenção dentro de um universo de 71.525 ministros.
"A influência do pastor Marco Feliciano, dentro da convenção, é nenhuma. O pastor Marco Feliciano não está nem inscrito para poder votar aqui na nossa convenção", destacou o Lorenzetti. 
Declarações polêmicas
O deputado é acusado de ter dado declarações consideradas racistas e homofóbicas, o que vem causando protestos para que renuncie à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
Feliciano já negou as acusações várias vezes. Ao ser eleito presidente da CDH, disse: "caso eu fosse racista, deveria pedir perdão primeiro a minha mãe, uma senhora de matriz negra."
Sobre a acusação de homofobia, ele diz  que não é "contra os gays, sou contra o ato e o casamento homossexual", afirmou em mais de uma ocasião.

Fonte: UOL

sexta-feira, 12 de abril de 2013

'Minha profissão é atuar, não é ser transexual', diz atriz de 'Salve Jorge'


Tão logo surgiu em “Salve Jorge” como Anita, transexual que sonha em ganhar uma operação de mudança de sexo e cai na lábia da malvada Wanda (Totia Meirelles), Maria Clara Spinelli viu que seu “segredo” estaria exposto para todo o país. Não que ela se envergonhe, claro. Ocorre que, como sua personagem, a atriz já passou pela angústia de estar presa a um corpo diferente de sua orientação sexual.
Para resolver o problema, Maria Clara passou pelo procedimento médico de readequação de gênero e hoje não deve mais ser considerada uma transexual. É uma mulher – inclusive nos documentos – cheia de sonhos e com muita vontade de trabalhar. Tão confortável está a artista com sua atual condição que quando estreou no cinema, como uma das protagonistas do longa “Quanto Dura o Amor?”, causou surpresa em boa parte da crítica, que se quer desconfiou que a bela mulher havia nascido num corpo de rapaz.
Moradora de Assis, no interior de São Paulo, Maria Clara se divide entre o trabalho de funcionária pública e o teatro. Discreta, evita dar detalhes sobre a cirurgia de readequação sexual (“Foi a long time ago, sweet…”) e se prepara para encarar cenas fortes na trama das nove. Na próxima semana, Anita desembarcará no exterior e será recebida por Russo (Adriano Garib). Ao descobrir que caiu numa cilada, será agredida pelo bandido. Além disso, Maria Clara pode se considerar uma pioneira. É a primeira ex-transexual a ganhar um papel fixo numa novela das nove. A atriz conversou com a coluna.

Como conseguiu o papel de Anita em Salve Jorge: teste ou convite?
MARIA CLARA SPINELLI
: Convite. Foi tudo uma surpresa. Me ligaram na segunda à tarde para eu gravar na terça. A cena foi ao ar na quarta.

Já assistia a novela antes? Aliás, você é noveleira?
MARIA CLARA SPINELLI:
Assisti no começo. Depois comecei a cursar artes visuais à noite, e só conseguia acompanhar a novela de vez em quando. Já fui muito noveleira. Adoro e desde criança vejo novelas. O que sempre mais me encanta são as interpretações das grandes atrizes. Uma memória recente é a personagem Dulce, interpretada por Cássia Kiss em “Morde & Assopra”. Me lembro de parar em frente a TV para admirar sua grandiosidade em cena.

O que há em comum entre você e Anita?
MARIA CLARA SPINELLI:
Muitas coisas. Tento buscar todas as personagens dentro de mim, não há outro caminho. Anita e eu tivemos sonhos parecidos (o de readequar a condição sexual). É uma dor familiar. Mas ela tem muito a me ensinar com sua alegria de viver.

Vivendo plenamente na condição de mulher, inclusive nos documentos, você poderia optar por esconder o fato de que foi transexual. Por que tornar pública sua ex-condição?
MARIA CLARA SPINELLI
: Ótima pergunta. A resposta sobre o porquê tornar pública essa minha individualidade tão íntima é uma só: a necessidade de ser atriz. Antes de “Quanto Dura o Amor?” eu já havia sido convidada para fazer outro filme. Na época recusei porque não queria me expor, depois de tanto sofrimento, e deixar de ter a chance de viver plenamente na minha verdadeira condição. Mas, com o passar do tempo, descobri que ser atriz para mim vai muito além de qualquer vaidade ou outro sentimento menos nobre. Ser uma Atriz/Criadora é a maneira com que me sinto conectada com o mundo, é quando minha vida faz sentido, é quando me sinto útil de alguma forma para as pessoas. Percebendo isso, descobri que também deixaria de ser plena, como ser humano, se abrisse mão disso. Então, esse é o preço que eu pago para ser atriz. Não há outra opção.

Acha que pode ajudar a combater o preconceito em tempos nos quais tanto se fala da sexualidade?
MARIA CLARA SPINELLI:
Sim, a função do Artista é, também, ser um farol para a sociedade. Não escolhi expor minha individualidade. Mas, se ela ainda é um tabu tão forte para a sociedade eu, enquanto figura pública, posso servir para tentar esclarecer um pouco sobre algo que ainda choca tanto as pessoas. E, assim, ajudar a iluminar o caminho de outros que passam pelo mesmo problema que eu passei.

Há alguma dificuldade no trato das pessoas com você? É verdade que na Globo perguntaram seu nome “verdadeiro” antes de saber que sua situação mudou também nos documentos?
MARIA CLARA SPINELLI: Essa dificuldade só passa a existir a partir do momento em que as pessoas sabem sobre a minha história. Neste momento, há uma mudança visível na maneira com que me olham. E isso acontece de uma forma geral, na verdade. Nem sempre consigo entender o porquê. Mas, se isso ainda acontece tanto, é porque há uma grande necessidade de desfazer esse tabu que existe em torno das pessoas que nasceram transexuais. Isso não quer dizer que eu não seja bem tratada, muito pelo contrário. Se as pessoas conseguem vencer seu preconceito sobre algo que elas não conhecem e se dão a chance de conviver comigo, me conhecer, tudo fica bem. Então, quem sabe eu tenha a chance de fazer isso publicamente também. Que as pessoas conheçam melhor uma mulher, uma atriz, que nasceu transexual e descubram que, no fundo, é alguém muito parecido com elas. Sempre fui muito bem tratada na Globo, desde o recepcionista até o diretor-geral da novela. E sou muito grata por isso.

Acha que ainda falta muito para que as pessoas e os diretores entendam que você pode fazer um papel de mulher, sem precisar dar vida somente a travestis e transexuais?
MARIA CLARA SPINELLI:
Acho que, a partir de agora, há uma possibilidade maior de olharem para meu trabalho. Se eu fizer um bom trabalho, verão uma boa atriz (e não uma boa transexual). E ter uma boa atriz fazendo parte de seus projetos não é o desejo de todos os diretores/autores/produtores? (risos) Então, a ideia de que eu possa fazer um papel diferente de uma personagem transgênero pode passar pela cabeça deles…

Em “As Filhas da Mãe”, Cláudia Raia deu vida a uma transexual. Chegou a assistir? Ja teve a oportunidade de conhecer Cláudia?
MARIA CLARA SPINELLI:
Sim, assisti. Mas não me lembro muito da história. Sei que o mistério de que se a personagem era ou não transexual permeava a trama, algo um pouco familiar… (risos). Cláudia Raia sempre brilhante em tudo que faz. Bela escolha de atriz para a personagem. Ainda não tive a oportunidade, mas gostaria muito de conhecê-la.

Você foi revelada no cinema como uma das protagonistas de “Quanto Dura o Amor?”. Por que acha que não houve mais convites para atuar entre o filme e a novela?
MARIA CLARA SPINELLI:
Esse foi um período de sofrimento para mim, entre o filme e a estreia na TV. No começo eu não entendia, depois caiu a ficha. Assim como as pessoas não estão preparadas para lidar com o fato de que eu nasci transexual, quando ficam sabendo sobre isto, a “indústria do entretenimento” também não sabe direito o que fazer com uma atriz que nasceu transexual. O equívoco já começa, muitas vezes, no rótulo que me colocam: “atriz transexual”. Creio que isso não existe. Sou uma atriz e ponto. Então, esse estranhamento em lidar com alguém que transitou entre os gêneros, e na cabeça das pessoas não está definido se é homem ou se é mulher, causa essa barreira em se olhar apenas para o conteúdo artístico que esse profissional pode oferecer. Minha profissão é ser atriz, e não transexual.

É uma batalha pelo reconhecimento de seu trabalho?
MARIA CLARA SPINELLI:
Tudo isso toda me coloca numa situação muito difícil, porque me tira a chance de lutar de igual para igual com outras atrizes, por mais que eu trabalhe ou me dedique para conseguir um papel. Quando entendi isso, foi olhar para uma realidade muito difícil, porque não é justa (risos). E não há muita coisa que eu possa fazer a respeito. Acredito que está começando a acontecer um grande avanço nesse sentido, que pode parecer pouco, mas não é. Quando eu vi a grande atriz Rogéria interpretando uma senhora, mãe da personagem interpretada por Maria Padilha, numa delicada novela de época no horário das 18h, eu vibrei. Não só porque Rogéria merece essa homenagem, mas porque, enfim, a televisão estava dando um grande passo em relação ao reconhecimento do valor do Artista em primeiro lugar, deixando em segundo plano aspectos da sua vida pessoal. Por isso, hoje, e sou muito grata a Gloria Perez, que teve a coragem de bancar isso: em horário nobre, numa obra que talvez seja a mais vista da televisão brasileira, num momento de picos de audiência, ela acreditou no meu trabalho, independente de minha individualidade um tanto quanto incomum. Salve Gloria!

Como sua família está reagindo à exposição na novela? Aliás, eles aceitaram bem o seu período de transição?
MARIA CLARA SPINELLI:
Minha família é minha mãe. Tudo que tenho de melhor é graças a ela. Minha mãe é uma pessoa que tem uma firme consciência das coisas que realmente têm valor na vida. Uma pessoa que nunca se deslumbraria com a fama, por exemplo. Acho que herdei isso dela, ou ela me ensinou. Sobre o período de transição, foi uma fase da vida para tentarmos evoluir juntos, de aprendizado, para mim e para todas as pessoas que me amavam. Foi doloroso e difícil. Mas todos nós nos tornamos melhores depois de passar por isso. Então, tudo valeu a pena.

Passou a ser reconhecida nas ruas de Assis? Aliás, além de atriz, você tem outro trabalho na cidade?
MARIA CLARA SPINELLI:
Acho que sou reconhecida nas ruas de Assis desde que nasci… (risos) Agora só vai ser um pouco (ou muito) pior. Essa parte da “fama” não me agrada. Gosto de ter privacidade. Mas não há escolha quanto a isso. Sim, eu tenho outro trabalho, como funcionária pública.

Qual seu maior sonho atualmente?
MARIA CLARA SPINELL
I: Ter um único trabalho: Atuar.

Anita terá cenas fortes com Russo e chegará a apanhar. Acha que a personagem pode ganhar um final feliz?
MARIA CLARA SPINELLI:
Acho, por que não? Mas, assim como na vida, nem sempre a felicidade está no final. Muitas vezes nosso final pode ser de redenção.

As informações são de Fernando Oliveira, do iG 

Magic Johnson após filho sair do armário: "Estou com ele um milhão por cento"


O ex-jogador de basquete Magic Johnson, 52, fez uma declaração de amor ao filho Earvin Johnson III, conhecido como E.J., após ele se assumir homossexual.
"Eu disse a ele: 'Ei, nós vamos te apoiar, cara. Nós vamos te amar independente de quem você for, do que você fizer. Nós queremos apenas que você se ame'", revelou a lenda da NBA em entrevista ao site "TMZ".

E.J. saiu do armário para o pai "há seis ou sete anos" e Magic lembra de perguntar ao filho: "O que você acha que seus amigos e as outras pessoas vão dizer quando você contar? Ou você já contou para todo mundo?"
 Na época, o filho disse que só havia contado para dois amigos próximos.
 Nesta semana, no entanto, E.J., que tem 20 anos, decidiu jogar luzes na sua sexualidade. Ele saiu andando de mão dada com o namorado em Sunset Strip, badalado ponto de Los Angeles.
Para Magic, é um grande momento para o filho e para ele e sua mulher, Cookie.
"Amo E.J. tanto, ele é meu cara. Acho que ele realmente queria sair do armário, dizer a todos quem ele é. E eu disse: 'Vai, E.J. vai!'."
"Este é um grande momento para nossa família e um grande momento para ele. Agora ele é de novo aquele garoto feliz. Estou com ele um milhão por cento. Isso é realmente maravilhoso para ele.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Uruguai é o segundo país latino-americano a aprovar o casamento homossexual


O Uruguai aprovou nesta quarta-feira (10) o casamento homossexual, se tornando o segundo país latino-americano a tornar lei a união entre pessoas do mesmo gênero - depois da Argentina. A Câmara referendou o projeto 'matrimônio igualitário', aprovado há uma semana no Senado, por 71 votos de um total de 92 deputados presentes.
 Aos gritos de 'Liberdade, liberdade', uma multidão nas galerias comemorou a aprovação da união. 'Amanhã vamos ser uma sociedade mais justa, mais igualitária, com mais direitos para todos e todas', disse o
deputado da governista Frente Ampla (FA, esquerda) Sebastián Sabini.
 A lei, muito questionada pela Igreja Católica e por grupos de defesa da família, afirma que o 'matrimônio civil é a união permanente de duas pessoas de distinto ou igual sexo'.
 A legislação também traz mudanças - tanto para homossexuais como para heterossexuais - sobre filiação, divórcio, idade mínima para contrair matrimônio, regime sucessório, adoção e ordem do sobrenome dos filhos.
 Nos últimos seis anos, o Uruguai legalizou a união civil de homossexuais, a adoção de crianças por parte de casais do mesmo sexo, a mudança de nome e de sexo na identidade e o ingresso de homossexuais nas Forças Armadas.
 Na Argentina, o casamento entre pessoas do mesmo sexo está vigente deste 2010.

Fonte: G1

SP terá casamento para cem casais gays


Em setembro de 2012, o Centro de Tradições Nordestinas realizou no bairro paulistano do Limão uma cerimônia para 47 casais com componentes do mesmo sexo dizer sim. 
Mas não era um casamento. Depois da celebração, as 94 pessoas tiveram de procurar um cartório que reconhecesse sua união como um casamento propriamente dito.
Neste ano será diferente. Além de esperar mais do que dobrar esse número, o CTN poderá já declarar os pares “marido e marido” ou “mulher e mulher” já no ato.  
Fecharam uma parceria com a Secretaria Estadual da Justiça e com um cartório, que reconhecerá a legalidade do casamento já no altar. 
Em 27 de setembro, é a festa para casais homossexuais. No dia 28, será a vez de um mesmo número de casais heterossexuais.
“Estamos prontos para receber cem casais homossexuais e o mesmo número de casais heterossexuais”, diz Marisa Antonia, diretora cultural e social da entidade. Quem sabe no ano que vem as duas festas não se juntam? “É uma boa possibilidade de inserção. Seria o ideal se acontecesse”, diz Antonia.
As inscrições serão abertas até julho. E a documentação pedida será simples: cópia de RG e de CPF, um comprovante de residência e uma testemunha. Felicidade à centena de noivos.

Fonte: Uol/ Texto: Chico Felitti/ Fotos: Joel Silva



Ex-marido de Daniela Mercury: "Fui o primeiro a saber e estou muito feliz"


A reportagem abaixo foi feito pela revista Caras, achei interessante mostrar a atitude tranquila do ex-marido de Daniela, em relação ao assunto que esteve bombando em todos os veículos de comunicação, na última semana. No entanto, não vou deixar de comentar, que o pessoal da Caras, parecia não acreditar que o cara ficou de boa com a situação kkkk. Muito engraçado a última pergunta, tipo: Só pra ter certeza né gente ou ainda... Aí vai a sua última chance de se posicionar como corno traído kkkk... Gostei da resposta, valeu garoto!

Meninas um bom dia e um boa leitura...

O ex-marido de Daniela Mercury, Marco Scabia,  (47), italiano de nascimento, não é apenas um homem interessante por fora. Sua cabeça também se sobressai da média e o espírito com o qual encarou o que poderia ter sido a semana mais polêmica de sua vida fecha o pódio de virtudes a se listar. No seu lar paulistano, no bairro do Panamby, no seleto Morumbi, ele aceitou falar com exclusividade com CARAS. Cinco dias após a cantora baiana postar na internet a notícia de que tinha se casado com outra mulher, a jornalista Malu Verçosa (36) — que, por sua vez, se separou da assessora de imprensa da própria Daniela
—, o produtor e publicitário Marco Scabia (38) recebeu a nossa equipe de reportagem. O enredo, que parece surgido da sempre inspirada mente de Jorge Amado (1912-2001), e que bem poderia tê-lo abalado, não o alterou nem um pouco, segundo as suas próprias palavras e as atitudes que transpareceu durante a entrevista. Afinal de contas, eles dois, Marco e Daniela, são pais de três filhas adotivas, ainda meninas.

– Você foi pego de surpresa?
– Não, eu sabia. Daniela e eu sempre nos falamos tudo. Por isso, entre nós dois jamais haveria surpresas... Por outro lado, acredito que fui o primeiro a saber. E, conhecendo a personalidade determinada de Daniela, vejo isto como um passo normal.

– Então, não há mágoas de sua parte?
– Nenhuma. Antes de casarmos, Daniela e eu fomos amigos e agora voltamos a ser amigos. Não vejo motivo para me sentir magoado.

– Muitos homens poderiam se sentir traídos. Digamos, duplamente traídos.
– Não é o meu caso, até porque, com a Malu, Daniela começou o relacionamento quando nós dois já estávamos separados... Não houve traição.

– Também não foi uma revanche de Daniela por você ser um homem muito assediado? Talvez você, alguma vez, tenha cedido a esse assédio?
– Não, nada disso! Nem eu a traí nem ela me traiu. Nosso relacionamento acabou pelo desgaste típico de qualquer casal, pelo passar do tempo e porque sempre houve um fator que incomodou um pouco os dois: o lugar onde morar. Ela nunca se adaptou a São Paulo, Daniela é muito baiana. E, fora isso, sempre está com shows, indo daqui para lá...

– E você, Marco, nunca pensou em se mudar para a Bahia?
– Cheguei a cogitar isso, mas percebi que todos os meus negócios estão em São Paulo, que passaria a depender dela e esse não é o meu estilo. Levei vinte anos ‘semeando’ em São Paulo... Mas isso incomodava e só, claro que não foi decisivo. Decisivo mesmo foi o desgaste natural.

– Você conhecia Malu, o novo amor de Daniela?
– Conhecia socialmente. Ela estava junto com a Fabiana Crato, assessora de Daniela, e, portanto, vez ou outra eu a via, mas não com muita frequência e sem nenhuma intimidade.

– Gosta que Malu seja a esposa de sua ex-mulher?
– Se Daniela a ama, eu nem preciso ter opinião a esse respeito...

– Mas a Malu vai passar bastante tempo com as suas filhas. Isso o agrada ou existe alguma objeção a esse respeito?
– Olha, Daniela é sensível e inteligente demais. Se ela escolheu a Malu, é porque ela tem todas as condições para integrar o núcleo familiar, ajudar a criar as nossas filhas, que hoje são o nosso maior interesse, como sempre foi. Eu avalio a Malu pela escolha da Daniela, pois não poderia emitir opinião por mim mesmo, porque, como já disse, nunca tive mais proximidade do que a eventual de alguma festa, lançamento, show...

– Daniela já disse que foi avisando a cada um da família e aos amigos mais próximos. A pergunta é: com as suas três filhas, quem falou? Ou vocês falaram juntos?
– Primeiro, devo dizer, que, aos poucos, as meninas foram sabendo, por pequenos gestos nossos, falas, aquelas coisas que criam clima, como quando da separação. Mas, na hora ‘H’, quem sentou e falou com elas foi Daniela. Ela é muito determinada e sabe como e quando falar. E com as nossas filhas tudo está bem, elas entenderam direitinho.

– E as meninas, ficaram com quem?
– No fim do ano elas se mudaram para a Bahia; deixaram São Paulo e foram para Salvador. O que demonstra que nada surgiu de um dia para outro. Eu vou todo final de semana, viajo sempre. Às vezes, pode haver um final de semana que, por conta de coisas de trabalho, eu não consigo ir, mas, no seguinte, não deixo de ir nem que o mundo caia.

– Então, durante a semana, as filhas são responsabilidade de Daniela e nos fins de semana você toma conta delas? É isso, meio a meio?
– Seria injusto falar meio a meio, porque ela cuida delas durante cinco dias e eu, dois. A maior responsabilidade é da Daniela. O peso maior ela carrega nas costas, mas para ela não é peso: ela ama as nossas filhas!

– E economicamente, as contas vão para qual domicílio, o seu ou o de Daniela?
– Também dividimos. Escola, seguro saúde, tudo... O que se deve entender é que esta foi uma separação na boa e como qualquer outra. E que, se alguém ficou com mais trabalho por causa da separação, foi Daniela. Eu não sou vítima.

– Alguma das meninas falou alguma coisa em particular, seja a favor dos comentários ou contra? Os coleguinhas esta semana comentaram coisas com elas, as incomodaram?
– Nenhuma delas comentou nada, pois elas amam Daniela. E, pelo que infiro, na escola foi tudo foi bem, nada aconteceu porque conversamos diariamente e garanto que não houve comentário algum a respeito disso.

– Esta semana você foi alvo de comentários, piadas, alguma coisa nesse sentido por parte dos amigos?
– Não, nenhuma: tenho bons amigos, que entendem as coisas.

– Se Daniela houvesse dito agora que estava em um relacionamento com outro homem, para você teria sido melhor, pior ou indiferente?
– Para mim, seria a mesma coisa, nada mudaria. Só desejo que, em cada escolha da Daniela, ela não apenas acerte, mas no dia seguinte seja ainda mais feliz que no anterior, quando tomou a decisão...

– Ou seja, tudo está bem e normal na sua vida?
– Sim, perfeitamente. E não haveria motivo para que fosse diferente. Daniela fez as coisas direitinho, de acordo com as suas convicções.

– Então, você, em momento algum, nem como ex-marido nem como pai de três filhas com ela nem como “homem” — com aspas por motivos óbvios —, condena o novo relacionamento? E também não condena a divulgação da nova boda dela pela internet, que a tornou mundialmente pública?
– Eu, condenar? Nãoooo!!! Estou muito feliz, porque sei que ela está sendo feliz e é isso o que importa para mim. A mamãe de minhas filhas hoje voltou a ser feliz; o que mais eu poderia querer? Ela sempre foi uma grande mãe, mas não duvido que agora, feliz, vai ser melhor mãe ainda, se é que isso é possível...

– Para encerrar: nada, nada, nem um mínimo de mágoa?
– Nada mesmo, ao contrário.

Fonte: Caras