terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Veja dez coisas que despertam ciúme, mas não deveriam

1/10: FILME PORNÔ: muitos se sentem incomodados quando a parceira/parceiro gosta de filmes eróticos por acharem que isso significa falta de desejo por seu par, o que não é verdade. A psicóloga especialista em relacionamentos Pamela Magalhães indica usar esse e outros hábitos ou hobbies do parceiro a favor da relação, e não contra. "É importante respeitar o que sempre pertenceu à vida do outro". O psicoterapeuta Leo Fraiman faz uma ressalva: se o costume de assistir a esse tipo de filme começou junto com um desinteresse do parceiro por sexo, é bom conversar e tentar entender o motivo. "Fora isso, o casal pode aproveitar os filmes para descobrir novas possibilidades na cama"

 2/10: FAMÍLIA: para a psicóloga Pamela Magalhães, não deve existir disputa entre o amor de um casal e o amor de família. "Tenha consciência de que não é possível, nem saudável, impedir o convívio do parceiro com os parentes. Conversar sempre é o melhor caminho para não deixar que um motivo como esse gere conflitos irreversíveis". Para o psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr., do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), todo relacionamento deve ter regras, inclusive em relação ao convívio familiar, pois o ciúme aparece quando um acha que o outro dedica mais tempo aos parentes do que ao relacionamento. "A atenção à família não significa que o parceiro não deseja estar com você. Não sofra por isso", diz ele
3/10: AMIGOS: "Muitas pessoas imaginam que os amigos anteriores ao parceiro atual são contra o relacionamento", diz o psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr. Mas isso não faz sentido, pois os amigos de verdade querem o bem-estar do outro. Eles ficarão satisfeitos de verem uma pessoa de quem gostam se relacionar com alguém que a faz feliz. "Partir do princípio de que os antigos amigos devem ser afastados provocará uma competição inútil. A perda de amizades pode afastar o casal"

 4/10: HAPPY HOURS: de acordo com o psicoterapeuta Leo Fraiman, é importante ter convívio social com colegas de trabalho, desde que o dia do happy hour não se torne o mais importante da semana. "Com moderação, faz parte da vida de todo mundo". Segundo Oswaldo M. Rodrigues Jr., psicólogo do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), não é saudável para a relação tratar qualquer tipo de situação como competição. "Pensar assim é não compreender que ambos têm direito a individualidade e a momentos de descontração"
5/10: FLERTES: achar alguém bonito, olhar para uma pessoa na rua ou curtir uma foto no Facebook podem desencadear infindáveis discussões em uma relação. Para a psicóloga Pamela Magalhães, estragar um relacionamento por causa dessas coisas é uma besteira. "O fato do seu parceiro amá-lo e elogiá-lo não invalida a possibilidade de ele também enxergar beleza em outras pessoas, o que não diminui em nada o carinho e admiração que tem por você"

6/10: CELULAR: segundo o psicoterapeuta Leo Fraiman, quando você chegou ao ponto de fiscalizar o celular do parceiro, é sinal de alerta. "A pessoa que faz esse tipo de coisa está alimentando a própria insegurança. Para uma relação dar certo, é preciso confiar, respeitar, ter cumplicidade". A especialista em relacionamentos Pamela Magalhães diz que é preciso zelar pela privacidade do parceiro. "Se existe motivo para desconfiar, a solução é o diálogo, e não fiscalizá-lo. Isso só trará estresse para o casal e o relacionamento ficará muito chato"
7/10: ROUPA: tentar mudar qualquer coisa no seu parceiro é uma tentativa de controle, e raramente isso traz bons frutos para o relacionamento. "Ninguém controla a roupa de ninguém. O gosto por roupas vai de acordo com a personalidade de cada pessoa. Respeite o tipo de roupa que o seu parceiro gosta de usar", diz a psicóloga Pamela Magalhães.

 8/10: "EX": aprender a lidar com essa figura é importante, principalmente se houver a necessidade de conviver com essa pessoa (quando existem filhos do antigo relacionamento, por exemplo). "Sentir ciúme da possibilidade do outro voltar para o relacionamento anterior não modificará as decisões do parceiro e trará um sofrimento desnecessário", explica o psicólogo Oswaldo M. Rodrigues
9/10: BALADA: para o psicoterapeuta Leo Fraiman, se o casal combinou que não há problema em ambos saírem sozinhos, não existe motivo para ter ciúme. "A oferta sexual é tão grande que não precisa de balada para trair. A vida virou um grande bufê sexual. Para esse tipo de acordo dar certo, é preciso colocar a felicidade do outro como tão importante quanto a sua, e, às vezes, fazer concessões quando o parceiro deixar claro que não vai se sentir bem se você sair"

10/10: EXPERIÊNCIAS PASSADAS: para a psicóloga Eliete Matielo, a solução é não se apegar a esse tipo de situação e só tocar no assunto de experiências passadas se isso não for te fazer mal. "Quando iniciar uma relação, não fique se comparando a pares anteriores. Cada pessoa é única e isso só atrapalha a vida de ambos. É importante confiar em si mesmo, em quem você se relaciona e no que vocês sentem um pelo outro
 
Fonte: UOL

2 comentários:

  1. Algumas coisa eu concordo, outra nem tanto. Em um relacionamento sério não tem esse lance dos amigos dela e as minhas amigas, tem que ser nossas amigas. Não gosto do fato de saídas sozinhas, eu não gosto e tenho certeza que ninguém gosta.

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  2. Ciúmes por qualquer coisa acaba com a relação.

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