sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Morre, aos 74 anos, a atriz e cineasta Suzana de Moraes

A cineasta e atriz Suzana de Moraes morreu na última terça-feira (27), no Rio de Janeiro, aos 74 anos. Casada com a cantora Adriana Calcanhotto, Suzana sofria de câncer no útero e estava internada desde o dia 5 de janeiro na Clínica São Vicente, na zona sul da capital fluminense.

Segundo o oncologista Bruno Nahoun, Suzana morreu às 5h da manhã, vítima de uma infecção repetitória em decorrência do câncer.

Filha mais velha do poeta e compositor Vinícius de Moraes, Suzana era casada com Adriana Calcanhotto desde 2010, quando assumiram a relação publicamente. O relacionamento entre as duas, no entanto, já era de longa data. Em setembro do ano passado, Adriana comentou sobre o câncer de sua mulher. "São 25 anos. Dou muita força a ela diariamente. Ela está melhor", disse à apresentadora Ana Maria Braga, em participação no programa "Mais Você".

Como atriz, Suzana atuou em filmes como "O Gigante da América", de Júlio Bressane, e "Perfume de Gardênia", de Guilherme Almeida Prado. Ela também era uma das principais responsáveis pelo espólio do pai e produziu o documentário "Vinicius", de Miguel Faria Jr. Com Adriana, dirigiu os shows "Público" e "Adriana Partimpim".

Suzana também participou da concepção do projeto "A Arca de Nóe", em 2013, álbum que reunia regravações das canções infantis feitas pelo pai. Na ocasião, em entrevista ao UOL, Suzana comentou que o pai, se estivesse vivo, "estaria no funk, com certeza".
 
Fonte: UOL

Deputada lésbica dos EUA diz que vai expor casos extraconjugais de colegas

Abertamente lésbica, a deputada Patricia Todd, da Câmara dos Representantes do Alabama, nos Estados Unidos, disse que pode expor os casos extraconjugais de seus colegas caso eles continuem com discurso em prol da família e contra os direitos LGBT.

“Não vou aceitar que legisladores falem de ‘valores de família’ quando têm casos, e eu sei quantos os têm. Vou expor todos os deputados eleitos que queiram se esconder no armário’, escreveu Todd em sua página no Facebook.
A declaração da deputada veio depois do porta-voz da Câmara dos Representantes do Estado do Alabama ter apelado a uma decisão de um tribunal federal que levantava a proibição do casamento gay no Estado, e do procurador-geral ter pedido uma suspensão da decisão por duas semanas.

Fonte: Parou Tudo

Time de hóquei da Suécia perde patrocínio após apoiar causa gay

Um time de hóquei no gelo sueco perdeu patrocínio após passar a usar as cores do arco-íris para mostrar que os LGBT são bem-vindos ao esporte.
A saída de parceiros comerciais gerou um prejuízo ao Kiruna IF em torno de US$ 4,7 milhões, segundo o jornal Folha de S.Paulo.

Apesar disso, a camisa arco-íris foi vendida para outros países nórdicos, além dos Estados Unidos, Índia e Bangladesh. O clube também orientou jogadores e funcionários a se conscientizarem sobre o respeito à causa.
A iniciativa é inédita no esporte sueco, na direção de se obter um processo de certificação atestando que o clube trabalha para oferecer bom ambiente de trabalho às pessoas a partir da perspectiva LGBT. Orientado pela RFSL (associação nacional para os direitos de homossexuais, bissexuais e transexuais), o certificado prova que o time fornece ambiente respeitoso.

Fonte: Parou Tudo

Socialmente conservador, Chile aprova união civil

Depois de quase quatro anos de disputas no legislativo, parlamentares no socialmente conservador Chile aprovaram nesta quarta-feira a união civil de pessoas do mesmo sexo e de casais heterossexuais não casados.
O projeto de lei, conhecido localmente como Acordo de União Civil, dará muitos dos direitos legais concedidos a casais para estimados dois milhões de chilenos.
A maioria das pessoas que deve se beneficiar das uniões civis inclui casais heterossexuais não casados, mas a medida também é considerada um grande passo para os direitos dos homossexuais.

"Uniões civis são uma instituição essencial para casais não casados que vivem juntos. Este é um estatuto jurídico que não discrimina e que será aplicado a todos os tipos de casais, e mais importante, que reconhece os diferentes tipos de famílias que temos no nosso país, dando proteção a todos elas", disse o porta-voz do governo, Álvaro Elizalde.
Agora, o projeto volta para a presidente chilena, Michelle Bachelet, para ser sancionado.
Em seu segundo mandato, Bachelet tem pressionado o legislativo num ritmo vertiginoso, incluindo uma reforma fiscal recentemente aprovada, alterações no sistema de educação e uma revisão das regras eleitorais da época da ditadura.
"Houve uma mudança cultural profunda na sociedade chilena, que se reflete no fato de a maioria das pessoas desaprovar a discriminação e segregação baseada na orientação sexual de alguém ou sua identidade de gênero", disse o porta-voz do grupo de direitos LGBT Movilh à Reuters, Rolando Jimenez.

O Chile, um dos países mais ricos da América Latina, ainda é fortemente influenciado pela Igreja Católica, que tradicionalmente considera a homossexualidade um pecado.
"Me sinto muito orgulhoso de que demos este passo histórico. Acredito que fizemos um progresso em relação ao respeito, aos direitos e à dignidade das pessoas", disse a presidente do Senado, Isabel Allende, filha do falecido ex-presidente Salvador Allende.

Fonte: O Globo

Sem oficializar casamento gay, Roma passa a reconhecer união civil contraída no exterior


Embora na Itália o casamento gay não seja oficializado, a capital Roma acaba de dar um importante passo para a comunidade de gays, bissexuais e lésbicas: o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo contraída no exterior.

Nessa quarta-feira (28), o conselho determinou que uniões civis entre LGBT contraídas no exterior - como muitos LGBTs comumente recorrem pela falta de legislação - vão estar no livro de registro da cidade.

A mudança burocrática foi festejada pela militância LGBT italiana, que vê como o primeiro passo em prol do casamento gay do país, enquanto não há uma lei que aprove o casamento ou união civil entre pessoas do mesmo sexo.

O prefeito Ignazio Marino declarou que a capital da Itália mostra que "o amor é o mesmo para todos". "Eu quero expressar a minha satisfação com essa conquista, que não é apenas um ato de civilidade e respeito, mas nos alinha com o mundo ocidental e com os principais países europeus", declarou.
 
Fonte: A Capa

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

SUS passa a registrar dados de violência contra a população LGBT

Os ministros da Saúde, da Secretaria de Direitos Humanos e da Secretaria Geral da Presidência assinaram nesta quinta-feira (29) uma portaria que prevê ações para acompanhar casos de violência contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais.

Uma das medidas é a criação de uma comissão interministerial para monitorar o número de ocorrências e acompanhar inquéritos e ações judiciais em casos de homofobia.
A portaria também prevê mudanças em um sistema de notificação de casos de violência já adotado no SUS (Sistema Único de Saúde).

A partir de agora, médicos e profissionais que atenderem vítimas de agressões devem informar dados da orientação sexual e identidade de gênero do paciente -até então, os documentos para registro traziam apenas os dados gerais da vítima, mantidos sob sigilo, gênero e tipo de ocorrência, por exemplo.
Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a medida deve auxiliar a contabilizar os casos de agressões contra a população LGBT e a planejar políticas públicas.

"A violência já era de notificação obrigatória no SUS [desde 2005]. Entretanto, não tínhamos nada que captasse o registro dessa informação em relação à orientação sexual e identidade de gênero. São informações decisivas", afirma Chioro.
"Isto vai nos permitir acompanhar desde a notificação, a abertura do inquérito e a ação judicial para que a punição aconteça", afirmou a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti.
A criação da comissão ocorre cerca de duas semanas após um projeto de lei que criminaliza a homofobia ser arquivado no Senado.


"Enquanto o Congresso não aprova, temos que tomar as providências", afirmou a ministra, que defende que a homofobia seja enquadrada como crime de racismo enquanto não houver uma lei específica sobre o tema.
Entre 2011 e 2014, a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos recebeu 7.694 denúncias de violência contra a população LGBT. Destas, cerca de 20% foram de ocorrências contra travestis e transexuais. Entre os tipos de violações, a discriminação e a violência psicológica estão entre as mais frequentes em 2014, com 85% e 77% dos casos denunciados.
 
Fonte: O Tempo

Aos 82 anos, ator vencedor do Oscar assume homossexualidade

O ator Joel Grey, vencedor do Oscar pelo seu papel em Cabaret, contracenando com Liza Minnelli, e que foi casado com a atriz Jo Wilder por 24 anos, revelou publicamente nesta quarta-feira (28) que é gay. O ator de 82 anos, que é o pai da atriz Jennifer Grey e também tem um filho, disse à revista People que sua família e seus amigos sabem sobre sua sexualidade.

"Eu não gosto de rótulos", disse Grey na edição da revista a ser publicada na sexta-feira, "mas se você tem que colocar um rótulo, eu sou um homem gay."
O ator conversou sobre sua infância em Cleveland, Ohio, e disse ter ouvido adultos falarem sobre homens gays sendo presos por causa da sexualidade. Grey disse que naquela mesma época, ele percebeu que tinha atração por meninas e meninos.

Grey foi o primeiro a fazer o papel de mestre de cerimônias no musical da Broadway Cabaret, em 1966, e ganhou o Prêmio Tony pelo seu desempenho. Ele ganhou um Oscar pela versão de 1972 da peça nos cinemas.
Jennifer Grey, mais conhecida pelo seu papel em 1987 em Dirty Dancing, com Patrick Swayze, disse à revista People que estava satisfeita com o fato de o pai se sentir confortável e seguro o suficiente para declarar a sua sexualidade publicamente.

"Principalmente porque mais pessoas têm a liberdade de possuir sua verdadeira natureza e podem se aproximar do amor e aceitar-se como realmente são, não importa a idade, não importa quanto tempo leva, para finalmente ficar livre das mentiras ou meias verdades, é a liberdade", disse ela.


Fonte: Terra

Papa Francisco recebeu transexual no Vaticano, diz jornal da Espanha

Um espanhol transexual teria se encontrado com o Papa Francisco, em uma audiência privada no Vaticano, no último sábado, segundo o jornal local “Hoy”, da região de Extremadura, na Espanha. O Vaticano ainda não confirmou o encontro, mas também não negou.
 Diego Neria Lejárraga, que nasceu com o sexo feminino, antes de passar pela transformação, e sua noiva, teriam conversado com o pontífice em sua residência oficial.

Na entrevista ao “Hoy”, Neria disse que enviou a Francisco uma carta explicando que alguns de seus colegas da igreja que frequenta, na cidade espanhola de Plasencia, passaram a rejeitá-lo depois que ele passou pela cirurgia de mudança de sexo. Ele contou que um dos padres da paróquia o chamou de “filha do diabo”. Comovido com o relato do fiel, Francisco teria chamado Neria para o encontro, na véspera de Natal, e a audiência teria ocorrido, então, um mês depois.
 “Depois de ouvi-lo em muitas ocasiões, eu senti que ele poderia me ouvir”, disse Neria em uma reportagem publicada no último domingo.

 A notícia do encontro foi recebida por ativistas LGBT com comemoração. José María Núñez Blanco, presidente da Fundación Triángulo, um grupo espanhol de advogados, criticou, em um comunicado, no domingo, as posições do Vaticano sobre questões LGBT, mas descreveu o encontro de Francisco com Neria como “uma boa notícia”.
“É absolutamente absurdo que um fiel seja impedido de viver suas crenças religiosas. Alguns proclamam a religião do amor e se dedicam a espalhar o ódio. Esperemos que a Igreja Católica deixe de ser uma máquina de ódio e sofrimento e se volte para o bem dos crentes e não-crentes”, disse Núñez.
Já Marianne Duddy-Burke, diretora-executiva da Dignidade EUA, uma ONG de apoio aos direitos dos LGBT católicos, classificou o encontro de Francisco com Neria como “um evento muito significativo”. 

Fonte: O Globo
 

Cinco motivos incríveis pra dormir nua

Aí você chegou aqui achando que a gente fosse falar de safadezas. Mas na real, precisamos te contar um segredinho: você sabia que dormir nua faz bem pra saúde? Segundo Natasha Turner, médica naturopata que escreveu o livro The Hormone Diet, dormir sem roupas pode ajudar as pessoas a terem bom humor, menos barriga, mais sexo e por aí vai. Abaixo, a gente listou 5 benefícios cientificamente comprovados e que podem mudar sua vida!

 1) Melhore seu desempenho e envelheça mais tarde
 Muitas pessoas gostam de se sentir aconchegantes na hora de dormir, mas se o seu ambiente de sono estiver quente demais, isso impede o resfriamento natural que acontece enquanto dormirmos. Se o seu quarto ou seu corpo ficarem quentes demais (acima dos 21ºC), a temperatura vai interromper a liberação de melatonina e do hormônio do crescimento. Num estudo publicado no jornal “Sleep”, pesquisadores mostraram que você pode tomar doses seguras e legais de hormônio do crescimento — e até melhorar seu desempenho atlético — apenas mergulhando nos lençóis para aquele sono profundo. 

2) Previna diabetes, problemas cardíacos e mantenha a disposição do seu corpo 
Ao impedir a liberação do hormônio do crescimento, você também não vai queimar gordura enquanto dorme, ou se beneficiar de uma noite de reparação para seus ossos, pele e músculos. O hormônio do crescimento (HGH) afeta todas as células do organismo e é essencial para a restauração de tecidos, construção dos músculos, densidade óssea e estrutura corporal. Indivíduos que dormem menos de seis horas por noite são mais propensos a desenvolver diabetes e problemas do coração, de acordo com pesquisadores da Universidade de Warwick. Se você não dormir o suficiente, seus níveis de cortisol e hormônio da fome disparam, gerando um aumento na insulina. Além disso, os hormônios responsáveis pela queima de gordura e controle do apetite despencam.
3) Descanse mais profundamente e por mais tempo

 Pesquisas revelam que certas formas de insônia estão associadas a uma regulação deficiente da temperatura corporal e à incapacidade de resfriamento à noite — impedindo assim o estágio mais profundo do sono. Num experimento realizado na Holanda, cientistas vestiram os participantes com roupas térmicas para reduzir a temperatura corporal em menos de um grau Celsius, sem afetar a temperatura corporal central do corpo. O resultado? As pessoas não despertavam tanto durante a noite, e a porcentagem de sono nos estágios 3 e 4 (sono profundo) aumentou. Acredite ou não, você não sua ou arrepia durante o sono REM, portanto não precisa ficar com medo de sonhar que está numa geleira.
4) Adeus gordura localizada na barriga

Conforme seu corpo vai esfriando e os hormônios do crescimento aumentando, o nível de cortisol também irá diminuir com padrões de sono saudáveis. Entre 10 p.m. e 2 a.m é o momento em que o seu organismo está realmente descansando e se recuperando. Depois das duas da manhã, suas glândulas suprarrenais começam a produzir cortisol para o dia seguinte, e essa atividade alcança outro pico por volta das 4 a.m até chegar ao seu ponto mais alto por volta das 6 a.m. Em noites que você não dormiu o bastante, você vai acordar com um nível de cortisol acima do normal. E isso vai disparar seu apetite — especialmente para comidas rápidas e confortáveis — e a sua tendência para comer demais, ficar ansioso, e colaborar para aquela gordura localizada na barriga; mesmo para pessoas magras.

 5) Viva a ocitocina
Se você e o seu parceiro dormem pelados, vocês já devem estar colhendo os benefícios dos hormônios que nos fazem sentir bem. O toque da pele com a pele (com intimidade, seja uma massagem, relação sexual, ou carinho) é tudo o que você precisa para ativá-los. Além de estar envolvida no orgasmo e na resposta sexual, a ocitocina é capaz de combater o estress e a depressão, eliminando os efeitos nocivos do cortisol e reduzindo a pressão sanguínea. O hormônio também melhora a mobilidade intestinal, evitando inflamações. Finalmente, não há nada mais excitante para um casal do que ir para debaixo do edredom pelados — e os orgasmos continuam sendo os melhores soníferos naturais.

Fonte: Superpride

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

"O que está por trás do discurso inclusivo de Barack Obama?" Por Vitor Angelo

Em seu discurso anual feito para o Legislativo, na noite de terça-feira, 20, no Congresso norte-americano, em Washington, o presidente Barack Obama chamou a atenção da comunidade LGBT porque, pela primeira vez, ele citou as palavras “bissexuais”, “lésbicas” e “trangêneros”. Ele também foi o segundo presidente, o primeiro foi Bill Clinton, a se referir aos gays dentro desta tradição importantíssima da democracia americana que é quando o Executivo se encontra com os parlamentares conhecido como State of the Union (“Estado de União”). Vale lembrar que, para muitos da imprensa, a palavra gay também abrangeria o termo lésbica, mas elas próprias cada vez mais renegam esta aglutinação.

Obama, em seu discurso, disse: “Os norte-americanos condenam a perseguição a mulheres, minorias religiosas, ou pessoas que são lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneras”. E foi aplaudido pelos congressistas.

O primeiro recado desta frase é interno e é dirigido à Suprema Corte que neste exato momento está discutindo a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo para todo o território americano. Nisto, Obama foi explícito e a citou também em seu discurso do State of the Union: “é a história da liberdade ao redor do nosso país”. O presidente defende abertamente o casamento igualitário.

O segundo recado é externo e está dentro e em oposição também de muitas de suas condenações. Ao defender a liberdade dos gays, Obama se coloca em confronto contra a Rússia, que tem leis anti-homossexuais. É uma indireta, já que o presidente norte-americano condenou em seu discurso a política externa russa, no caso específico, contra a Ucrânia, e deixa claro que acha o país de Putin é “isolado” e com a “economia em ruínas”.

E mesmo quando defende os LGBTs, as mulheres e as minorias religiosas, ele está falando contra os fundamentalistas religiosos, que no caso muçulmano (mas não só) são o estopim do terrorismo no mundo, outro ponto importante de seu discurso no Congresso americano. São em países que as mulheres, as minorias religiosas e sexual são desrespeitadas por crenças religiosas lidas de forma radical que a intolerância tende a crescer.

Enfim, Obama coloca os LGBTs (e não só ele, a União Européia também trilha no mesmo caminho) como valores ocidentais e civilizatórios em contraposição ao terrorismo, e ao que não é do Ocidente, isto é : a barbárie. É engraçado pensar que há menos de 50 anos, este mesmo Ocidente levava homossexuais para campos de concentração e prisão, ou, no melhor dos casos, a hospitais psiquiátricos.

Fonte: BloGay