sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Isabel e Cristina

O seriado Tierra del Lobos é uma série de televisão espanhola produzida pela Multipark Ficción e pela Boomerang TV para o canal Tele cinco. Estreou no dia 29 de setembro de 2010 com uma boa recepção, sendo o seriado mais assistido na Espanha , país onde está sendo gravado.
As atrizes Adriana Torrebejano como Isabel Lobo e Berta Hernández como Cristina, formam o casal lésbico da série.

Para quem curtiu e curte a série e as beldades, aí vão dois clipes contendo alguns momentos do casal que ficou conhecido como CRISABEL.
 
 
 
 
 


Filme gay com Robin Williams pode não ser lançado por causa do tema

Um dos últimos filmes deixados prontos por Robin Williams, que se suicidou em agosto passado, pode não ser lançado por causa do tema.
No longa “Boulevard”, dirigido por Dito Montiel, Williams interpreta um homem que está em um casamento por conveniência e se apaixona por um garoto de programa.

“É muito triste, mas parece que ‘Boulevard’ nunca verá a luz do dia. Já se provou ser uma luta para encontrar o apoio necessário para que o filme seja lançado. O elenco tentou, assim como a equipe, mas por diversas razões, parece muito improvável [a estreia nos cinemas]“, disse uma fonte ligada à produção do longa ao jornal The Mirror.
 
Fonte: Parou Tudo

 

Veterana da Marinha é autorizada a enterrar esposa em cemitério militar dos EUA

A veterna com 74 anos só conseguiu a autorização depois da aprovação da igualdade no casamento para gays e lésbicas no Idaho.

Para Madelynn Lee Taylor foi a realização de um sonho de longa data ter a possibilidade de ficar junta para sempre com o amor da sua vida e com quem casou tanto a nível religioso como a nível legal.
E era justo que uma veterana que serviu o seu país tivesse a possibilidade de usufruir de uma regalia militar disponível para todos os militares.

No entanto o cemitério militar do estado do Idaho é gerido pelo estado, e só após a alteração da constituição para permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo é que foi possível realizar o sonho de Taylor.
Logo após a entrada em vigor da alteração da lei, Taylor dirigiu-se ao escritório de gestão do cemitério para preencher a documentação necessária para o processo que teve inicio o ano passado, e pedir também uma placa de granito com o seu nome e o nome da sua esposa, Jean Mixner. A placa também terá escrito “Together Forever” (Juntas Para Sempre).

 Fonte: Portugal Gay

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Beijaço no DF protesta contra lesbofobia e racismo neste sábado





Contra a lesbofobia e o racismo vai rolar um beijaço neste sábado, 1º, no Riacho Fundo 1. A razão foi a discriminação e violência sofrida por um casal de moças no bar Bike Roby.
No evento criado no Facebook, elas relatam terem sido xingadas e expulsas de lá, não antes terem tido cerveja derrubada nas cabeças pela própria dona do estabelecimento. O motivo? Porque se beijaram no local.
O ponto de encontro será no posto de gasolina BR, Área Central 02, às 16h. Para chegar: entrar no Riacho 1 pelo balão do Corpo de Bombeiros. Esse posto (que não é o único posto BR) fica perto da Wizard Idiomas.
As organizadoras clamam pela presença de moças negras ou não, apitos, latas e objetos para fazer barulho, roupas coloridas e bandeiras arco-íris. Participe!

Fonte: Parou Tudo
 

Tim Cook assume homossexualidade: 'Tenho orgulho de ser gay'


Tim Cook escreveu um artigo para a Bloomberg nesta quinta-feira, 30, no qual trata abertamente sobre sua sexualidade pela primeira vez. "Tenho orgulho de ser gay, e eu considero que ser gay está entre os maiores presentes que Deus me deu", afirmou.
O CEO da Apple ressaltou nunca ter escondido esse fato e, ainda que muitos de seus colegas na empresa tenham conhecimento sobre isso, não há um tratamento diferenciado. "Claro, eu tive a sorte de trabalhar para uma companhia que adora criatividade e inovação e sabe que isso só pode aflorar quando se abraça as diferenças das pessoas."

"Sair do armário" publicamente, segundo Cook, foi uma decisão pensada nos que não têm essa sorte. Ser gay deu ao CEO da empresa que detém o título de marca mais valiosa do mundo a percepção do que é estar na pele de uma minoria. Ele compreendeu que deixar isso claro poderia ajudar a sociedade a entender que não há diferenças entre brancos, negros, homens, mulheres, heterossexuais e homossexuais.
Há muitos lugares, comentou Cook, em que os chefes podem demitir empregados por serem gays. Essas pessoas podem ser impedidas de visitar os parceiros quando estão doentes e até de compartilhar heranças.

"Eu não me considero um ativista, mas percebo o quanto tenho me beneficiado pelo sacrifício dos outros", escreveu o executivo. "Então, se ouvir que o CEO da Apple é gay puder ajudar alguém que esteja lutando para chegar aos termos com quem ele ou ela é, ou trazer conforto para qualquer um que se sinta sozinho, ou inspirar pessoas a insistir em sua igualdade, então vale a pena compensar com a minha própria privacidade."

 Fonte: Olhar Digital

 

Dilma defende criminalização da homofobia em entrevista ao SBT


A criminalização da homofobia e a união de casais homoafetivos apareceram pela primeira vez na série de entrevistas que a presidenta Dilma Rousseff tem dado para quatro emissoras de tevê aberta nesta segunda e terça.
 
“Darei integral apoio a isso [a criminalização da homofobia]. Acho que essa é uma medida civilizatória. O Brasil tem que ser contra a violência que vitima a mulher, a violência que, de forma aberta ou escondida, fere os negros, que são maioria da população. E contra a homofobia, porque isso é, de fato, uma barbárie”, afirmou a presidenta em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar gravada e exibida na noite desta terça-feira, 28, no SBT.

Sobre a união de casais homoafetivos, Dilma afirmou que, quanto ao casamento religioso, cada igreja deve decidir sua posição. “Apoio a decisão tomada na suprema corte que reconheceu todas as características do casamento civil”, completou.
 
Ao final da conversa, o jornalista listou esse e outros temas que apareceram durante a campanha, pedindo que a presidenta as comentasse. O primeiro deles seria um possível retorno do ex-presidente Lula à corrida presidencial em 2018. “Já disse uma vez e volto a dizer: o que o Lula quiser ser, eu apoiarei.”
 
Fonte: Carta Capital

Repressão e resistência: livro analisa relações entres gays e ditadura

Organizada com o propósito de incluir a questão da homossexualidade na historiografia da ditadura, coletânea mostra a perseguição aos gays e as diferentes formas de resistência

Chega às livrarias nos próximos dias o livro Ditadura e Homossexualidades – Repressão, Resistência e a Busca da Verdade (Editora EdUFSCar).  Organizado por James Green e Renan Quinalha, reúne nove artigos que analisam as relações entre a ditadura brasileira (1964-1985) e as lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transsexuais e transgêneros (LGBTs). Discute de que maneira a ditadura, mesmo sem empreender uma ação repressiva direta e sistemática, como ocorreu no caso dos militantes de esquerda que participaram de ações armadas, vigiou, perseguiu, puniu e dificultou a vida das pessoas pertencentes a esses grupos.
A repressão às pessoas LGBT não começou nem acabou com a ditadura. Mas, como observa Green numa das passagens do livro, a eliminação dos direitos democráticos e das liberdades públicas, com o golpe de 1964, facilitou a vigilância e a perseguição. Textos produzidos por militares e utilizados para nortear as ações dos serviços de segurança, na chamada luta contra a subversão, frequentemente associavam a homossexualidade aos esforços da chamada máquina comunista que estaria minando valores e instituições no País.

Uma das consequências da repressão foi o atraso no desenvolvimento dos movimentos de defesa dos direitos dos homossexuais. Quando a ditadura se instalou aqui, já existiam nos Estados Unidos e na Europa, assim como na vizinha Argentina, grupos organizados revindicando mudanças nessa área.


 Paralelamente à descrição e análise das violências, a coletânea não perde de vista as ações de resistência, nas suas mais diferentes formas. Logo no prefácio, o historiador Carlos Fico, um dos mais respeitados pesquisadores do País sobre o período ditatorial, observa que Ney Matogrosso e o grupo Dzi Croquettes, duas experiências artísticas tão criativas quanto ousadas, surgiram naqueles anos.
Um dos capítulos do livro é dedicado ao jornal Lampião da Esquina, que surgiu no fim da década de 1970 e, em três anos de existência, enfrentou a censura, a moral conservadora da esquerda e a intolerância da direita. Há um capítulo também para o Somos – Grupo de Afirmação Homossexual, o primeiro grupo LGBT no Brasil.

No capítulo final, Da Liberdade à Democracia, o professor José Reinaldo de Lima Lopes, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), aborda a diferença conceitual entre direitos de liberdade e direitos de identidade e acaba conectando o leitor às lutas de hoje. Na avaliação do autor, as lutas pelos direitos dos homossexuais ajudam a consolidar a democracia. Daí o fato de encontrar tanta resistência entre “os antidemocratas, os que se negam a retirar do sistema jurídico os elementos discriminatórios, os que defendem que os preconceitos sejam a base natural da lei”.
Green é professor de história do Brasil na Brown University, nos Estados Unidos, e autor dos livros Além do Carnaval: a Homossexualidade Masculina no Brasil do Século 20 e Apesar de Vocês: a Oposição à Ditadura Militar nos Estados Unidos, 1964-85. Quinalha é doutorando em relações internacionais na USP e autor do livro Justiça de Transição: Contornos do Conceito. Ele também assessora a Comissão da Verdade Rubens Paiva, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os outros autores da coletânea, primeiro e alentado esforço organizado para incluir a questão dos gays na historiografia da ditadura, são Benjamin Cowan, Jorge Câe Rodrigues, Luiz Gonzaga Morando Queiroz, Marisa Fernandes, Rafael Freitas e Rita de Cassia Colaço Rodrigues. O cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, integrante da Comissão Nacional da Verdade, e o deputado Adriano Diogo (PT), presidente da Comissão Estadual da Verdade São Paulo, assinam artigos no posfácio do livro, ao lado de Green e Quinalha.
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O lançamento do livro em São Paulo está marcado para 27 de novembro. Será na Biblioteca Mário de Andrade, a partir das 19 horas.
 
Fonte: Estadão/ Por ROLDÃO ARRUDA

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Meu gaydar é muito ruim

Desde que me assumi lésbica eu venho sido questionada se acho que fulano ou fulana é gay? Kkkk. Lamento dizer, mas o meu gaydar é pífio. Dois relatos breves que mostram que ele não funciona.

Primeiro: eu estava no aeroporto esperando a Edi chegar, super ansiosa, até que eu olho para o lado e vejo uma garota, jovem, não mais que 25 anos, de calça jeans preta justinha nas pernas, All Star preto, uma camiseta com uma banda que não conheço e cabelo curtinho... E aí eu pensei:
- Opa; acho que não sou a única a espera da namorada.

Enquanto o tempo passava eu ficava olhando a menina para ver se realmente o meu “gaydar” estava no caminho certo. Ok; olhei para as unhas: curtas e sem esmalte. Relógio enorme no pulso e para fechar os polegares estavam dependurados na presilha da calça...
- É lésbica.

Depois de mais alguns minutos a Edi chegou e eu até esqueci a menina, só fui lembrar dela novamente quando a vi agarrada a um menino tipo nerd em altos beijos...
- Ela não é lésbica...

Depois deste dia eu decidi não classificar ninguém mais em homo ou hétero, afinal o que isso importa na minha vida?
Segundo: O segundo caso aconteceu durante a Pós. Primeiro dia de aula e adentra a sala uma mulher de cabelos curtos, loira, usando jaqueta e botas de couro, calça jeans surrada estilo country, super descolada. Trabalho em equipe no fim da aula e a loira acabou ficando na minha equipe. Hiper comunicativa, foi logo pegando o nome da galera e anotando e-mail e números de celulares. Quando falei meu nome, ela levantou os olhos verdes e me deu uma encarada daquelas e disse:

- Nossa que nome bonito, forte...
- Obrigada!

Caramba, pensei eu, será que é? Confesso que a encarada balançou as minhas pernas e fiquei vermelha, mas passou rapidinho. Já havia decidido que não iria mesmo ficar tentando descobrir se a pessoa é ou não...
Passado algum tempo, percebi que: não, ela não é lés.

No entanto, outra colega de pós é e eu nunca desconfiei. Só fui saber quando no dia dos namorados ela fez a maior declaração de amor para a NAMORADA.
Confesso que nesse dia eu decidi mesmo abandonar essa de Gaydar.

Mas na semana passada, ajudando uma amiga em um projeto de aula, ela me mostrou a fotos de três rapazes que andam sempre juntos. Baladas, passeios, fotinhos mimosas, essas coisas. No entanto, apesar de parecer ser, achei melhor não dar o meu veredito kkkk.
Com esse papo todo, eu gostaria de saber das meninas que passam por aqui se o gaydar de vocês funcionam ou é tão ruim quanto o meu?

Beijos
Angie...

 

Bom dia...


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Te amo...


Joaquim Lopes confessa que teve crise de choro durante cena homofóbica de Império

Joaquim Lopes, 34, confessou que não tem sido fácil viver o homofóbico Enrico na atual trama das 21h da Globo, “Império”.
“São cenas com uma energia muito pesada. A homofobia, a briga com o pai e esse rompimento com a família são situações que exigem muito física e emocionalmente. Quando gravei a cena em que o Enrico bate no travesti, tive uma crise de choro. Foi uma catarse, porque estava numa sequência pesada. Serviu para botar para fora a energia acumulada da semana. Depois ficou tudo bem”, contou o ator ao jornal “Extra”.

Para o global, a postura preconceituosa do seu personagem não tem defesa. “Não tem como defender. Ele é imaturo, despreparado para a vida, tem questões mal resolvidas na cabeça, sejam sexuais ou familiares. Mas levei muito mais para a coisa da mentira, para a descoberta da traição, quando ele fica sabendo que o pai é gay. A homofobia é um agravante para isso tudo. Tem que respeitar as escolhas do outro. Acho que as pessoas que se revoltam se reconhecem. Rola um pouco de hipocrisia”, opinou ele.

Fonte: Yahoo

Escolas públicas do Chile receberão livro sobre família formada por casal homoafetivo

Em 2015, as crianças chilenas conhecerão a história de Nicolás, um menino que vive em uma família formada por um casal homossexual. Ele mora com os dois pais, Sebastián e Pablo, embora também passe alguns fins de semana com Clara, a mãe biológica. Florencia, a melhor amiga no colégio, não entendia a família de Nicolás, mas, com o tempo, a aceitou, e eles passaram a frequentar a casa um do outro.
Assim é o conto “Nicolás Tiene Dos Papás” (“Nicolás Tem Dois Papais”, com texto de Leslie Nicholls e ilustrações de Roberto Armijo), um livro infantil criado por iniciativa do Movilh (Movimento pela Integração e Liberação Homossexual) e patrocinado pelo governo chileno. A publicação será distribuída gratuitamente e fará parte do currículo do ensino infantil e fundamental públicos do Chile no ano que vem. As instituições particulares que quiserem também podem solicitá-la de forma gratuita.
A história de Nicolás é apenas a primeira de uma série de contos infantis com temas de diversidade sexual que serão lançados nos próximos meses, também com patrocínio estatal e distribuição gratuita.
A cerimônia de lançamento do livro contou uma versão teatral da história, por conta da companhia “La Negra María”, que também fará a apresentação do livro em escolas da capital chilena, nos próximos dias. Segundo o porta-voz do Movilh, Óscar Rementería, existe um projeto de levar a história de Nicolás a uma linguagem audiovisual. “Não sabemos ainda se um filme comum ou de animação, mas tudo vai depender do sucesso do livro”, diz.  

Protesto
Um pouco antes do encerramento do evento, uma mulher (que não quis se identificar, mas disse falar em nome da comunidade evangélica chilena) entrou no auditório onde acontecia a solenidade acusando a iniciativa de discriminar aqueles que pregam “o respeito à Bíblia”. “Como posso ensinar ao meu filho que ele também merece respeito por acreditar na palavra de Deus, se somente quem pensa diferente dele tem apoio do governo?”, questionou a mulher, que se surpreendeu ao ter seu discurso aplaudido pelos presentes. Durante as palmas, um representante do Movilh se aproximou e lhe ofereceu um livro, que ela aceitou, antes de deixar o recinto.
Minutos antes dessa intervenção, Rafael Dochao, embaixador da União Europeia no Chile, também relatou que, devido ao apoio do organismo à iniciativa chilena, recebeu mais de 600 mensagens de protesto em menos de uma semana.
A principal acusação dos que se opõem ao livro é a de que ele seria uma forma de “propaganda para as crianças” sobre orientação sexual, argumento que é rechaçado pelo presidente do Movilh, Ramón Gómez. “O livro visa contribuir para formar uma geração que tenha outra visão sobre as famílias formadas por casais homossexuais e defende o respeito pelas diferentes formas de família. Ele não trata da questão sexual. Por isso, é difícil entender esse tipo de reação”, comentou.
Em 2011, o governo do Brasil suspendeu a divulgação de um kit anti-homofobia nas escolas após pressão da bancada evangélica no Congresso Nacional. O material era composto por vídeos, cartazes e um caderno para professores com o objetivo de tratar o tema do preconceito contra pessoas homossexuais e transsexuais no ensino público.

Fonte: UOL
 

'O beijo e o sexo gay são importantes, sim', diz Malu Mader





A personagem Márcia, de Malu Mader em “O Dono do Mundo”, sofreu com a patrulha conservadora do público em 1991. Aproveitando que a novela está de volta no Canal Viva, a partir desta segunda-feira, 27, a atriz falou sobre as questões polêmicas e o papel dos artistas em ajudar a sociedade a encará-las.

“Principalmente nós, artistas, quando dizemos que o beijo gay não é importante, por exemplo. E claro que é! O beijo gay é importante, sim. O sexo gay é importante também. Se isso não reflete o mundo como ele é, e o mundo é cada vez mais gay, nós não acreditamos na ficção que nos é oferecida”, explicou Malu.

“Sei que há uma reação conservadora violenta e agressiva, mas a tendência é uma abertura natural porque todos querem se ver retratados. A arte precisa ajudar as pessoas a viver, a vencer seus preconceito e a libertá-las delas mesmas”, considera a atriz.
Exibida originalmente em 1991 pela Rede Globo, a novela de Gilberto Braga teve rejeição nas primeiras semanas por causa da trama principal em que o vilão, interpretado por Antônio Fagundes, seduzia a noiva virgem de um funcionário seu. A moça, papel de Malu, foi considerada fácil demais por se deixar enganar e despertou raiva no público.

Fonte: Parou Tudo

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Tua Voz Me Encanta



Poesia de ANTONI BIGCUORE

'Não entendo de onde veio a censura', diz atriz sobre morte de personagem

Silvia Pfeifer contou que até hoje não sabe de quem partiu a censura que seu personagem lésbico sofreu em “Torre de Babel”, de 1998.

“Não entendo até hoje de onde veio a censura. No estúdio, já eram cortadas várias cenas e falas. A história foi se esvaziando”, disse ao jornal Agora.
Na trama de Silvio de Abreu, Silvia vivia Leila, que compunha um casal lésbico com Rafaela, personagem de Christiane Torloni. Ambas foram mortas durante a famosa explosão do shopping na trama.

“O Silvio de Abreu soube lidar muito bem com tudo. No final, foi um presente ele ter me matado na trama. A personagem de Christiane já morreria. A minha, Leila, viveria outro ‘affair’. Como houve aversão à ideia, Leila ficaria perdida e Silvio a matou. Voltei como sua irmã gêmea”.
A censura às personagens lésbicas voltou à imprensa porque Silvia e Christiane se reencontrarão novamente em uma novela. Desta vez, farão um triângulo amoroso com Edson Celulare na próxima trama das sete, “Alto Astral”, que estreia dia 03 de novembro.

Fonte: Parou Tudo

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Luís Miranda fala sobre ser gay: ‘Não tenho nenhum problema com isso’

Luís Miranda é um dos entrevistados da Revista Contigo! do mês e contou à publicação como relaciona a fama e sua sexualidade. O fato de ser gay não atrapalha o ator no trabalho nem na forma de se portar perante as outras pessoas. Para ele, isso acontece por causa de sua aceitação.
Durante o bate papo com a publicação, que chega às bancas na quarta-feira (22), ele contou que os amigos também lidam bem com isso. "Todo mundo dentro do meu círculo de amigos sabe, não tenho problema nenhum com isso, nem de ser gay ou apontado como gay. Vou a passeata gay, já levei namorados para minha casa, apresentei para minha mãe e tudo.", declara ele, sem tabus na hora de falar do assunto.
Ele também já tem planos de ter filhos, mas não sabe como a vida vai trazer seus herdeiros. Sobre o assunto, ele contou à revista. "Tenho vontade. Não sei se serão naturais ou adotados, não sei o que a vida ainda pode me reservar. Falo com toda a franqueza. Amanhã ou depois eu poderia me encantar por alguma menina e, de repente, tentar uma vida com ela", reflete.

Fonte: Ofuxico

Ariana Grande renunciou ao catolicismo por causa de seu irmão gay

 
 
 

Nem imaginava Madonna que em 2014 uma freira iria cantar, com produção, clipe e gravadora grande, sua música “Like a Virgin”. Mas isso aconteceu com direção de Marco Salom, direção de fotografia de Marco Bassano e contrato com a mega Universal Music. A responsável é a italiana Irmã Cristina, que você ouve soltando a voz ali em cima!
 
Fonte: Mix Brasil

Ariana Grande renunciou ao catolicismo por causa de seu irmão gay

A cantora Ariana Grande afirmou ao jornal Sunday Telegraph que deixou o Catolicismo para apoiar seu irmão, Frankie Grande, que é gay.

A nova diva pop disse que quando lhe foi dito que Deus não amava seu irmão, “isso não foi legal”. Ariana contou que assim que soube que estavam construindo um centro de Cabala na Flórida, ela resolveu conhecer e teve uma conexão com ele.
“Desde então, minha vida se desenrolou de uma forma muito bonita”, disse a cantora ao trocar o Catolicismo pela Cabala.

 Fonte: Parou Tudo

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Universidade Federal de Pernambuco fará cirurgias de mudança de sexo pelo SUS

O Ministério da Saúde habilitou o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife, a oferecer atenção especializada no atendimento a transexuais para mudança de sexo.
A habilitação foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União  e leva em conta critérios definidos pelo ministério, em 2013, para o atendimento de transexuais no Sistema Único de Saúde (SUS), como a capacitação de profissionais para garantir tratamento humanizado e sem discriminação a esses pacientes.
O Hospital das Clínicas da UFPE já faz cirurgias de mudança de sexo, mas o serviço foi interrompido para a reformulação do atendimento e adequação às novas diretrizes do Ministério da Saúde.
As diretrizes em vigor para o atendimento a transexuais definem que os pacientes têm direito à atenção especializada com profissionais das áreas de endocrinologia, ginecologia, urologia, além de obstetras, cirurgiões plásticos, psicólogos, psiquiatras, enfermeiros e assistentes sociais.
De acordo com a portaria que habilita o hospital, assinada pelo secretário de Atenção à Saúde, Fausto Pereira dos Santos, “o custeio do impacto financeiro gerado por esta habilitação correrá por conta do orçamento do Ministério da Saúde”.

Fonte: UOL

 

Lance Bass e Michael Turchin se casam em dezembro

Após mais de um ano de noivado, o ex-’NSYNC Lance Bass anunciou, à revista People, que vai se casar com Michael Turchin em 20 de dezembro.
Em setembro, o loiro fez uma segunda proposta de casamento ao noivo postando a foto de uma aliança em sua conta no Instagram.
Eles estão juntos há quatro anos. Turchin é ator e Lance atualmente é apresentador de um programa de rádio nos Estados Unidos, além de ativista pelos direitos LGBT.



Fonte: Parou Tudo

7 LÉSBICAS QUE VOCÊ VAI NAMORAR NA VIDA


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Justiça libera casamento gay no Alasca e Arizona (EUA)

A última sexta-feira, 17 foi excelente para os direitos arco-íris nos Estados Unidos. Dois Estados do país bastante conservadores vão ter de permitir o casamento gay imediatamente.
A Suprema Corte  dos EUA rejeitou a apelação do governo do Alasca contra uma decisão do domingo, 12, de um juiz federal. O juiz derrubou uma lei local que bania o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Com isso, o casamento homo por lá está valendo.
Bem mais ao sul, no Arizona, o juiz distrital John Sedwick derrubou uma emenda constitucional de 2008 que proibia a união gay no Estado. Como o procurador-geral local disse que não vai apelar pois acha que não tem a mínima chance de vencer, não há mais empecilhos para gays e lésbicas se casarem.
Com isso, já são ao todo 31 Estados norte-americanos onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal. A região nordeste já está toda colorida, assim como boa parte do oeste e meio-oeste. O último bastião homofóbico a ser vencido será mesmo o sul, que inclui os populosos e ricos Estados do Texas e Flórida.

Fonte: Parou Tudo

Gretchen conta que tem orgulho de Thammy: ‘Ela é uma mulher corajosa’

A novela Império voltou a levantar uma discussão em torno do preconceito que os homossexuais  sofrem dentro de casa ao assumirem a sua opção sexual. A cantora Gretchen vivenciou uma situação dessas quando sua filha Thammy admitiu a homossexualidade. “Eu tive muita resistência no começo, como todos os pais. Isso é uma coisa que a gente não espera”, comenta.
Segundo a cantora, foi muito difícil lidar com essa situação, principalmente, após se deparar com a filha de cabelo raspado. “Fiquei assustada, porque via um menino, não era a Thammy que eu conhecia, era outra pessoa”.
Apesar da primeira reação, Gretchen afirma que hoje em dia tem muito orgulho da atitude de sua filha. “Acho que ela é uma mulher corajosa. Ela levantou uma bandeira muito difícil para a idade dela e teve que desbravar tudo isso junto com a imprensa. Ela sempre teve o meu apoio e vai ter sempre”, declara.
No Altas Horas deste sábado, 18, o apresentador Serginho Groisman também aborou o assunto com o ator Joaquim Lopes, que interpreta o Enrico, na trama de Aguinaldo Silva. “É uma responsabilidade muito grande denunciar esse tipo de conduta. Acho que através do papel, eu posso fomentar esse tipo de discussão e fazer com que as pessoas sejam mais inteligentes e tolerantes”.
O programa dessa semana também recebue as cantoras Paula Fernandes e Tânia Mara, o ator Lázaro Ramos, o ginasta Diego Hypolito e o padre Marcelo Rossi.

Fonte: Gshow

Casamento gay fica de fora de relatório final do Sínodo dos Bispos

O relatório final do Sínodo dos Bispos, divulgado no sábado, 18, não incluiu o casamento gay como se esperava. No começo da semana, um primeiro documento do encontro falava que homossexuais têm dons e qualidades a oferecer e perguntava se a Igreja poderia ver os aspectos positivos do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
No entanto, o tema não teve um consenso. Ao todo, 118 bispos e cardeais do sínodo estavam favoráveis à união gay, mas 62, contra. Como o assunto não obteve dois terços de religiosos a favor, ele ficou de fora do relatório.
Muitos viram, ainda assim, que a sinalização da Igreja, encabeçada pelo Papa Francisco e sua tolerância à questões polêmicas, é de que ela está muito mais progressista do que conservadora.
Homossexuais foram lembrados quanto à sua acolhida pela Igreja e também no momento em que o documento expressamente se colocou contra qualquer discriminação perante a gays e lésbicas.

Fonte: Parou Tudo

Roma aceitará registro de união gay feito no exterior

A prefeitura de Roma anunciou, na quinta-feira, 16 que aceitará em seus cartórios os casamentos
realizados de casais de homossexuais no exterior, como já é feito em outras cidades da Itália, onde essas uniões ainda não são permitidas.
Segundo a agência Associated Press, o governo informou em comunicado que o primeiro registro de um casal gay em suas atas será feito no próximo sábado e será presidido pelo prefeito, Ignazio Marino, do Partido Democrata (PD).
A notícia é para ser comemorada, principalmente porque trata-se da capital da Itália, um dos países do Ocidente em que LGBT mais carecem de proteção e de direitos iguais. O primeiro-ministro do país, Matteo Renzi, anunciou que o governo está trabalhando em um projeto de lei para reconhecer os direitos dos casais do mesmo sexo e que pode ser publicado ainda este ano.


Fonte: Yahoo

 

Ex-atleta do salto com vara mostra resultado de sua mudança de sexo

Quem viu Yvonne Buschbaum, uma atleta do salto com vara com passagem pelas Olimpíadas, e hoje
conhece Balian pode não fazer a menor ideia, mas ambos os nomes correspondem à mesma pessoa. Sete anos depois de abandonar o esporte para realizar sua mudança de sexo, Balian reapareceu recentemente e mostrou seu novo “eu”, agora como homem. O nome Balian é uma homenagem a um personagem interpretado por Orlando Bloom no filme “Reino dos Céus''. E, além de toda a parte física, o alemão também trocou de carreira e virou personal trainer. “Durante muitos anos senti que vivia em um corpo errado. Me sentia um homem, mas vivia em um corpo de mulher”, explicou Balian, segundo o Minutouno.com. Como Yvonne Buschbaum, a atleta (agora o ex-atleta) competiu nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, e ficou na sexta colocação.

Fonte: UOL

Desembargadora rebate evangélicos: casamento gay ocorrerá, sim

Uma polêmica tomou conta de um casamento coletivo que será celebrado em Curitiba em dezembro. Vereadores disseram que se casais homossexuais se inscreverem para o evento, não terão o status de “casamento” mas, sim, de “união estável”. A Justiça, no entanto, pensa diferente.
“Quem estiver apto e se inscrever vai casar, sim”, disse a desembargadora Joeci Machado Camargo, ao jornal Gazeta do Povo. “O CNJ tem uma resolução determinando isso e eu, como integrante do Judiciário, vou cumprir. Não posso discriminar. Aliás, nem sei quem são as pessoas, se haverá ou não casais homoafetivos. Elas se inscrevem e apresentam a documentação no cartório. Eu celebro o casamento. Só isso”, disse.

Segundo a publicação, os vereadores da bancada evangélica pimeiro causaram polêmica em torno ao discordarem de uma postagem da equipe de mídias sociais da prefeitura que celebrava a ideia do casamento gay. A postagem chegou a ser retirada do ar por pressão política, mas depois voltou a ser posta na página da prefeitura no Facbeook, o que irritou os vereadores.
Nesta semana, a bancada se reuniu com o prefeito Gustavo Fruet (PDT) para pedir “neutralidade” entre os evangélicos e os defensores dos direitos LGBT. Sugeriram ainda que o prefeito falasse com a desembargadora sobre o uso do termo “casamento”. Segundo os vereadores, pela Constituição brasileira, “casamento” se refere apenas a homem e mulher.

A desembargadora diz que se trata de mera confusão. “O que vamos celebrar é um casamento civil. É um ato jurídico e o CNJ já determinou que não pode haver discriminação. Se algum pastor quiser ir lá dar bênção aos casais, ótimo. Mas não é casamento religioso, que é outra história”, afirma ela. Joeci diz que desde a resolução do CNJ vem celebrando casamentos com a participação de casais de mesmo sexo, inclusive no interior do Estado. “Não sei por que a polêmica”, afirma.

Fonte: Parou Tudo

 

Claudia Ohana fala sobre cena de sexo lés no longa “Zoom”,

Claudia Ohana já terminou de gravar o longa “Zoom”, de Pedro Morelli, e contou que ficou inibida ao gravar sua primeira cena de exo lésbico na carreira. No filme, ela faz par romântico com Mariana Ximenes.
“Nunca vou esquecer a Mariana, porque minha primeira vez foi com ela (risos). É muito diferente fazer cena de sexo com mulher, ainda mais quando você é ativa. Senti vergonha, mas, como já sou rodada, não fiquei nervosa”, disse, à revista Veja Rio.
Em 1985, a atriz posou nua para a Playboy e seu ensaio ficou famoso por lhe mostrar com muitos pelos no corpo. Comentando sobre o filme, ela lembrou do ensaio.”Eu já me depilo há anos (risos). Mas desta vez o diretor me pediu para deixar embaixo dos braços. Tive de deixar crescer. Sou uma artista obediente”.
O longa está em pós-produção e pode estrear ainda este ano. Definido como uma comédia sarcástica pelas produtoras 02 e Rhombus Media, o filme foi rodado no Brasil e no Canadá e tem ainda Gael Garcia Bernal e Jason Priestley no elenco.

Fonte: Parou Tudo

 

Lésbicas proibidas de se beijar num supermercado são apoiadas com invasão pacífica de beijos





Há uma semana, Annabelle Paige, uma estudante da Universidade do Sussex, fazia compras com a namorada num dos supermercados da cadeia Sainsbury em Brighton, considerada a cidade mais gay-friendly do Reino Unido.
Depois de ter dado um beijinho na bochecha da companheira, o segurança do estabelecimento veio adverti-las que, ou paravam com a troca de mimos ou teriam de sair, uma vez que um dos clientes estava se sentido enojado com a situação.
Três dias depois, na última quarta-feira à noite, reuniram-se à porta da loja cerca 200 pessoas, num protesto organizado pela universidade da estudante, contra a discriminação LGBT. Casais gays, lésbicos e heterossexuais invadiram então, ordeiramente, o supermercado da New England Street e trocaram beijos e afetos em defesa dos direitos dos homossexuais. Pouco depois os apoiantes abandonavam o local sem que se tivesse registrado qualquer incidente e nomeando a ação como Big Kiss In.
A cadeia Saisbury's já tinha feito um pedido de desculpas público pelo incidente (embora tenha assegurado que o segurança em questão havia sido contratado por uma terceira entidade) e aceitou de forma descontraída a "invasão", mostrando-se satisfeita por todos se terem divertido e sublinhando a importância de se ser um "negócio e um empregador inclusivo".

Fonte: Dezanove

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Daniela Mercury e Malu Verçosa comemoram um ano casadas, mas ainda há preconceito


Há exatamente um ano, Daniela Mercury e Malu Verçosa deram o “sim” que mudaria suas vidas. Em meio à coragem de externar seus sentimentos para o mundo, veio uma série de julgamentos, mas elas também passaram a serem vistas como ícones da luta pela liberdade. O encontro de almas, como elas costumam definir, vai além da casa que elas moram com as três filhas adotivas em Salvador. Malu passou a fazer parte da vida profissional da mulher , e as duas afirmam viver, desde então, uma eterna lua de mel.
Como vocês avaliam esse um ano de casadas?
MALU: Foi um ano de aprendizado e muitos desafios. A sensação é que valeu por dez anos de convivência. Começamos um namoro e depois tivemos um casamento com muita exposição na mídia e muitos julgamentos e comentários. Inventaram até separações! Nos fortalecemos e muito com tudo isso, mas não foi fácil. Nos tornamos ícones da luta pela liberdade, contra o preconceito e contra qualquer tipo de violência e desrespeito à comunidade LGBT. Foi um ano de muita alegria, mas de muita pressão também. Graças a Deus, nós duas amamos a vida intensa assim.

Qual foi o momento mais especial desse primeiro ano de casamento?
DANIELA: Foram muitos momentos divertidos e emocionantes. Viagens de férias para Paris, Dubrovinik, na Croácia, e muitas viagens pelo Brasil a trabalho. Também recebemos juntas alguns prêmios de direitos humanos pela nossa atitude, como: o da presidência da república, o prêmio transformadores da revista TRIP e o da prefeitura do Rio de Janeiro (Prêmio Sem Preconceito). E ainda fomos indicadas ao Prêmio GLAAD, um dos mais importantes. Gravei e participei do lançamento da primeira campanha mundial contra Homofobia, lançada pelo mais alto comissariado da ONU. Nesse um ano, decidimos trabalhar juntas por que nos admiramos profissionalmente e também pela intensidade da paixão (risos). Não nos desgrudamos. Malu me protege e cuida muito de mim tanto profissional como pessoalmente, marcando consultas médicas e organizando as coisas da casa. Ela vai das coisas mais íntimas aos contratos e depois desse ano tão forte e intenso, nos amamos muito mais.
Vai ter uma nova lua de mel?
DANIELA: Nós aproveitamos as viagens a Portugal (por causa do “The voice kids”, em que Daniela é jurada) e já começamos a celebrar um ano de casadas. Afinal, foi lá que anunciamos o nosso amor ao mundo. E vamos fugir para o litoral norte da Bahia nesse fim de semana. A lua de mel é eterna.
MALU: A comemoração será só de nós duas. Queremos coisas simples, como um lindo pôr do sol e jantar num restaurante que amamos.
Vocês já tiveram alguma briga de casal?
MALU: Temos discussões como qualquer casal, afinal de contas, duas mulheres leoninas e líderes natas sempre têm uma forma diferente de resolver os mesmos problemas (risos). Mas sempre chegamos a um consenso, deixando que uma das duas conduza da melhor forma.
Qual o segredo para manter a chama do amor acesa e não cair na rotina?
MALU: O olhar sobre a outra. A admiração que temos uma pela outra e a sedução que é diária e constante. O nosso jeito de ser mantém a nossa vida bem movimentada e intensa.
Trabalhar ao lado da mulher é mais fácil?
MALU: É um desafio. E é extremamente gratificante, uma delícia ter a companhia uma da outra diariamente, testemunhar a vida da pessoa que você amada é maravilhoso.
O casamento de vocês serviu, como vocês mesmo disseram, para ajudar na luta pela liberdade. Hoje, um ano depois, como vocês enxergam a questão do preconceito?
DANIELA: O nosso amor inspirou as pessoas a lutar pelo que acreditam e isso tem sido bem claro para nós. O impacto do que fizemos é muito mais abrangente do que as questões do universo LGBT. Estamos orgulhosas pelo fato de inspirarmos as pessoas a falar a verdade, a viver seu amor com naturalidade e clareza e a lutar pelo que é fundamental para termos uma sociedade melhor, como nas manifestações no Brasil. A feminista Simone de Beauvoir disse: “a libertação da mulher começa no ventre”. Nos sentimos muito queridas e recebemos muitos cumprimentos pela nossa atitude e muitos agradecimentos pela luta contra o preconceito e pela afirmação da força e da autonomia das mulheres. Um reforço bem importante à luta feminista também.
Vocês chegaram a sentir esse preconceito na pele?
DANIELA: É cansativo, pois é preciso lembrar ao mundo, o tempo todo, que somos casadas para que tratem a gente como tratam um casal hétero. A sociedade não tem hábito de considerar a união de mulheres um casamento. Então, nos restaurantes, nos hotéis e em praticamente todas as situações cotidianas, é preciso sutilmente educar as pessoas. É impressionante quanto invisíveis socialmente ainda são os casais gays, parece que nunca existiram. E ainda tem os termos preconceituosos, não chamam de esposa, mas de companheira. Falam de “assumir” e esclarecemos dizendo que não há o que assumir e que, no nosso caso, apenas comunicamos a relação e depois casamos no civil como qualquer casal. Parte da sociedade tem como certo apenas o modelo hétero de relação e discute como se o amor e a relação entre pessoas do mesmo sexo fosse algo a ser aprovado e NÃO É. Não precisamos de aprovação, precisamos de respeito!
Em tempos de eleição, o que vocês acharam da vitória do Jair Bolsonaro e Marcos Feliciano, dois ferrenhos críticos à causa LGBT?
DANIELA: Quanto mais a sociedade avança, mais barulho faz uma minoria conservadora, principalmente num país em que crenças religiosas e direitos humanos se confundem. A educação é o grande desafio.
As filhas de vocês já entendem que elas têm duas mães e que vocês são um casal?
DANIELA: Claro que elas sabem que têm duas mães e que somos um casal. Elas nos admiram e crescem com um exemplo de respeito, cumplicidade e, principalmente, amor, entre as mães. A questão não é “tratada”em casa porque não é uma questão. Elas não têm o preconceito que está dentro da nossa sociedade. E quando vem alguma questão de fora para dentro de casa, em muitos casos, elas mesmas encontram as soluções. Quando isso não acontece, a gente conversa e mostra o caminho de resolução e do amor.
Pensam em adotar mais uma criança ou até mesmo engravidar?
MALU: O futuro a Deus pertence... Amamos crianças!
Como foi a aceitação dos outros membros da família? Alguém não aceitou?
MALU: Não pedimos a aceitação de ninguém, muito menos a aprovação. Todos da nossa família torcem pela nossa felicidade.
Como é o assédio das mulheres ao casal ?
DANIELA: O assédio é o mesmo dos homens. Ignoramos o assédio e seguimos adiante. Não nos mobiliza. Somos igualmente ciumentas, mas nada exagerado.
Quem é mais ciumenta?
DANIELA: Somos igualmente ciumentas. Mas nada exagerado.
 

Primeiro casal gay a formalizar união em Miraí, Minas Gerais, é alvo de ataques nas redes sociais





A história de Tatiani Arcanjo de Oliveira, de 33 anos, e Lumara Kery Rodrigues, de 22, aconteceu como em um conto de fadas. As duas se conheceram em grupo no Facebook e se apaixonaram. O amor venceu a distância e Luh, como é chamada pela amada, saiu de Araxá, no Alto Parnaíba, para a Zona da Mata mineira. O final feliz se concretizou com o casamento, celebrado no dia 13 de setembro.

Mas assim como nas histórias de princesas, sempre há um vilão — ou vários. Depois de postar as fotos da cerimônia na rede social, o casal passou a ser alvo de preconceito na internet. Militante de uma ONG sobre os direitos da população LGBT da cidade de Miraí, Tatiani conta que resolveu denunciar o caso à polícia para conscientizar as pessoas. Tati e Luh foram o primeiro casal gay a formalizar a união civil na cidade.

— O casamento não influenciou na vida de ninguém, não mudou nada. E que a gente tem que viver com as diferenças. Faria tudo de novo. O que todo mundo tem que entender é que se deve respeitar negro, gay, branco, gordo, rico, pobre, todos. Entrei com o processo e pretendo ir até o fim, ainda que demore seis meses, um ano — afirma Tatiani.
Entre as mensagens ofensivas incluídas no processo aberto pela Polícia Civil de Minas Gerais, que investiga o caso, estão prints feitos em matérias sobre o casal e em uma página no Facebook chamada “Sapatômica”, criada para promover notícias sobre o universo LGBT.
 
— Os comentários começaram quando uma menina pegou nossa foto e compartilhou falando “Deus tenha misericórdia e proteja nossas crianças”. Aí puxou outros comentários ofensivos no Facebook dela e no site em que a matéria foi publicada. Foi quando resolvi salvar o conteúdo e entrar com o processo. “Vaca” foi o mínimo que nós fomos xingadas — lamentou Tati, que atua como Pedagoga e Coordenadora de Projetos da ONG. O caso é tratado em segredo de justiça pela Polícia Civil de Muriaé. De acordo com Tatiane, cinco perfis foram denunciados, dois de Muriaé, dois de outras cidades mineiras e um do Rio de Janeiro. Os suspeitos serão ouvidos por carta precatória, já enviada pelo delegado responsável pelo caso, que é tratado como injúria.
A região é a mesma em que foi registrado um caso de racismo contra um casal formado por uma jovem negra e um homem branco, em agosto.
 
 
Fonte: Extra

Orgasmo vaginal não existe, garantem cientistas


Aqui vai um conselho para você: concentre-se no clitóris. Um estudo publicado na revista Clinical Anatomy garante ter descoberto a chave para o orgasmo feminino. A pesquisa afirma que não há orgasmo vaginal, clitoriano ou mesmo o tão perseguido ponto G, e que o “orgasmo feminino” deve ser usado como um termo geral para descrever qualquer momento em que uma mulher atinge o seu clímax.

Estimulação do clitóris é mais importante que a penetração
Até então, acreditava-se que as mulheres poderiam chegar ao orgasmo através de relações sexuais com penetração, e que os orgasmos através do ponto G, da vagina ou do clitóris diferiam um do outro. Mas, de acordo com cientistas, a maioria das mulheres em todo o mundo não consegue atingir o orgasmo durante o sexo apenas com a penetração, e a estimulação do clitóris é muito mais importante do que todo o resto que acontece durante o sexo.

O clitóris é a zona mais erógena do corpo feminino, muitas vezes chamado de “pênis feminino” porque é feito do mesmo tipo de células que o pênis masculino. Além disso, é possível que qualquer mulher atinja o clímax se seus órgãos eréteis — que incluem o clitóris, os bulbos vestibulares e o tecido esponjoso — forem efetivamente estimulados.

Depois da ejaculação masculina, o sexo não acaba para a mulher

O sexologista e co-autor da pesquisa, Dr. Vincenzo Puppo, diz que a ejaculação masculina não significa necessariamente o fim do sexo para a mulher. “O toque e o beijo podem continuar quase que indefinidamente, e os atos sexuais que não envolvem a penetração do pênis na vagina podem ser usados para proporcionar o orgasmo na mulher.

Fonte: Yahoo

Senado chileno reconhece união homoafetiva como família




O Senado chileno aprovou nesta terça-feira um projeto de lei que irá beneficiar tanto os casais heterossexuais quanto os homossexuais e é considerado por ativistas gays como o primeiro passo para o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo no país. O projeto de lei que está há quatro anos no Senado cria "parceiros civis" que serão considerados como uma família em termos legais, apesar da oposição de alguns senadores conservadores.

Documento do Vaticano defende mudança da Igreja em relação a gays

Homossexuais têm 'dons e qualidades a oferecer', diz texto.
Documento foi preparado após uma semana de discussões com 200 bispos

 Numa grande mudança de tom, um documento do Vaticano declarou nesta segunda-feira (13) que os homossexuais têm “dons e qualidades a oferecer” e indagou se o catolicismo pode aceitar os gays e reconhecer aspectos positivos de casais do mesmo sexo.
O documento, preparado após uma semana de discussões sobre temas relacionados à família no sínodo que reuniu 200 bispos, disse que a Igreja deveria aceitar o desafio de encontrar “um espaço fraternal” para os homossexuais sem abdicar da doutrina católica sobre família e matrimônio.
 Embora o texto não assinale nenhuma mudança na condenação da igreja aos atos homossexuais ou em sua oposição ao casamento gay, usa uma linguagem menos condenatória e mais compassiva que comunicados anteriores do Vaticano, sob o comando de outros papas.
A declaração será a base das conversas da segunda e última semana da assembleia, convocada pelo papa Francisco. Também servirá para aprofundar a reflexão entre católicos de todo o mundo antes de um segundo e definitivo sínodo no ano que vem.

"Os homossexuais têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã: seremos capazes de acolher essas pessoas, garantindo a elas um espaço maior em nossas comunidades? Muitas vezes elas desejam encontrar uma igreja que ofereça um lar acolhedor”, afirma o documento, conhecido pelo nome latino de “relatio”.
“Serão nossas comunidades capazes de proporcionar isso, aceitando e valorizando sua orientação sexual, sem fazer concessões na doutrina católica sobre família e matrimônio?”, indagou.

John Thavis, vaticanista e autor do bem-sucedido livro “Os Diários do Vaticano”, classificou o comunicado como “um terremoto” na atitude da Igreja em relação aos gays.
“O documento reflete claramente o desejo do papa Francisco de adotar uma abordagem pastoral mais clemente no tocante ao casamento e aos temas da família”, disse.

Vários participantes na reunião a portas fechadas afirmaram que a Igreja deveria amenizar sua linguagem condenatória em referência aos casais gays e evitar frases como “intrinsecamente desordenados” ao falar sobre os homossexuais.
Essa foi a frase usada pelo ex-papa Bento 16 em um documento escrito antes de sua eleição, quando ainda era o cardeal Joseph Ratzinger e chefe da Congregação para a Doutrina da Fé.

Fonte: G1